terça-feira, 20 de setembro de 2011

Colégio Nossa Senhora das Neves recebe educadores no IV Congresso Regional de Educação das Escolas ProNeves

  



















Encerrou-se neste sábado (10), no auditório do Colégio das Neves, o IV Congresso Regional de Educação das Escolas ProNeves, que reuniu diversos representantes das instituições de ensino em torno da discussão sobre “A visão sistêmica e os desafios da educação no século XXI”, tema do encontro de 2011.

Durante os três dias de realização, os congressistas foram recepcionados com cafés da manhã, lanches e por uma turma de animadores que cantavam puxados pela melodia do piano na entrada do auditório. As palestras foram ministradas por convidados de representação nacional na área de educação, como Max G. Haetinger, que possui um vasto currículo de formação nacional e internacional.

O evento contou com a participação da equipe pedagógica do Colégio das Neves, que absorveu ao máximo as reflexões propostas sobre as novas estratégias de ensino para o melhor desenvolvimento dos jovens no mundo tecno-informacional em que vivemos. Além dos momentos de aprendizagem, os participantes também congregaram-se enquanto educadores cristãos, assistindo apresentações diárias feitas pelos próprios congressistas.

A iniciativa da Província Nossa Senhora das Neves, da Congregação das Filhas do Amor Divino, representa a reafirmação do compromisso e da dedicação das escolas ProNeves ao longo de toda sua trajetória na formação de cidadãos íntegros, críticos, ricos em conhecimento e participativos diante das necessidades e desafios emergentes na sociedade.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

DNJ- DIA NACIONAL DA JUVENTUDE DO V ZONAL DA ARQUIDIOCESE DE NATAL

Que compreende as paróquias de:

SÃO JOSÉ DOS ANGICOS
SANTANA
SANTANA DOS MATOS
NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
LAGES
SÃO PAULO APÓSTOLO
SÃO RAFAEL
NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS 
AFONSO BEZERRA.

No dia 10 de outubro a partir das 15: 30h na cidade de Angicos
será celebrado o Dia Nacional da Juventude com uma
caminhada encerrando com a Santa Missa.

Convidamos todos os jovens para comemorar conosco o seu dia.

Pe. Antonio 

(Coordenador da pastoral da juventude do V Zonal)

Participe você também!

(Haverá espaço para uma mensagem dirigida aos jovens por parte das Filhas do Amor Divino)

Parabéns Irmã Nivalda

Além dos acontecimentos cívicos próprios  do dia 7 de setembro, as comunidades da Província Nossa Senhora Das Neves, familiares e amigos  rezaram pelo dom da vida de Ir. Nivalda,FDC. Nesta, em nome de todos os Associados Amor Divino e Juventude Amor Divino, quero expressar as felicitações e os votos de gratidão a Deus pelo dom que é a pessoa de irmã Nivalda. 

Mártires do Drina e o Brilho da Glória Pascal

Como é fecundo, então, olhar para o testemunho luminoso de quem nos precedeu no sinal de uma fidelidade até ao martírio! Se os seus clamores foram calados pelo mortal massacre, suas vidas são eloquentes e inspiradoras. Continuam vivas em Deus, no brilho da Glória Pascal, refletindo luz que ilumina a nossa história e os novos horizontes da missão.  
A memória das nossas Mártires faz referência à pessoa de Jesus Cristo, o primeiro a dar sua vida como sinal de amor. É do próprio Filho do Amor Crucificado, na expressão de nossa Fundadora a Serva de Deus Madre Francisca Lechner, que emana a força desta entrega no seguimento do Seu exemplo.  
O martírio é a encarnação suprema do Evangelho da esperança. O sangue dos mártires é uma semente. Afirma a propósito Tertuliano: Plures efficimur quoties metimur a vobis: sanguis martyrum semen christianorum.  Nós multiplicamo-nos todas as vezes que somos ceifados por vós: o sangue dos mártires é semente de novos cristãos" (Apol., 50, 13: CCL 1, 171). Assim, como a Igreja do primeiro milênio nasceu do sangue dos mártires, ao término do segundo milênio, a Igreja voltou a ser Igreja de mártires (João Paulo II, 7 de Maio de 2000, no Coliseu). Também nós, somos irmãs e de mártires, de tantas outras mártires, anônimas. 
Nesta direção, a Congregação das Filhas do Amor do Amor Divino, seguindo os mesmos passos da Mãe Igreja, enriquece esta memória fecunda, através de suas filhas, as Mártires do Drina, não com uma história de heroínas, mas de mulheres consagradas a Deus e aos outros numa aliança de sangue com o povo ao qual serviam. Compõem o relicário de nossa iconografia, ajudam-nos a perceber e a contemplar o como a cruz do Mestre e o martírio das discípulas tornam-se a última e definitiva revelação da santidade de Deus (Dives in Misericordia 7). Explicitam, com eloquência comunitária e solidária que anunciamos um Salvador que não se salvou si próprio. Este e não outro é o Mestre (Mc15,29-32).
São elas, nossas Irmãs: M. Berchmana Leidenix, austríaca, nascida em 1865, M. Krizina Bojanc, eslovena, nascida em 1885, M. Jula Ivanišević, croata, nascida em 1893, M. Antonija Fabjan, slovena, nascida em 1907 e  M. Bernadeta Banja, cidadã húngara, nascida na Croácia em 1912, constituiam a Comunidade “Casa de Maria”, no povoado de Pale, fundada em 1911, a 18 km de Sarajevo, na Bósnia, não sofreram por um simples crucifixo pregado na parede, mas pelo Crucificado nos crucificados de Pale, nas proximidades de Sarajevo.
Pale era um ponto de apoio para os viajantes que iam ou vinham de Sarajevo. E as irmãs atendiam aos que batiam à porta do Convento não só com alimentos, mas também com o abrigo, nos percalços da viagem. Com o passar do tempo, por causa do atendimento caridoso, das Religiosas, aos necessitados, sem distinção, os vizinhos ortodoxos começaram a chama-lo “Hospital dos Pobres”. 
Na Segunda Guerra Mundial a Bósnia, foi muito provada, pelos conflitos que se estabeleceram entre os sérvios, muçulmanos e católicos da Bósnia oriental. O Drina é um rio que estabelece o limite entre as duas partes e atualmente divide a Bósnia da Sérvia. Duas facções políticas viviam em atritos violentos: os četnik - membros da tropa armada do Estado da Sérvia era um grupo com conotação terrorista contra os povos não Sérvios; os uštasa eram os revolucionários da direita croata. Aqueles multiplicavam os ataques às populações civis católicas e muçulmanas. Estes, apoiados pelas forças armadas de ocupação ítalo-germânica, mantinham os campos de concentração onde sacrificaram a vida de milhares de opositores ao regime, mas também civis inocentes.
Em rápidas palavras, este era o contexto em que as Irmãs viviam e experimentavam a dor de um povo indefeso e inocente. Por isso, era perigoso viver em Pale. Diante das solicitações para deixarem o local, o povo, elas decidiram permanecer e compartilhar a sua sorte. Em 11 de dezembro de 1941, os soldados da milícia četnik prenderam as Irmãs, saquearam e incendiaram o Convento. Foram deportadas para Goražde, 65 km de Pale. Até lá enfrentaram uma caminhada de 04 dias, subindo e descendo montanhas por entre o frio invernal, e atrozes agressões. A Irmã Berchmana, 76 anos, como não estava conseguindo seguir o ritmo, com as quatro, foi assassinada pelo caminho no dia 13 de dezembro.  As outras chegaram a Goražde, na tarde do dia 15 de dezembro e foram para a Caserna dos militares, próximo ao Rio Drina.
Á noite, os četnik, invadiram o local onde as Irmãs estavam instaladas, tentando violentá-las, insinuando-as a renunciarem à Vida Religiosa e prometendo-lhes muitas vantagens. Ao resistirem, Ir. Jula para evitar o estupro, abriu a janela e convidou as coirmãs a segui-la dizendo: Jesus, salva-nos! E assim pularam de um segundo andar. Instigados por estas atitudes, ao encontrá-las, em seguida, feriram-nas mortalmente e depois aos chutes as jogaram no Drina, como narra Anton Bacovič, testemunha do ocorrido, juntamente com seus familiares.   
Em profundo e místico silêncio, recolho-me olhando para estas mulheres, heroínas da fé... E contemplo no Rosto Doloroso do Amor Crucificado o Brilho da Glória Pascal. Parafraseando o Teólogo Enzo Bianchi, realmente estas mulheres pertenciam a Outro, por isso, falam com divina eloquência, a linguagem da Cruz. Graças a pessoas assim que é possível acreditar que o Amor é mais forte do que o ódio, que a vida é mais forte do que a morte, porque só quem tem uma razão para morrer, tem uma razão para viver. Esta morte não foi sem sentido e o martírio é fecundo como dizia Tertuliano (Avvenire, 20/10/2010).
Esta fecundidade, neste tempo em que toda a Congregação se prepara para a Beatificação das Mártires do Drina, supõe também uma convocação para em e através de cada comunidade, ninguém permitir que o rosto pascal de nossa Província, seja ofuscado. Uma Província pascal significa Irmãs capazes de evoluir em humanidade e que se definem a si mesmas como peregrinas e missionárias do Reino de Deus, pela Palavra que conquista as mentes e o fascínio do amor misericordioso que vence os corações. Jesus é o Evangelho, Jesus é o modelo da humanidade plena.
Não é por ventura a missão da Igreja, da Congregação, da Província refletir a luz de Cristo em cada época da história e, por conseguinte, fazer resplandecer o seu Rosto diante das gerações do novo milênio? ( MI 16).
Que a fecundidade desta memória se enraíze em nossas vidas e floresça nos áridos sertões de nossa histórica geografia humana, clareando, realçando sempre mais, o Brilho da Glória Pascal, projetando nossos horizontes para tornar visível o nosso carisma.
A Ele, Gloria e Honra de toda a Congregação das Filhas do Amor Divino através de nossas Mártires, riqueza de Graças e Santidade para toda a Igreja.

Reação judaica à JMJ: fala David Hatchwell

Entrevista ao vice-presidente da Comunidade Judaica de Madri

MADRI, sexta-feira, 26 de agosto de 2011 (ZENIT.org) – “Êxito absoluto”, “gente
saudável”, “energia positiva”, “retorno aos valores”: é com esta contundência que se
expressa, nesta entrevista, David Hatchwell, vice-presidente da Comunidade Judaica de Madri (www.cjmadrid.org), ao falar sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2011.

ZENIT: Você deu seu apoio à JMJ antes de que ela fosse realizada. Por que esta
aliança com um evento católico de envergadura?

Hatchwell: Quem pensa as mesmas coisas precisa estar junto. Os católicos, como outros grupos, têm direito de expressar-se, ainda que haja protestos contra isso. Têm direito a acreditar no que acreditam e, por este motivo, temos esta proximidade, porque nós, os judeus, sabemos bem o que significa ser menosprezados. Entendemos o que é ser deslegitimados e eu vivo isso constantemente. Sou muito sensível e não me preocupam somente, mas me incomodam as tendências a deslegitimar as pessoas. Uma pessoa pode não concordar com alguém, mas não deve haver ataques a coletivos de maneira injustificada e fora de contexto. Neste sentido, nosso apoio a um ato como a JMJ é claro. Comemoro o fato de que esta JMJ tenha se realizado e daí vem a proximidade com o evento.

ZENIT: Percebi que você gostou do encontro.

Hatchwell: Sem dúvida, esta viagem do Papa foi um êxito absoluto. É o maior acontecimento das últimas décadas, eu não me lembro de ter visto algo assim. Ver Madri com todo tipo de gente jovem nas ruas, pessoas muito sudáveis, com energia positiva, foi incrível, uma delícia. A avaliação só pode ser positiva. Todos os dias, na grande variedade de eventos que ocorreram, demonstrou-se que o que se queria era um momento espiritual muito potente, e isso aconteceu.

ZENIT: Houve críticas também.

Hatchwell: Foi só um incidente de poucas pessoas, quando do outro lado havia quase dois milhões. Infelizmente, alguns meios de comunicação descontextualizam e mostram o fenômeno marginal. Mas, para mim, foi um êxito absoluto. Do que li, me consta que uma empresa internacional – a Price Waterhouse Coopers – faz uma auditoria, o que me parece muito sensato por parte da Igreja, essa transparência. Além disso, as JMJ contribuíram muito para a cidade de Madri, e por isso não entendo essas tentativas de criticá-la. Muito além de informações de manchetes, o que está claro é que Madri esteve no mapa do mundo vários dias e isso foi muito positivo para a Espanha.

ZENIT: Que aspecto da mensagem do Papa mais chamou sua atenção?

Hatchwell: Sem dúvida, a mensagem foi muito importante, especialmente a reconexão com uma série de valores. Esse apelo transcende um credo específico, não somente mensagens cristãs, mas universais.
O Papa pediu aos jovens que sejam muito valentes com suas convicções. Estamos diante de um relativismo ético muito profundo, com uma tendência a tirar valor das coisas que muita gente tem como princípios básicos da sua educação. Nisso, estamos totalmente de acordo com o Papa: em uma sociedade moderna, são necessários valores para enfrentar o relativismo e continuar acreditando nas convicções morais que as pessoas têm. Outro aspecto chamativo da mensagem foi que não vivemos na tirania do indivíduo, não existe um “eu” absoluto, mas hoje há valores comuns coletivos espirituais e o serviço ao outro.

ZENIT: Esses valores são compartilhados entre judeus e cristãos?

Hatchwell: Absolutamente. Judeus e cristãos compartilham valores comuns troncais. Jesus era judeu e os primeiros cristãos também: daí os valores compartilhados que, sem dúvida alguma, continuam sendo os mesmos.

ZENIT: Desde o Concílio Vaticano II, as relações entre a Igreja Católica e o judaísmo
melhoraram substancialmente.

Hatchwell: Sabemos que, durante séculos, a relação entre a Igreja e o judaísmo não era em absoluto o que temos agora; melhorou há 40 anos. Eu me sinto privilegiado por viver hoje em dia, em um momento no qual a Igreja percebe de maneira totalmente diferente os judeus.

ZENIT: Os jovens judeus têm encontros como a JMJ?

Hatchwell: Encontros sim, mas não tão grandes. Há reuniões de jovens do mundo inteiro, da Rússia, Etiópia, Estados Unidos, nas quais se reúnem e compartilham valores comuns. Refletem sobre a vida, sobre o serviço ao outro, assumem responsabilidades. Os jovens são muito importantes na nossa tradição. Os idosos têm mais conhecimentos e experiência, mas o presente e o futuro é dos jovens: é preciso investir sempre neles para que conheçam a base da nossa tradição, vivam-na e possam transmiti-la, pois, se não fazemos esforços com as pessoas jovens, em 30 anos, os números podem mudar. É preciso dar um elemento cultural básico aos jovens. No meu caso, tenho a sorte de viver em um país democrático, onde tenho direito de observar meu culto; e ficaria feliz se meus filhos o seguissem assim como eu, meus pais e assim por diante. Quero mostrar-lhes que não são responsáveis somente pelo seu microcosmos, que tenham uma vida feliz e plena, com êxito, o que é bom, mas servindo os outros, não somente a comunidade judaica, mas que sejam boas pessoas, altruístas.

Neste sentido, cristãos e judeus, novamente, compartilham valores. Pensemos que o judaísmo nasce como a primeira religião monoteísta, em um momento em que não havia o direito à vida para todos; se a pessoa era escrava, não tinha os mesmos direitos, havia muitos sacrifícios humanos... Os direitos humanos são parte do DNA do judaísmo e foram configurando a sociedade atual, como o cristianismo também.

(Miriam Díez i Bosch)


Fonte: MADRI, sexta-feira, 26 de agosto de 2011 (ZENIT.org)

Bote Fé! JMJ Rio-2013: é a nossa vez!

Por Cardeal Odilo Scherer

SÃO PAULO, sexta-feira, 2 de setembro de 2011 (ZENIT.org) – A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) da Espanha mal terminou e já estamos envolvidos na preparação da próxima jornada, que acontecerá no Brasil em menos de dois anos! Mais exatamente de 23 a 28 de julho de 2013, no Rio de Janeiro. Antes disso, porém, haverá os dias da pré-jornada, envolvendo, de alguma forma, o Brasil todo, com jovens vindos de numerosos países de todo o mundo, a serem acolhidos em nossas dioceses e paróquias. Na Espanha, vinham de 170 países!

De fato, a próxima Jornada já começa no próximo dia 18 de setembro, quando serão acolhidos os sinais da JMJ, a Cruz e o ícone de Nossa Senhora em nossa cidade, como ponto de partida para sua peregrinação por todo o Brasil. Com a presença desses dois sinais da JMJ, as juventudes das dioceses e comunidades locais poderão se preparar para sua peregrinação, finalmente, ao Rio de Janeiro, em julho de 2013.

Para o dia 18 de setembro, está sendo preparado o evento chamado Bote Fé, no Campo de Marte, com cantores, celebrações, testemunhos e várias outras iniciativas e atrações,  para envolver a juventude e também os adultos e crianças, das 9h às 21h; a Cruz da JMJ será acolhida festivamente às 16h no local; em seguida, haverá a missa. É a hora de manifestarmos nossa fé, carinho e apoio à juventude. Paróquias, famílias, grupos, movimentos, pastorais, organizações juvenis, escolas, todos estão convidados! O êxito do evento dependerá do envolvimento de todos nós, católicos paulistanos e paulistas!

De fato, a preparação e a realização da JMJ-Rio 2013 será uma “tempo favorável”, uma graça especial para a juventude em nosso país. É ocasião para não se perder e para aproveitar desde o primeiro momento, que será, justamente, a acolhida da Cruz em São Paulo, no dia 18. Em seguida, ela permanecerá em nossa Arquidiocese por alguns dias, em várias igrejas e locais, para que muitos tenham a oportunidade de venerar esses sinais, que já emocionaram milhões de jovens nas jornadas.

Para nossa alegria, o papa Bento 16 já definiu o tema da JMJ-Rio 2013: “Ide, pois, fazei
discípulos entre todas as nações!”(Mt 28, 19); está na continuidade do tema da JMJ de”.
Madrid: Estar “firmes na fé, enraizados e edificados em Cristo”, deve levar espontaneamente e organizadamente a “fazer discípulos” de Cristo. A fé, quando verdadeira, não fica guardada somente para si, mas torna-se contagiosa! Está na continuidade também dos temas que movem a evangelização na América Latina, depois da Conferência de Aparecida (2007): “discípulos missionários de Jesus Cristo, para que, nele, nossos povos tenham vida”.

No final da JMJ de Madrid, o papa Bento 16 convidou os jovens a retornarem aos seus
170 povos diversos, para contar aos outros o que viram e ouviram durante aqueles dias
memoráveis... Não é diverso daquilo que Jesus mandou os discípulos fazerem, ao enviá-los em missão entre todos os povos. Os cristãos têm muito para anunciar aos povos! E também têm bons motivos para convidar outras pessoas para irem ao encontro de Cristo, deixando-se envolver e encantar por ele... A festa que está sendo preparada para o dia 18 de setembro, no Campo de Marte, já será uma boa ocasião para fazer isso!

Fonte: Publicado no jornal O SÃO PAULO, edição de 30/08/2011

Cardeal Odilo Pedro Scherer é arcebispo de São Paulo

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

VISITAÇÃO DA SUPERIORA DA PRONEVES


Ir. Nivalda M. Vasconcelos está fazendo a visitação das comunidades da Região Centro-Leste. 
Programação da visita:

Dia 22 de agosto saída de Natal/RN a Belo Horizonte/MG
Dia 22 de agosto Belo Horizonte/MG a Araçaí/MG
Dia 26 de agosto Belo Horizonte/MG a Brasília/DF
Dia 30 de agosto Brasília/DF a Rio de Janeiro/RJ
Dia 03 de setembro Rio de Janeiro/RJ a Salvador/BA
Dia 06 de setembro Salvador/BA a Natal?RN   

Palavras sobre Sister Margareth no seu funeral ao final da Missa


Irmã Margareth Carolan nasceu no dia 11 de março de 1930 em Tullyallen, Drogheda, na Irlanda, e recebeu no o nome de Catherine, dado por seus pais, Joseph e Anne Carolan, no Batismo. Era a quarta dos seis filhos.
Hoje estamos felizes por ter sua irmã Ana conosco. (menção à presença de sua irmã consanguínea durante a Missa de corpo presente à Igreja Paroquial de Hunstanton, cidade onde Irmã Margareth residiu na Inglaterra).
Ela foi educada na Escola secundária St Philomena em idioma irlandês e recebeu o certificado validando seu inglês nativo, isto é, oriundo da Irlanda. (Vale ressaltar que o povo irlandês assim como o escocês, reivindica sua independência do Reino Unido, cuja supremacia é ainda monopolizada pela Inglaterra).
       Aconselhada pelo Mons. Wilson, em janeiro de 1949, ela entrou no Postulantado na Congregação das Filhas do Amor Divino em Long Eaton, onde a Província do Sagrado Coração de Jesus, na Inglaterra, tinha uma Comunidade   . Recebeu o hábito como noviça em agosto do mesmo ano em Swaffham. Dois anos depois, fez os Primeiros Votos no dia 28 de agosto de 1951 e foi enviada para o Colégio Digby Stuart para sua formação como professora primária. Trabalhou como diretora e professora  em Chesterfiel e Swaffham por 45 anos.
            Eu me lembro ter encontrado com ela em 1953, quando eu servia na Escola do Convento S. José nos meus poucos 8 anos de idade. Eu a temia porque regularmente ela me cobrava um uniforme em perfeito estado, mas, ao mesmo tempo, ela me olhava com tal ternura e beleza de uma religiosa, com seu alegre e simpático semblante. Ela era professora do 2º ano primário e gostava de ensinar crianças. Ela levava as crianças a aprenderem de modo engraçado. Mais tarde foi-lhe atribuída a função de professora de Biologia às turmas do secundário, o que, provavelmente, o fez em obediência. Eu estou certa que ela assumiu este desafio com alegria.
         Ela era uma Irmã jovem sempre bem-humorada e nos proporcionava aventuras através de passeios aos domingos à tarde. Algumas vezes íamos tão longe, que se tornava difícil retornar facilmente a tempo para as orações. Numa destas expedições, ela viu ao longe de Derbyshire a o altiplano de moorland, onde dizia desejar construir ali uma ermida. Isso muito me impressionou, como adolescente [...].
            Como uma jovem Irmã vibrante, tinha muitos amigos jovens. Ela começou com encontros de jovens em Chesterfield e mais tarde em Swaffham. Um dos seus ex-alunos de Chesterfield, voou de Isle of Man para visita-la quando soube da sua enfermidade. Ela tinha uma grande capacidade para se comunicar com os alunos e muitos estudantes estrangeiros se comunicavam com ela. Recentemente, em Zagreb na Croácia, Irmãs se admiravam que a cada dia à tardinha estudantes vinham conversar com Ir. Margareth e Ir. Thomas More (Provincial) durante o jantar. Ir. Margaret se lembrava do nome de cada um e sempre estava em contato com ele.
           Não só se lembrava dos nomes, mas também das fisionomias das Irmãs do mundo todo. Sua memória era excelente para fatos e lugares, particularmente os lugares estrangeiros que ela visitou como Provincial da Província Sagrado Coração. Ninguém podia duvidar dos nomes de lugares que ela citava.
            Irmã Margaret interessava-se por tudo que dizia respeito à Congregação e gostava de estar a par de tudo. Uma forte personalidade natural, ela frequentemente liderava e organizava encontros internacionais com outras Irmãs. Se fosse encarregada de falar, levava muito a sério e fazia o melhor que pudesse.
          Ela passou horas e horas, revisando traduções da Congregação. Uma maratona que participou com Ir. Josefa (Secretária Geral das FDC) foi a tradução do nosso livro de oração. O computador nunca foi “seu forte”, mas ela estava sempre em contato com Irmãs de muitas Províncias através de cartas manuscritas, mantendo a Prov. Sagado Coração da Inglaterra atualizada. 
        Ela era muito hospitaleira e as visitas eram sempre benvindas, particularmente padres. Tinha um grande amor pela Igreja e pelas missões, sendo sensível às necessidades dos pobres e excluídos. Ir. Margaret nos lembrava frequente as Missões de Rushooka, Uganda. Havia sempre um jarro cheio de uma coleta de  5 pounds (equivalente a R$ 5,00) para os visitantes inesperados.
            Ela era muito rigorosa com seus alunos e, inclusive com outros adultos, mas também consigo mesma. Muitas vezes eles ficavam surpresos com coisas que ela dizia que eles eram e nem ficavam magoados com suas palavras. Como diretora em Swaffham por seis anos e, em seguida em Chesterfield por dezoito, ela foi uma verdadeira e justa líder, além de boa administradora, respeitada por estudantes e professores.
            Sempre uma Irmã enérgica com uma grande capacidade de arrumar e limpar, seu hábito era impecável. Era disciplinada, persistente e perseverante com outras Irmãs e algumas sentiram dificuldade em seguir seu exemplo.
            Alguém mencionou que Ir. Margaret viveu uma vida simples que qualquer religiosa poderia viver, mas conservou o voto de pobreza tão bem, que nunca exigiu para si nenhum privilégio no seu trabalho. Eu não sei se ela possuiu um quarto particular, suas posses de maior valor foi um rádio, que avidamente escutava todas as madrugadas.
            Era uma pessoa de oração, observava todas as regras corretamente e esperava que os outros fizessem o mesmo. Amava sua vocação e ajudava outras Irmãs a também cultivá-la. Sua devoção especial era ao Sagrado Coração de Jesus, principalmente através de Santa Maria Margarida Alacoque, cujo nome, ela tomou com religiosa.
            Cantar era sua paixão nas peregrinações, na capela e nos encontros religiosos. Seu tom de voz sempre sobressaia em relação aos demais, trazendo vivacidade e alma nessas ocasiões.
       Ir. Margaret sofreu muitos males, mas suportou-as em silêncio e paciência, principalmente na sua última luta contra o câncer. Ela era muito reservada, dotada de alma independente e permanecia em completo controle até os últimos dias de sua vida, oferecendo o serviço de 60 anos dedicados ao Senhor.

Sister M. Francis Ridler, FDC

TESTEMUNHO DA IRMÃ EMÍLIA BIRCK (da Província brasileira N. S. da Anunciação a serviço da Prov. Sagrado Coração, na Inglaterra)

Três dias antes  de falecer, Ir. Margaret que estava acamada, sempre de olhos fechados, não falava nem se alimentava, então abriu os olhos e disse: “Eu quero ver Jesus...” 
– silenciou e fechou os olhos novamente.
Outro fato marcante foi  que ela faleceu durante a  missa. A porta da capela e do seu quarto contiguo à capela estavam abertas  e ela faleceu quando o padre estava lendo o Evangelho  da festa de Maria Madalena e a  Sr. Thomas More (Provincial e Superiora)  que estava com Margaret  no quarto, também estava lendo o  mesmo evangelho. Então Ir. Margaret faleceu quando a Sr. Thomas More  lia a seguinte passagem: "Maria Madalena  foi cedo ao sepulcro onde ela  encontrou Jesus...” - e ai ela morreu.

Ir Emilia Birck, FDC.

TESTEMUNHO DE IRMÃ MARIA JUDITH VIEIRA DE FARIAS,FDC SOBRE SISTER MARGARET CAROLAN, FDC

            Durante o período que morei com Sister Margaret, posso dizer que aprendi muito com ela não só a língua inglesa de acento irlandês, mas também sua retidão, seu zelo pela vida espiritual, seu amor pela Congregação e pelos sacerdotes.
            Frequentemente aos domingos, ela convidava os padres da Paróquia e promovia um maravilhoso almoço, onde os padres encontravam a oportunidade para dialogar, conversar, trocar ideias e dar umas boas gargalhadas. Os padres também a procuravam para conversar nas suas dificuldades. Ela era um grande apoio para os sacerdotes.
 Muitas vezes iam até às 14h se divertindo naquele ambiente maravilhoso que proporcionava. Era muito exigente com as Irmãs, no que diz respeito à vida de oração. Aos sábados e domingos ela buscava no jornal um filme interessante para assistir com a comunidade. Gostava de fazer alegria às Irmãs e aos domingos, muitas vezes levava as Irmãs para passear ao ar livre e às vezes conhecendo lugares novos.
   Ela primava pelo inglês correto e corrigia com muito esmero.

Ir. Judith Farias, FDC.

Sister Margareth

Sr Margaret Carolan was born on 11th March 1930 in Tullyallen, Drogheda, and named Catherine by her parents Joseph and Anne Carolan. She was the 4th of 6 children and we are pleased that her sister Anna is able to be with us today. She was educated at St Philomena's High School in the Irish language and has an Irish Leaving Certificate to prove her adeptness with the native language.

At the advice of a priest, Monsignor Wilson, she entered the Daughters of Divine Charity in Long Eaton as a postulant in January 1949 and was clothed the following August in Swaffham. Two years later she made her first vows on 28th August 1951 and was then sent to Digby Stuart College to begin her training as a Primary School Teacher. She worked as a teacher and Headmistress in both Chesterfield and Swaffham for forty-five years.

I remember meeting her in 1953 when I first attended St Joseph's Convent School as a rather timid eight year old. She terrified me because she regularly told me off about my irregular uniform, but at the same time she looked such an amazingly beautiful nun with her face framed by a cute wrinkly bonnet and bow. She was the Junior 2 teacher and she really enjoyed teaching primary school children. She inspired them and made learning fun. Later she was directed, probably in obedience, to teach the Seniors' Biology and I am sure that she did not enjoy that challenge.

She was great fun as a young Sister and took us on wonderful adventures on Sunday afternoons. Sometimes she walked too far and then she had to work out how to return us safely in time for Benediction. On one of those expeditions, she looked longingly at Derbyshire's open moorland and said that she would like to build a hermitage at the top. This impressed me very much as a teenager, because she did not talk as much as some of the Sisters about religion, but seemed to live it.

As a young vibrant Sister she had quite a following of young people. She started Past Pupils Meetings both in Chesterfield and later in Swaffham. One of her former Chesterfield pupils flew all the way from the Isle of Man to greet her when she heard how ill she was. She had a great capacity for keeping in touch with pupils and the many foreign students who stayed with us. Recently in Zagreb, the Croatian Sisters were amazed that every evening another student would arrive to take Sr Margaret and Sr Thomas More out for supper. It was Sr Margaret who remembered all their names and kept in touch with them.

Not only could she remember names, but also the faces of Sisters from all around the world and match the two together. Her memory was excellent for facts and places as well, particularly strange sounding places in the many countries that she visited as Provincial of the Sacred Heart Province. One did not argue with Sr Margaret if she made a proclamation about names or places.

Sr Margaret was interested in the whole of the Congregation and showed her love by always being a willing participant. A naturally forthright person, she often found herself leading and organising other Sisters at international meetings. Her confident manner enabled her to express her point of view in public. If she was entrusted with a task, it would always be taken seriously and completed to the best of her ability.

She spent many an hour reviewing translations for the Congregation. One marathon she undertook with Sr Josefa was the translation of our prayer book. The computer was never her forte, but she kept in touch by hand-written letters with Sisters from many Provinces, keeping the Sacred Heart Province, England, well and truly on the map.

She was always hospitable and welcoming to visitors, particularly priests; and had a great heart for the Church and the Missions, being sensitive to the needs of the poor and under-privileged. Sr Margaret would remind us frequently of our mission in Rushooka, Uganda. There was always a 5p collecting jar in full view for the unsuspecting visitor.

She was very strict with her pupils and even other adults, but also strict with herself. Many would even say they were in awe of her as she said things as they were, and did not suffer fools gladly. As Headmistress in Swaffham for six years and then in Chesterfield for 18 years, she was a fair and just leader and good organiser, both pupils and staff respected her.

Always an energetic Sister, with a great capacity for scrubbing and cleaning, her habit tied up like a duck's tail, sleeves rolled back she was ready for anything, and no task was too menial for her. Indeed, she modelled self discipline, persistence and perseverance to other Sisters and one felt duty bound to follow her example.

Someone mentioned that Sr Margaret lived a simple lifestyle, all religious are bound to do that, but she kept her vow of poverty well as she did not seek the latest gadget to help her in her work. I am not even sure if she owed a camera, her most valued possession was her radio and she would avidly keep up with current affairs.

A prayerful person, she would observe our rules faithfully, and expect others to attain her high standards. She loved her vocation and fostered vocations in others. Her special devotion was to the Sacred Heart of Jesus, firstly through her name-sake Sr Margaret Mary whose name she took in religion, as well as the association with Swaffham and the Province.
Hymn singing was her passion, on pilgrimages, in the chapel and at religious meetings; one could always rely on Sr Margaret's loud tuneful voice to bring life and soul to these occasions.

Sister Margaret suffered many illnesses but bore them quietly and patiently, particularly her last fight with cancer. She was a very private and independent soul and she remained fully in control until the last few days of her life spent in the Lord's service for 60 years.

Ontem dia 24 de Agosto 2011 irmã Rogéria apagou mais uma velinha...

O blog parabeniza Ir. Rogéria, FDC, pela passagem de mais um ano vida. Que Deus continue abençoando está irmã que tanto se dedicou a vida religiosa na educação de crianças na promoção de vocações.

Pensamentos sobre Madri...


Hoje, a imprensa da Espanha, da Itália e de outros países comenta, admirada, a Jornada Mundial da Juventude. Fala de um Papa de 84 anos que atraiu dois milhões de jovens; fala da vitória da Igreja sobre o governo esquerdista e anticlerical da Espanha de Zapatero, fala do Papa que sabe falar aos jovens, fala da força da Igreja que renasce na Espanha...

Meu querido Leitor, é a mesmíssima imprensa que já afirmou repetidamente que Ratzinger não tem carisma algum, que a Igreja já não tem credibilidade nenhuma, que o escândalo dos padres pedófilos colocou por terra o período triunfalista de João Paulo II, que a Igreja entrou numa decadência sem fim e sem cura... A mesma imprensa que tinha certeza de que, sem João Paulo II, os jovens não mais se reuniriam em tamanha multidão...
Que lições devemos tirar de tudo isto? Aquelas que tenho recordado constantemente neste Blog: os cristãos não devem nunca interpretar as coisas de Deus a partir dos critérios do mundo, particularmente aqueles da imprensa! Nossa visão tem que ser a partir do Alto, a partir da cruz e da ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo!


Pense um pouco: (1) Os jovens não foram a Madri por causa de Bento XVI – como no passado não foram por causa de João Paulo II: os jovens foram por causa de Cristo, foram para encontrar Jesus! Um Papa nunca é, nunca pode ser uma atração: não dança, não canta, não requebra, não é sarado, não faz pirueta e não aparece sob efeitos especiais! E se fizer isso, não é o Papa, é a Xuxa! Os jovens foram, vão e irão sempre a esses encontros pela sede que consome seus corações: por causa de Cristo, vida da nossa vida e saciedade da nossa esperança! (2) Um Papa não tem que ser “carismático” no sentido mundano. Todo Papa é carismático, porque, uma vez eleito, recebeu o carisma, isto é a cháris, a graça própria do ministério petrino. Pode ser o comunicativo João Paulo II, o simpático João Paulo I, o bonachão João XXIII, o hierático e angelical Pio XII, o feioso Bento XV, o valente Pio XI, o melancólico Paulo VI ou o tímido Bento XVI. O verdadeiro católico não ama um Papa, não ama esse Papa, ama o Papa, escuta o Papa, obedece ao Papa – exatamente porque é o Papa, seja ele quem for! Para o católico todo Papa é Pedro, e basta!


(3) Essa multidão reunida não é, não deve ser e não pode ser uma prova de força da Igreja! Nossa força está unicamente na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo – é a mesma força da Semana Santa do ano passado, quando a imprensa acusava a Santa Igreja de Cristo de ser uma rede internacional de pedófilos e se diziam misérias contra o Santo Padre! Nossa força é Cristo, nossa vida é Cristo, nossa certeza é Cristo, nossa alegria e esperança é Cristo! (4) É verdade que Zapatero, adversário ferrenho do cristianismo, está passando – como passaram outros e passarão tantos outros. Ficará a Igreja, a Mãe católica amabilíssima, porque Cristo assim o quis e assim o prometeu! Mas, não devemos pensar aqueles jovens como um triunfo da Igreja sobre ninguém. O único triunfo que devemos buscar é o triunfo sobre o pecado nosso e do mundo inteiro! Se Zapatero é um inimigo externo da Igreja, também nós a prejudicamos com nossos pecados e egoísmos, com nossa tibieza e falta de amor... Os piores inimigos da Igreja estão dentro dela! (5) Quanto ao renascimento da Igreja na Espanha ou em qualquer parte do mundo, ele não pode ser medido por números, por multidões ou eventos... Somente o Senhor da Igreja conhece o número dos seus, somente ele sabe do vigor e da fraqueza de sua Santa Esposa, nossa Mãe católica! No entanto, se aquela multidão de jovens na casa dos vinte anos estava lá, significa que nas paróquias, nos grupos, nos movimentos, nas novas comunidades, nas congregações há uma Igreja viva, crente, orante, disposta a testemunhar o Senhor! Lembra do fermento na massa, do grão de mostarda, do tesouro escondido? Pois é, Jesus não erra nunca; Jesus sabe o que diz e sustenta o que fala! (6) Quanto aos elogios a Bento XVI, que sabe falar aos jovens, ele fala de Cristo com simplicidade, clareza e a convicção de quem experimentou o Senhor ao longo de toda a vida. Isto basta! Mais impressionante que aquela multidão escutando o Papa de 84 anos, é vê-la, junto com o ancião pontífice, silenciosa, contida, piedosamente reverente, ante um pedacinho de pão que esses católicos bobos afirmam ser o próprio Jesus imolado e ressuscitado, realmente presente neste mundo! Basta ver isso para perceber a força da fé, a atuação da graça e a esperança do mundo. (7) Para terminar, repito, mais uma vez: se fossem somente vinte jovens a comparecer a Madri, ainda assim Cristo estaria ali, vivo, atuante, potente, matando a sede de todo aquele que dele se aproxime.
Lembre dessas coisas, meu Leitor, quando daqui a pouco, por algum motivo, nalguma dificuldade, a imprensa novamente decretar que a Igreja está no fim, que o cristianismo passou, que a religião é coisa do passado... Então: firmes na fé, com os olhos fixos em Cristo!


 Escrito por Dom Henrique às 22h00
FONTE: costa_hs.blog.uol.com.br/index.html



quarta-feira, 27 de julho de 2011

ENCONTRO ANUAL DAS JUNIORISTAS DA PRONEVES




De 09 a 16 de julho de 2011, o encontro anual das Junioristas da PROVINCIA NOSSA SENHORA DAS NEVES DA CONGREGÇÃO DAS FILHAS DO AMOR DIVINO.

O referido encontro aconteceu na FAZENDA SERROTE DO AGUDO, nas proximidades da cidade de Catingueira, no Estado da Paraíba, num ambiente realmente apropriado para um período de estudo, reflexão e aprofundamento da caminhada vocacional, totalmente fora de toda e qualquer interferência de meios de comunicação (telefone, internet).

Unindo o útil ao agradável, as Junioristas tiveram maravilhosas oportunidades para lazer, brincadeiras, jogos e diversões, num clima de alegria contagiante ao lado de momentos sérios e exigentes para uma revisão de vida e tomada de decisão profunda para as etapas seguintes de sua formação.

Num total de doze (12) Junioristas, acompanhadas pela Mestra de Junioristas - Irmã M. Áquila Vieira de Lucena, elas contaram com a presença constante da Superiora Provincial - Irmã M. Nivalda Vasconcelos Montenegro.

O encontro foi assessorado por Irmã Áquila e Irmã M. Judith de Farias.

Tema do encontro: VAI! EU ESTOU CONTIGO! Vocação e compromisso à luz da Palavra de Deus, baseado no livro de Frei Carlos Mesters com este título.

                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                      
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     

Estatística do Blog AMOR DIVINO INFORMA

Muticom: Do Rio de Janeiro para Natal

O 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação já tem data e local. Será de 27 de outubro a 1º de novembro de 2013, em Natal, no Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito pelo arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, ao declarar encerrado, na noite desta sexta-feira, 22, o 7º Mutirão, realizado desde o dia 17 na PUC-Rio.

A sessão de encerramento começou pouco depois das 20h, no Ginásio da PUC, após uma missa presidida por dom Orani, na capela da universidade. No início da sessão, a Irmã Maria Alba fez breve avaliação do Mutirão.

Uma grande equipe veio de Natal ao Rio de Janeiro para participar e observar a dinâmica do Muticom já se preparando para acolher o próximo encontro. O coordenador da equipe, padre Edilson Soares Lopes, assistente eclesiástico da Pastoral da Comunicação de Natal, recebeu das mãos de dom Orani um tablet com todas as informações do 7º Muticom.

“Estamos recebendo com alegria esta função para sediarmos o 8º Mutirão que será na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Somos conscientes de que sediar o Mutirão implica um empenho muito grande e o envolvimento de muita gente”, disse padre Edilson. Ele enfatizou que ter consciência de que a responsabilidade do Muticom é da CNBB e que a arquidiocese de Natal fará tudo pelo êxito do próximo mutirão.

Dom Orani agradeceu aos organizadores do 7º Muticom e recordou o compromisso dos participantes. “Espero que todos levem o entusiasmo e a alegria deste Mutirão para suas comunidades. O que aprendemos aqui reverta para o bem de todos e do anúncio de Jesus Cristo”, sublinhou.

Os que ficaram para o encerramento do Mutirão foram brindados com a apresentação da bateria da escola de samba Beija-Flor.

Fonte: http://www.blogdacnbb.com/2011/07/muticom-do-rio-de-janeiro-para-natal.html

quinta-feira, 21 de julho de 2011

SECOBB: Bispo destaca importância dos meios de comunicação para a missão

A Missão Continental na perspectiva da comunicação foi a conferência proferida pelo bispo mexicano, dom Guillermo Ortiz Mondragón, na manhã desta quinta-feira, terceiro dia do Seminário de Comunicação para Bispos do Brasil (SECOBB). O evento reúne 65 bispos, no Rio de Janeiro (RJ), e é promovido pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e pela arquidiocese do Rio.

Dom Guillermo defendeu que a comunicação vai além de informação. “Cometemos um grave erro quando nos limitamos à informação”, disse. Para ele há a necessidade de uma “comunicação-diálogo”. “O diálogo supõe expressar, escutar, clarear, compreender, aprofundar, decidir”, esclareceu.
Segundo o bispo, a Missão Continental, proposta pela V Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe, realizada em 2007, em Aparecida (SP), é um acontecimento que parte de um ato comunicativo “que nos chama a ser comunicadores para suscitar em cada pessoa, seja fiel leigo, seja fiel consagrado, seja fiel ministro ordenado, a capacidade de comunicação com o Pai, o Filho e o Espírito Santo para que tenhamos vida”.

Ele considerou importante o uso dos meios de comunicação para a missão. “Os meios podem construir, criar redes e propiciar o diálogo para a comunhão, para a reconciliação e a paz. São, a partir desta perspectiva, instrumentos de evangelização e de promoção do Reino”, acentuou.

Fonte: http://www.blogdacnbb.com/2011/07/secobb-bispo-destaca-importancia-dos.html