quarta-feira, 13 de dezembro de 2017


POR QUE IR À MISSA AOS DOMINGOS? O PAPA RESPONDE

Cerca de sete mil pessoas participaram do encontro semanal com o Papa. Retomando o caminho de reflexões sobre a Missa, Francisco questionou hoje: ‘Por que ir à missa aos domingos?

 Foi no primeiro dia que Ele ressuscitou - Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam ‘o primeiro da semana’ e os romanos ‘o dia do sol’.
Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.

Domingo, dia do Senhor: é Ele que nos encontra - E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo.

“A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, disse o Papa, explicando:

É a missa que faz cristão o domingo - “Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.

Entretanto, recordou o Papa: “Infelizmente há comunidades cristãs que não podem ter Missa todos os domingos; mas também elas são chamadas a recolher-se em oração, nesse dia, ouvindo a Palavra de Deus e mantendo vivo o desejo da Eucaristia”.

“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro. O encontro dominical com Jesus dá-nos a

Concluindo, por que ir à missa aos domingos? “Não é suficiente responder que isto é um preceito da Igreja. Nós cristãos precisamos participar da missa dominical porque somente com a graça de Jesus, com a sua presença viva em nós e entre nós, podemos colocar em prática o seu mandamento e sermos testemunhas críveis”.

Mais ainda, a comunhão eucarística com Jesus ressuscitado antecipa aquele domingo sem ocaso em que toda a humanidade entrará no repouso de Deus. (Posted by NLira) 

O NATAL DESCRITO POR SÃO LUCAS 

Lucas foi discípulo de Paulo e detalhista nos seus escritos. Seu Evangelho relata os principais acontecimentos do nascimento de Jesus, que vão desde a Anunciação do Anjo à Maria, à visita de Maria à Isabel. O nascimento de João o Batista, até o estado do nascimento de Jesus. (Lc1, 1-80: 2,1-21).
O nascimento de Jesus começa com um decreto político. Quando Otaviano, o Imperador de Roma, também chamado de César Augusto resolve fazer um censo para saber quantos súditos havia em seu Império. Otaviano foi muito famoso e respeitado e o nome César Augusto se deve ao título que o equiparava a um deus. Tão era a veneração que o povo tinha para com ele. O mês de agosto ou augustus recebeu este nome em sua homenagem. Foi a partir de Otaviano que os demais sucessores do Império Romano receberam o título nobre de " divinus Augustus", todos os governantes de Roma queriam ser um "Augustus"

Então, Otaviano ou César Augusto decretou que todos fossem com suas famílias para se alistarem nas cidades de origem. E como José era da família do rei Davi, e, portanto, judeu, também teve que sair de Nazaré na Galileia, com sua esposa Maria, já grávida, e ir até Efrata ou Belém da Judeia para também se alistar. Nazaré ficava cerca de 120 Km de Belém. No extremo Norte da Palestina quase em divisa com a Síria. 
Mas você pode se perguntar: o que tem a ver o nascimento de Jesus com um ato político de Otaviano? - Pela lógica humana nada, pela lógica de Deus, tudo! - Pois o profeta Miqueias, setecentos anos antes de Cristo já havia profetizado que o Messias deveria nascer em Belém. (Miq 5, 2) - "E tu Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel meu povo!" - Deus age na história dos homens.
Assim sendo, Deus escolhe Maria e José, ambos de Nazaré, na Galileia, para serem os pais de Jesus. José era descendente do rei Davi, da raiz de Jessé. Casado com Maria assumiu ser o pai adotivo de Jesus, e como seu pai e para que se cumprisse a profecia e a promessa divina, aquela santa Família se dirigiu para Belém... Assim diz o texto de São Lucas (Lc2, 4 - 7): 
 ... (4) Também José subiu da Galileia para Nazaré, na Judeia, a cidade de Davi, chamada Belém. (5) para alistar com sua esposa Maria, que estava grávida. (6). Estando ali, completaram-se os dias dela. (7) E ela deu à luz a um filho primogênito, e, tendo envolvido em faixas colou-o num presépio, porque não encontraram lugar para eles em uma hospedaria. 
... Maria estava grávida, com seus nove meses, a viagem foi difícil, cansativa, tendo que pernoitarem pelo caminho. E quando chegaram a Belém, Maria já se encontrava em trabalho de parto. A cidade cheia, os hotéis cheios, não encontraram um lugar decente para Maria dar a Luz.
Tiveram que se contentar em se estabelecer em uma estrebaria, e ali, no meio dos animais, Jesus nasceu! (Fonte: http://elmandotoledo.blogspot.com.br/2011/12/o-verdadeiro-sentido-do-natal.html) – Posted by NLira

terça-feira, 12 de dezembro de 2017


A Caridade da Igreja Católica
A Igreja Católica é a Instituição que mais caridade fez e faz no mundo. 

Prof. Felipe Aquino

Muitas pessoas não sabem que a Igreja Católica é a Instituição que mais caridade fez e faz no mundo. Se a Igreja Católica saísse da África 60% das escolas e hospitais seriam fechados? Quando a epidemia de AIDS estourou nos EUA e as autoridades não sabiam o que fazer eles chamaram as freiras da Igreja para cuidar dos doentes porque ninguém mais queria fazê-lo.

No Brasil, até 1950, quando não existia nenhuma política de saúde pública eram as casas de caridade da Igreja que cuidavam das pessoas que não tinham condições de pagar um hospital?

A Igreja Católica mantém na Ásia: 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900 orfanatos; 2.960 jardins de infância.  Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de infância.  Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60 orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos; 2.370 jardins de infância.

Agora, “por que a Igreja não vende tudo o que tem para ajudar essas pessoas necessitadas? ” O Tratado de Latrão (1929), que o Vaticano assinou com a Itália impede a Igreja de vender o que está no Vaticano.
O tal “trono de ouro” do Papa, não é de ouro. É bronze dourado em madeira. Gian Lorenzo Bernini, o maior escultor do século XVII e também um extraordinário arquiteto, em 1657 começou o Trono de São Pedro, ou Cathedra Petri, uma cobertura em bronze dourado do trono em madeira do papa, que foi terminada em 1666. 
Mas vamos pensar que a Igreja deva vender tudo. Se for assim, talvez todos os museus de mundo também devam vender as suas obras artes para ajudar no combate à miséria. Talvez todos os países devam dar as suas riquezas e talvez todas as pessoas devam dar o que tem. Talvez você deva dar o seu computador que está usando agora para ajudar na luta contra a miséria. (Posted by NLira)


A HISTÓRIA DE SANTA LUZIA

Amanhã, dia 13 de dezembro, comemoramos o dia de Santa Luzia. Ela nasceu no ano de 280, na cidade litorânea de Siracusa, Itália. Seus pais eram nobres e cristãos. O pai, Lucio, faleceu quando Luzia era muito pequena. Sua mãe, Eutíquia, a educou. E, como cristã, sua mãe lhe passou a fé, o conhecimento de Jesus Cristo, ao amor ao próximo e a Deus.
Milagre de Santa Luzia - A mãe de Luzia era muito doente e sofria de uma forte hemorragia. Eutíquia procurou vários médicos. Nenhum, porém, conseguiu curá-la. Luzia, então, teve a ideia de levar sua mãe a Catania, cidade onde está o túmulo de Santa Ágata. O dia da festa da Santa estava próximo e Luzia sentia que se sua mãe colocasse a mão no tumulo de Santa Ágata, ficaria curada.
Muito fraca e doente, mas vendo a convicção da filha, a mãe aceitou. As duas, então, partiram para a cidade da Santa. No dia da festa, 5 de fevereiro de 301, após ler o evangelho, mais precisamente o milagre da mulher que tinha hemorragia há 12 anos e fora curada por Jesus quando tocou em seu manto Luzia, emocionada, propôs a sua mãe tocar no tumulo de Santa Ágata e ela concordou.
Quando sua mãe foi para o tumulo, Santa Ágata apareceu para Luzia e lhe disse: Luzia minha irmã, porque pedes a mim o que você mesma pode conseguir para sua mãe? Tua mãe já foi curada pela tua fé. E assim como a cidade de Catanha foi beatificada por mim, assim também por seu meio, será salva a cidade de Siracusa. Então, Luzia disse à mãe: Pela intercessão de S. Ágata, Jesus te curou. Nesse momento sua mãe sentiu que as forças lhe voltavam ao corpo e ficou curada.
Vida de Santa Luzia - A jovem Luzia, tocada pela graça de Deus disse que queria consagrar sua vida a Deus e fazer voto de castidade e fidelidade a Jesus. Além disso, ela iria entregar seu dote de casamento (uma pequena fortuna) e seus bens para os pobres. Sua mãe concordou.
Aconteceu, porém, que Luzia tinha um pretendente para casamento. E este não se conformou com a decisão de sua amada e a denunciou ao Governador Pascásio, acusando-a de ser cristã. O imperador Diocleciano tinha emitido um decreto autorizando punição exemplar para os cristãos. 
Santa Luzia foi julgada e condenada, e como dava total importância a virgindade e ao amor a Jesus Cristo, o governador mandou que a levassem a um prostíbulo, Santa Luzia rezou: quem vive casta e santamente, é templo do Espírito Santo, sem a minha vontade, a virtude nada sofrerá. Assim, nem dez homens juntos não conseguiram levantar Santa Luzia do chão.
O martírio de Santa Luzia - O governador, furioso, mandou matá-la ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre ela resina e azeite fervendo, mas nada aconteceu à jovem. Os carrascos continuaram com o seu martírio e lhe arrancaram os olhos. Daí vem a devoção a Santa Luzia como protetora dos olhos.
Antes de sua morte, Santa Luzia, ajoelhada em oração, disse: Senhor, eis que suplico paz para a Igreja de Cristo. Diocleciano e Maximiniano decairão do império, e como a cidade de Catania venera a Santa Águeda, também serei venerada por graça do Senhor Jesus Cristo, observando de coração os preceitos do Senhor.
Santa Luzia morreu no dia 13 de dezembro do ano de 304. Os cristãos de Siracusa a elegeram Padroeira da cidade e construíram um templo em seu nome.
Todo aquele que dá sua vida por causa de Jesus Cristo, ou que sofre castigos e morte por não renegar a fé em Cristo, é considerado mártir pela Igreja. Ela deu sua vida por Jesus Cristo e não renegou sua fé nem mesmo sabendo que morreria violentamente por causa disso. A palavra mártir vem do grego e quer dizer Testemunha. Os mártires testemunham Jesus com a própria vida.
Devoção a Santa Luzia - No ano de 1040 o General grego Jorge Mariace levou o corpo de Santa Luzia para Constantinopla a pedido da imperatriz Teodora. No ano de 1204 os cruzados venezianos reconquistaram o corpo de Santa Luzia e o levaram para Veneza, lugar em que está até hoje na igreja de São Jeremias, onde é venerado.
Oração a Santa Luzia - Ó santa Luzia, que não perdestes a fé e a confiança em Deus, mesmo passando pelo grande sofrimento de lhe vazarem e arrancarem os olhos, ajudai-me a não duvidar da proteção divina, defendei-me da cegueira não somente física, mas principalmente da cegueira espiritual. Atendei a este meu pedido. (Fazer o pedido).
Conservai a luz dos meus olhos para que eu tenha a coragem de tê-los sempre abertos para a verdade e a justiça, possa contemplar as maravilhas da criação, o brilho do sol e o sorriso das crianças. Ó minha querida, Santa Luzia, eu vos agradeço por terdes ouvido a minha súplica. Por Jesus Cristo, nosso amigo e irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém. Santa Luzia, rogai por nós. (http://cruzterrasanta.com.br/historias-de-santos.aspx?idsanto=95#c) Posted by NLira

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE



Nossa Senhora de Guadalupe apareceu pela primeira vez ao índio asteca Juan Diego. Na língua asteca, o nome Guadalupe significa, Perfeitíssima Virgem que esmaga a deusa de pedra. Os Astecas adoravam a deusa Quetzalcoltl, uma monstruosa deusa, a quem eram oferecidas vidas humanas em holocausto.

Nossa Senhora de Guadalupe, porém, veio para acabar com essa idolatria e mudar a vida
daquele povo sofrido. No ano de 1539, mais de 8 milhões de Astecas tinham abraçado a fé católica, convertendo-se e acabando com a idolatria pagã. No México e em todo o mundo, Nossa Senhora de Guadalupe é muito venerada.

A aparição de Nossa Senhora de Guadalupe – O índio Juan Diego estava no campo. Ele sofria por causa da grava enfermidade de seu tio a quem muito amava. Juan rezava por seu tio quando teve a visão de uma mulher com seu manto todo reluzente. Ela o chamou por seu nome e disse em nauátle, a língua asteca: Juan Diego, não deixe o seu coração perturbado. Eu não estou aqui? Não temas esta enfermidade ou angústia. Eu não sou sua Mãe? Você não está sob minha proteção?

A Senhora pediu, então, que o índio fosse revelar sua mensagem ao Bispo local. A mensagem de que Ela iria acabar com a serpente de pedra, e que o povo do México iria parar com os holocaustos e se converter a Jesus Cristo. Além disso, deveria ser construída uma Igreja no local das aparições.

O Milagre de Nossa Senhora de Guadalupe - O Bispo não acreditou no índio, mas ordenou que ele pedisse um sinal à Senhora para provar a veracidade da história. Quando Juan Diego voltou para o campo, Nossa Senhora de Guadalupe apareceu novamente a ele. Este lhe contou sobre a desconfiança do Bispo, porque Maria tinha pedido que fosse construída também uma grande igreja naquele local.

Maria sorrindo, pediu a Juan Diego que subisse ao monte e enchesse seu poncho com flores. Era inverno. A neve recobria os campos. Naquela época, não nasciam flores naquela região do México. Juan Diego sabia disso. Porém, mesmo assim obedeceu. Chegando ao alto do monte em meio à neve, ele achou uma grande quantidade de flores cheias de grande beleza. Ele apanhou muitas flores, encheu seu poncho e foi levá-las ao Bispo.

O Segundo Milagre - Com dificuldade Juan Diego foi recebido pelo Bispo. Ele tinha seu poncho ou sua Tilma, dobrado cheio de rosas. Então, ele abriu a tilma e as flores caíram no chão. Quando o Bispo viu, ainda não acreditou. Então, para espanto de todos os que estavam na sala, no poncho do índio estava estampada a bela imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, como o índio tinha revelado ao Bispo. Todos na sala acreditaram, inclusive o bispo. Desse momento em diante, tudo mudou.

O fato causou grande comoção em todo o povo mexicano. Logo foi construída uma grande Igreja no local indicado por Nossa Senhora e o poncho de Juan Diego com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe impressa foi levado para ser venerado. Guadalupe se tornou o grande Santuário do México, e a devoção a Nossa Senhora de Guadalupe se estendeu por toda América Latina. Em 1979, o Papa João Paulo II consagrou Nossa Senhora de Guadalupe, como Padroeira da América Latina.

Estudos sobre o poncho - Estudos realizados sobre o poncho do índio Juan Diego, revelam que a pintura não foi feita por materiais existentes na natureza e nem fabricados pelo homem. Nos olhos de Maria, dentro da Iris e da pupila, vê-se a cena em que o índio abre sua tilma na sala do bispo, com todas as pessoas presentes na sala conforme foi descrito em documentos posteriores. Tem uma família de um lado, o índio e o Bispo do outro. O olho reflete a luz como o olho humano.

Em janeiro de 2001, o engenheiro peruano, José Aste Tonsmman, revelou o resultado da pesquisa de 20 anos, com a ajuda da NASA. Os olhos da imagem ampliados 2,500 vezes, mostram umas 13 pessoas, crianças, mulheres, o Bispo e o próprio índio Juan Diego, no momento da entrega do poncho ao Bispo.

Richard Kuhn, prêmio Nobel de química, descobriu que a imagem não tem corantes e que após 470 anos continuam com seu brilho. O pano do poncho não dura mais do que 20 anos e começa a se desfazer, o que não acontece com o poncho do milagre, que já dura quase 500 anos. Concluíram que, o que forma a imagem de Nossa Senhora não é pintura. A fibra do ayate, cacto, são suportaria as tintas da época. Além disso, não existe esboço ou marca de pincel.

Milagres de Nossa Senhora de Guadalupe - Grandes milagres aconteceram ao longo dos 500 anos de história da aparição de Nossa Senhora de Guadalupe. O povo sofrido do México teve sua esperança renovada com esta visita e permanência de Nossa Senhora em suas terras.

Nossa Senhora, em um ato de delicadeza, apareceu como uma índia, morena, vestida como uma índia grávida. Em sua roupa está retratado o céu com a posição das estrelas do dia em que ela apareceu. Os astecas sabiam reconhecer estes sinais e isso foi decisivo para que a conversão daqueles povos acontecesse em massa.

Oração a Nossa Senhora de Guadalupe - Perfeita, sempre Virgem Santa Maria, Mãe do verdadeiro Deus, por quem se vive. Mãe das Américas! Tu que na verdade és nossa mãe compassiva, te buscamos e te clamamos. Escuta com piedade nosso pranto, nossas tristezas. Cura nossas penas, nossas misérias e dores. Tu que és nossa doce e amorosa Mãe, acolhe-nos no aconchego de teu manto, no carinho de teus braços. Que nada nos aflige nem perturbe nosso coração. Mostra-nos e manifesta-nos a teu amado filho, para que Nele e com Ele encontremos nossa salvação e a salvação do mundo. Santíssima Virgem Maria de Guadalupe, faz-nos mensageiros teus, mensageiros da vontade e da palavra de Deus. Amem.  (Fonte: http://cruzterrasanta.com.br/historias-de-santos.aspx?idsanto=45#c) - Posted by NLira


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017



NILZETE E MARINALDO CONFIRMAM SEU AMOR DIANTE DE DEUS E DOS HOMENS 

Uma cerimônia simples, mas de muito bom gosto, marcou, o enlace matrimonial de Nilzete Palhares e Marinaldo, na manhã deste último domingo, (10/Dez/2017), na Capela do Colégio das Neves. A celebração foi presidida pelo Padre Francisco Motta e contou com a presença de familiares e amigos dos noivos. A cerimônia ainda contou com a presença das Filhas do Amor Divino e os Seguidores do Carisma da Congregação Religiosa FDC.

Após a cerimônia, o casal recebeu os cumprimentos no Espaço de Festas do Colégio das Neves, lugar onde foi servido um almoço a todos os amigos que prestigiaram este momento de alegria, no qual Nilzete e Marinaldo confirmaram o seu amor diante de Deus e dos homens.
O casamento religioso é uma celebração na qual se estabelece o vínculo matrimonial segundo as regras de uma determinada religião. Submete-se tão somente às regras da respectiva religião e não depende do seu reconhecimento pelo Estado ou pela lei civil para ser válido no âmbito da religião em questão.
Na Igreja Católica, o casamento é considerado como um pacto matrimonial, com o objetivo de um homem e uma mulher constituírem entre si, uma íntima comunidade de vida e de amor, fundada e dotada de suas leis próprias pelo Criador
Segundo o Catecismo da Igreja Católica, desde o princípio da humanidade, o Matrimônio é uma instituição natural estabelecida pelo próprio Criador. A Igreja reconhece que o matrimônio é uma vocação cristã e, para os esposos, um caminho de santidade.




FELIZ ANIVERSÁRIO 
Ainda é tempo de rendermos graças a Deus pela vida de Irmã Ana Regina de Sousa cujo aniversário foi comemorado neste domingo, dia 10/dezembro/2017. 

O aniversário de Irmã Ana Regina foi devidamente comemorado com um jantar na Casa das Irmãs (Colégio das Neves), contando com a presença das Filhas do Amor Divino, Seguidores do Carisma das FDC e os amigos da Irmã. 

As Filhas do Amor Divino, de Norte a Sul, de Leste a Oeste agradecem ao Senhor da Vida o dom de sua vida, tão preciosa, ao mesmo tempo em que lhe desejam os melhores votos de felicidades e de uma vida longa.
Parabéns Irmã Ana Regina!










quinta-feira, 7 de dezembro de 2017


O significado de Advento




A palavra Advento tem origem no antigo latim, idioma utilizado pela Igreja Católica até o Concílio Vaticano II, e provém de “adventum”, cujo significado é vinda, chegada, referindo-se às suas celebrações.

Na Igreja Católica, o advento se refere às quatro semanas que antecedem o Natal, um período litúrgico que celebra a vinda de Jesus Cristo, considerando sempre em primeiro lugar seu nascimento em Belém da Judéia e, de acordo com as profecias bíblicas, evocando seu retorno no Dia do Juízo Final.
As quatro semanas do Advento celebram a purificação do corpo e do espírito, preparando para a chegada do Divino Mestre, e mantém um caráter penitencial, utilizando o roxo nos paramentos utilizados durante as celebrações, lembrando que é o tempo adentrar o novo ano litúrgico, marcado pelo primeiro domingo do Advento.
Mesmo sendo considerado um período de penitência e limpeza espiritual, o Advento deve ser sempre um período de júbilo e alegria para os cristãos, já que alimenta a esperança da volta do Messias através da celebração de seu nascimento.
O período do Advento, dentro da liturgia católica, tem início no domingo logo após o dia 30 de novembro e tem o seu encerramento na véspera do Natal, 24 de dezembro. De acordo com a tradição católica, o Advento simboliza a espera de Maria pelo nascimento de Jesus, anunciado pelo Anjo Gabriel em uma visão em que lhe dizia que estava para receber em seu ventre o Filho de Deus.
Coroa do Advento - A coroa do Advento surgiu pela primeira vez em Hamburgo, na Alemanha, no final do século XIX, sendo adotada por toda a Igreja Católica para simbolizar Jesus Cristo, a luz que venceu as trevas e suplantou a morte.
Feita com galhos verdes de abeto, a coroa do Advento forma um círculo em que são colocadas 4 velhas representando as quatro semanas o tempo litúrgico antes do Natal, e é colocada ao lado do altar, nas igrejas, ou em qualquer local que esteja sempre visível aos fiéis, para lembrar o tempo do Advento.
Repleto de simbolismos para os fiéis, a coroa do Advento, em sua forma circular, traz a representação da eternidade e sua cor verde demonstra a vida e a esperança em Deus, que também é lembrado através de uma fita vermelha, simbolizando o seu amor pela humanidade e o amor que as pessoas devem manter umas com as outras, enquanto esperam o nascimento de Jesus. (Posted by NLira) https://www.significadosbr.com.br/advento

A Imaculada Conceição da Virgem Maria no mistério da Redenção em Jesus Cristo




A solenidade da Imaculada Conceição está em perfeita sintonia com o espírito do tempo do Advento. Pois, enquanto a Igreja se prepara para a vinda de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, é justo fazer memória daquela Mulher, a Virgem Imaculada, que foi concebida sem qualquer mancha de pecado, porque Deus Pai a escolheu para Mãe de seu Filho.

A vocação de Maria Santíssima está em um lugar de evidência na história da salvação da humanidade. Pois, ela é o primeiro fruto da redenção, porque foi preservada de toda mancha do pecado original, em virtude dos merecimentos de Jesus Cristo. No entanto, o privilégio da Imaculada Conceição não significa apenas a ausência do pecado, mas também e principalmente a plenitude da graça, que nos foi revelada pelo Arcanjo São Gabriel: “Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo” (Lc 1, 28).

A Imaculada Conceição e a plenitude da graça em Maria - Deus adornou a Virgem de Nazaré com dons dignos da mais elevada missão concedida a uma simples criatura: ser Mãe de Deus. Por isso, os Santos Padres chamavam a Mãe de Deus de “toda santa” e “imune de toda a mancha de pecado”, visto que o próprio Espírito Santo a modelou e fez dela uma nova criatura. Enriquecida, desde o primeiro instante da sua Conceição Imaculada, com os esplendores de uma santidade singular, Nossa Senhora é saudada pelo Arcanjo, da parte de Deus, como “cheia de graça” (Lc. 1, 28).
A saudação angélica: “Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo” (Lc 1, 28) constitui o mais válido testemunho da Imaculada Conceição de Maria. Pois, a Virgem não seria “cheia de graça”, em sentido pleno, se o pecado tivesse manchado a sua alma, ainda que fosse por apenas um instante.
A Virgem Santíssima começou a sua existência adornada de uma riqueza de graça muito mais abundante e perfeita do que a que obtiveram os demais santos e santas até o fim de suas vidas. Ao considerarmos a sua fidelidade absoluta e a sua disponibilidade total aos desígnios de Deus, podemos intuir a sublimidade do amor e da comunhão de Maria Santíssima com o Altíssimo, “levando vantagem a todas as demais criaturas do céu e da terra”.
O texto evangélico que nos apresenta Maria como a “cheia de graça” (Lc 1, 28) está em plena consonância com a carta aos Efésios:
Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo, e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos. No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade, para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado (Ef 1, 3-6).

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

BIOMAS BRASILEIROS E VALORES SOCIAIS SERÃO DESTAQUES EM ESPETÁCULO INFANTIL NO TEATRO RIACHUELO

A importância de preservar os biomas brasileiros e cultivar os valores sociais serão destaques, nesta terça-feira (5), no tradicional espetáculo cultural de fim de ano do Colégio Nossa Senhora das Neves. Com o mote "Cultivando Valores em Defesa da Vida", a apresentação segue a temática da Campanha da Fraternidade 2017 e envolverá cerca de 400 atores mirins da escola. A peça será apresentada no Teatro Riachuelo, em Natal, às 19h.

Com projeção mapeada, o espetáculo infantil passeia pelos biomas Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal, ao mesmo tempo em que convida o público a cuidar dos ecossistemas, por meio das apresentações musicais e coreografias dançantes. A peça também ovaciona a importância de se cultivar os valores sociais como amizade, honestidade, o respeito ao próximo e a natureza, ensinamentos repassados pela instituição aos estudantes há 85 anos.

A encenação tem aproximadamente duas horas de duração e é formada pelos alunos do Berçário ao Nível 5 da Educação Infantil. Durante a apresentação, meninos e meninas têm a oportunidade de vivenciar no palco a experiência de atuar e a responsabilidade de se apresentar para expectadores de diferentes faixas etárias, depois de dois meses de preparação artística.

Assessor da CNBB apresenta projeto em Natal

Nesta quarta-feira, 6, a partir das 9 horas, na sala da coordenação arquidiocesana de pastoral, situada no Centro Pastoral Pio X (subsolo da Catedral), haverá reunião para tratar do “Projeto Rota da Vida: juventude em missão”, da Conferência Nacional dos  Bispos do Brasil (CNBB). A reunião vai contar com a participação do Padre Antônio Ramos Prado (Pe. Toninho), assessor da comissão da juventude, da CNBB. 

O projeto visa dar um passo ao aprofundamento da realidade Juvenil no Brasil, a partir do Mapa da Violência 2016, disponível no site  www.mapadaviolencia.org.br. O Rota da Vida desenvolverá diversos encontros em estados brasileiros e o material será coletado por meio de reuniões e entrevistas estabelecidas, visando o desenvolvimento de uma cultura de paz e políticas públicas que respondam às necessidades apresentadas. 

Os fóruns serão realizados nos estados de Alagoas, Ceará, Sergipe, Rio Grande do Norte, Maranhão, Espírito Santo  e Goiás,  que se destacam pela quantidade de jovens ceifados de acordo com o último levantamento

Nota dos Bispos do RN sobre a Universidade Estadual

Excelentíssimo Senhor
Robinson Mesquita de Faria
Governador do Estado do Rio Grande do Norte
Não é de hoje que a Igreja Católica, como parte da sociedade potiguar, vem acompanhando as manifestações da sociedade em defesa da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, as quais vêm ganhando cada vez mais notoridade, em função dos últimos acontecimentos, envolvendo servidores dessa tradicional Instituição de Ensino Superior e o Governo do Estado.
No cerne de todo esse processo, está a luta por melhores condições de trabalho e estudos, além da permanência da UERN como instituição de ensino pública, gratuita e de qualidade, cujo legado revela seu importante papel no desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Norte e na transformação social da população, deste estado, especialmente a mais carente. Mais recentemente, não deixando de considerar a relevância dos demais temas, a pauta reivindicativa dos que fazem a UERN, pelo que nos tem sido anunciado, gira em torno do pagamento, por parte do Governo do Estado, dos salários dos servidores, garantindo-lhes o direito de proverem a si e a seus familiares, por meio do seu trabalho, o que torna a causa legítima, justa e digna.
Diante desse contexto e do entendimento de que a Igreja tem grande responsabilidade social, ao assumir uma postura ativa no desenvolvimento, entre os cristãos, do espírito de participação na construção de uma sociedade sempre melhor, mais justa e capaz de promover a paz e o bem-estar social, os Bispos do Rio Grande do Norte, reunidos, hoje, em Mossoró, vêm respeitosamente, solicitar a Vossa Excelência uma audiência para tratar da atual situação da UERN, assim como dos demais servidores e pensionistas do Estado. Nessa audiência, estaremos acompanhados de representantes dos Padres do Estado.
Mais do que buscar compreender a temática em tela, a Igreja Católica objetiva contribuir na construção de caminhos para a solução do problema que ora se apresenta.
Antecipadamente, manifestamos nossos agradecimentos pela atenção em atender a esta demanda, colocando-nos à disposição.
Mossoró-RN, 5 de dezembro de 2017
Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo de Natal
Dom Mariano Manzana
Bispo da Diocese de Mossoró
Dom Antônio Carlos Cruz Santos
Bispo da Diocese de Caicó

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

terça-feira, 28 de novembro de 2017



FILHAS DO AMOR DIVINO PARTICIPAM DE ENCONTRO E MOVIMENTO VACIONAL  

NÓS, Filhas do Amor Divino nos dedicamos ao Reino de Deus servindo aos irmãos e irmãs que nosso Senhor nos confia e para esta missão precisamos de Vocações. Assim sendo, temos o MOVAD - Movimento Vocacional das Filhas do Amor Divino, no qual nos dedicamos a trabalhar o discernimento com as jovens que se sentem chamadas à Vida Religiosa, procurando fazer a ponte entre elas e Deus, sendo que tal decisão é tomada entre as jovens e Nosso Senhor.

Temos os encontros nas casas da Província que podem ser realizados de forma semanal, quinzenal ou mensal, dependendo da disponibilidade das Irmãs e também das Vocacionadas. Durante o decorrer do ano temos dois encontros na sede da Província em Emaús-Parnamirim. Estes encontros ocorrem geralmente no mês de abril ou maio, quando realizamos o Movad, ocasião em que trabalhamos um determinado tema com as jovens que estão a mais tempo sendo acompanhadas. Em outubro realizamos o Movadão, com as jovens que estão a mais tempo e a menos tempo. Estes encontros começam na sexta à noite e terminam no domingo com o almoço.

Na sexta-feira que antecede o Movad e o Movadão participamos do Enav, momento no qual é trabalhado com as Irmãs responsáveis pelo Movad local, um determinado tema, que sempre é pensado para ajudar no discernimento vocacional, humano e espiritual das animadoras. Também no início de cada ano temos um Enav de três dias, só com as animadoras, aproveitando o ensejo para a formação delas. Esse é um momento de animação e partilha entre nós.

As fotos postadas mostram momentos vivenciados durante a realização do Enav e Movadão de outubro/2017, sendo que na sexta-feira realizou-se o Enav, onde foi discorrido o tema: Integração do humano e espiritual da Animadora Vocacional, tendo a assessoria da Psicóloga Rosilene Vasconcelos de Sá. No Movadão, por sua vez, foi trabalhado o tema: Madre Francisca - Espiritualidade e Missão, trabalhado por Irmã Áquila Vieira de Lucena.

Também tivemos momentos de Oração e animação, preparados com muito carinho e cuidado, tanto pelas Irmãs, quanto pelas Vocacionadas. O Enav realizou-se no dia 19 de outubro e o Movadão nos dias 20 e 21.





AS FILHAS DA CARIDADE DIVINA COMEMORAM 150 ANOS


Em 21 de novembro de 2017, Monsenhor Edmund J. Whalen, diretor da Mons. Farrell High School, comemorou a abertura da Missa de Ação de Graças para o 150º aniversário da Fundação das Filhas da Divina Caridade. Este evento iniciará o longo período de gratidão para a nossa Fundadora, a Congregação e os membros da Congregação das Filhas da Divina Caridade, especialmente a Província da Sagrada Família. A celebração eucarística ocorreu às 4:00h da mnhã, na Capela na Casa Provincial, conhecida pela comunidade local como St. Joseph Hill Convent.
A Serva de Deus, Madre Franziska Lechner, conhecida como "Franzi" em seus primeiros anos na Áustria, teve um sonho que transformaria a vida de muitas mulheres especialmente jovens em todo o mundo. Desde a sua juventude, Deus a preparava para cumprir seu desejo de "tornar o Amor de Deus visível" e efetuar a vida de todos os que experimentariam seu cuidado e exemplo amoroso de satisfazer as necessidades de corpo e alma, o que, por sua vez, inspirou sua jornada de fé e Confiança no Divino.
Providência
Em 25 de outubro realizou-se uma cerimônia eucarística especial e uma cerimônia de iluminação de velas em Breitenfurt, na Áustria, na Capela de nossa casa de São José, onde residem as enfermeiras e Irmãs idosas. Após a Missa, os Superiores Provinciais, Vice-Provinciais e Representantes de cada uma das sete Províncias e três Vice-Províncias continuaram em procissão à cripta de nossa Fundadora, enquanto recitavam o Rosário. Uma vez dentro da cripta, rezamos e refletimos sobre nossa rica história e unidade global. Recebemos as velas para levar de volta às nossas respectivas Províncias como símbolo da unidade em comunidade, assegurando o legado e a missão da nossa Fundadora.
A Congregação das Filhas da Caridade Divina com uma participação de aproximadamente 1005 irmãs tem conventos em toda a Europa, África, Brasil e Estados Unidos da América.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Papa aos franciscanos: comunhão com Deus, as pessoas e a Criação

O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta quinta-feira (23/11), na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 400 membros da família franciscana da Primeira Ordem e Terceira Ordem Regular.
O Pontífice iniciou o seu discurso agradecendo aos franciscanos pelo que fazem em favor dos pobres e desfavorecidos do mundo.
«Todos, da mesma forma, sejam chamados menores.» “Com essa expressão, São Francisco de Assis não fala de algo facultativo para os seus irmãos, mas manifesta um elemento constitutivo de sua vida e sua missão”, disse o Papa à família franciscana.
“Em sua forma de vida, o adjetivo “menor” qualifica o substantivo “irmão”, dando ao vínculo da fraternidade uma característica e qualidade própria: não é a mesma coisa dizer “irmão” e dizer “irmão menor”. Por isso, falando de fraternidade é preciso considerar esta característica típica franciscana da relação fraterna que exige de vocês um relacionamento de “irmãos menores”, disse o Papa.
“De onde veio a inspiração a São Francisco de colocar o adjetivo “menor” como elemento essencial de sua fraternidade?”, perguntou o Pontífice.
“Este é para vocês como um lugar de encontro e comunhão com Deus; como lugar de encontro e comunhão com os irmãos e com todos os homens e mulheres; como lugar de encontro e comunhão com a criação.”
Segundo o Papa, uma característica da espiritualidade franciscana “é a de ser uma espiritualidade de restituição a Deus”.
“Todo o bem que existe em nós ou que nós podemos fazer é um dom Daquele que para São Francisco era o Bem, «todo o bem, o sumo bem» e tudo é restituído ao «altíssimo, onipotente e bom Deus». Fazemos bem através da oração, quando vivemos segundo a lógica evangélica do dom que nos leva a sair de nós mesmos para encontrar os outros e acolhê-los em nossa vida.”
Segundo o Papa, se vive o adjetivo ‘menor’ “como expressão da pobreza que os franciscanos professam, quando se cultiva um espírito de não se apropriar das relações, quando se valoriza o que há de positivo no outro, como dom que vem do Senhor; quando, especialmente, os ministros exercem o serviço da autoridade com misericórdia, conforme expressa magnificamente a carta a um ministro, a melhor explicação que nos oferece São Francisco do que significa ser menor em relação aos irmãos que nos foram confiados”.
Para o Santo de Assis, “a criação era como um livro esplêndido em que Deus nos fala e nos transmite alguma coisa sobre a beleza. A criação é como uma irmã, com a qual partilhamos a existência, e como uma mãe que nos acolhe em seus braços”.
“Hoje, esta irmã e mãe se rebela porque se sente maltratada. Diante da deterioração global do ambiente, peço a vocês para que como filhos do Pobrezinho de Assis, entrem em diálogo com toda a criação, oferecendo-lhe a sua voz para louvar o Criador, e como fazia São Francisco, tenham por ela um cuidado especial, superando todo cálculo econômico ou romantismo irracional. Colaborem com todas as iniciativas em prol do cuidado da Casa comum, recordando sempre a relação estreita entre os pobres e a fragilidade do planeta, entre economia, desenvolvimento, cuidado da criação e opção pelos pobres”, concluiu o Papa.
Por Rádio Vaticano

Nossa Senhora e a Eucaristia

O Papa João Paulo II escreveu o documento Ecclesia de Eucharistia falando da extrema ligação de Nossa Senhora com a Eucaristia. Há um nexo profundo entre Maria Santíssima e a Eucaristia; o próprio Papa João Paulo II afirma que Ela foi o primeiro sacrário do mundo, por essa razão, Ela em tudo tem a ver com Jesus Eucarístico. A primeira coisa que o saudoso Pontífice nos recorda é que Maria não estava presente no momento da instituição da Eucaristia, na Santa Ceia, pois não era o papel dela estar lá, mas através de sua intercessão, realizou-se o milagre da transubstanciação pelo poder do Espírito Santo.

O que faz um homem ser homem? É a beleza física? A cor dos seus cabelos? O formato de sua orelha? Nada disso. O que o faz ser homem é algo que não se vê, é a alma! É a essência de alguém que o faz ser quem é. Assim, quando vemos a hóstia branca, redonda, de diversos tamanhos, não fazemos conta da essência, da substância e é isso que acontece no momento da transubstanciação, ou seja, a transformação da substância vinho e pão para Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Jesus se torna acessível às pessoas na comunhão. Todos podem receber a Eucaristia, independentemente de sua condição física ou psicológica. Deus quis que você recebesse o Corpo, a Alma e a Divindade de Cristo. É Jesus, que se esconde e se aniquila através da Eucaristia.
Só há um caso em que o Senhor não está na hóstia: é quando o trigo ou o vinho se estragam, deixando de ser pão e vinho, não tem como ser Jesus. Jesus não “está” no pão, Jesus é o Pão Consagrado. Quantas vezes, Ele entra na boca de um bêbado e até de alguém que não está preparado para recebê-Lo na comunhão.
Quando compreendermos o amor de Jesus por nós, nosso desejo pela Eucaristia será maior. Hóstia significa “vítima oferecida em sacrifício”. Cristo deu o poder aos sacerdotes para consagrarem a substância do pão e do vinho em Corpo e Sangue d’Ele por inteiro, é a palavra de Cristo pelo sacerdote. O sacramental é aquilo que depende de nossa fé; mas, o sacramento é diferente, pois, por exemplo, no sacramento do batismo a criança não precisa ter fé para acontecer a graça, pois é Deus quem opera.

PROF. FELIPE AQUINO