segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O Sapientia!


Ó Sabedoria! É assim que a Igreja dirige-se a Cristo, o esperado, o prometido, neste primeiro dia da Semana Santa do Natal. Ele é, de fato a Sabedoria do Pai! Quem poderia imaginar que o Messias prometido, ansiado por Israel e até pelos pagãos, seria o próprio Deus? Somente em sua infinita sabedoria, Deus poderia ter firmado tal propósito, somente em sua infinita sabedoria Deus poderia realizar algo tão grande! 

Que Ele tenha escolho Abraão como "pai de todos", que tenha libertado seu povo da escravidão do Egito enviando Moisés, que tenha vencido os inimigos por Eliseu, Sansão, Gideão, Elias, Davi e tantos outros, dá pra imaginar e entender. Mas que tenha descido do céu em favor de um povo de cabeça dura e coração dúbio, que tenha se feito criança, pequeno e frágil, sujeito aos limites e condições humanas, que tenha crescido como eu e você... que tenha enfrentado a paixão e a morte... é pura Sabedoria! E mais, é desta forma que ent
endemos que Ele, Jesus, é a própria Sabedoria do Pai. Pois quando ouviu do Pai: "quem enviarei?", respondeu: "Eis-me aqui, envia-me!" (cf. Is 6,8). 

Sabedoria saída da boca do Altíssimo! Sim! Proferida pelo Pai, princípio de tudo! Pois, "no princípio era o Verbo (Verbum = Palavra) e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (...) E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade." (cf. Jo 1,1.14). Por isso: Verbo saído da boca do Altíssimo, da grandeza do Pai, da mesma substância do Pai! Jesus, "só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo!" 

Tudo, todas as coisas "foram feitas por Ele, e nada sem Ele foi feito de tudo o que existe!" (Jo 1,3). E mais, "E quando eu for levantado da terra, atrairei todos os homens a mim." (Jo 12,32). Na suavidade e na firmeza de sua obediência, realizou a obra da salvação! "Quem poderia acreditar nisso que ouvimos? A quem foi revelado o braço do Senhor?" (Is 53,1). 

O Senhor nos reconstruiu a partir das ruínas do pecado e é com Ele que nos tornamos prudentes e fiéis. "É com sabedoria que se constrói a casa, pela prudência ela se consolida." (Pr 24,3). 

Jesus, Sabedoria do Pai, vinde ensinar-nos o caminho da prudência!










Padre Thiago Henrique Soares Pinto Tavares*
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Reitor do Seminário São João Maria Vianney - Palmeira dos Índios, AL
Pároco da Catedral Diocesana de Palmeira dos Índios, AL
Vigário Judicial da Diocese de Palmeira dos Índios 
Diretor do Colégio Diocesano Sagrada Família - Palmeira dos Índios, AL
Diretor Espiritual Diocesano do Encontro de Casais com Cristo

Mais um grupo de AAD na PRONEVES



Nilzete Palhares, ex-FILHA DO AMOR DIVINO inaugurou um GRUPO DE ASSOCIADOS AMOR DIVINO EM NATAL. Com muita competência, alicerçada no que aprendeu e viveu na Congregação, Nilzete liderou o 1º encontro deixando todos os participantes entusiasmados e esperançosos. No final do encontro, todos falaram da alegria e esperança a partir deste encontro, com o compromisso de divulgar e levar adiante o projeto. Parabéns Nilzete. Madre Francisca Lechner e as Mártires do Drina devem estar radiantes lá no céu, agradecendo ao Senhor os dons que Ele lhe cumulou. Nilzete tem também o dom da arte e da música, o que muito ajudará na animação e dinamização do grupo.

 

A verdadeira decoração do natal


“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.” (I Cor 6, 12)
O Natal se aproxima e o clima de festa vai desde as ruas da cidade até nossas casas. É tempo de deixar o ambiente diferente, decorado, iluminado, propício para a chegada de Jesus. Junto com este clima alegre e familiar cresce também o consumismo, a preocupação com o exterior, com os presentes, com a decoração da casa, etc.
Falando de decoração e da preparação de nossas casas para este tempo tão importante, vale aqui uma dica e uma atenção redobrada no que realmente estamos levando para decorar as nossas casas.
Tome cuidado, pois nem todo objeto criado pela indústria lucrativa do natal é verdadeiramente cristão. Hoje, estamos vendo uma verdadeira mistura de objetos natalinos que, na verdade, não tem nada de cristão, como por exemplo: duendes, fadas, anjos cabalísticos, e até mesmo o papai noel no lugar de Jesus.
Aqui vão algumas dicas e significados de objetos e símbolos que nos ajudam a viver melhor este clima do Natal.
- Dê preferência e destaque ao presépio, ele é bíblico e nos ajuda a viver o verdadeiro clima do Natal que é o nascimento de Jesus
- O pinheiro de natal aponta para o céu e é sinal de esperança, nos lembra que Jesus é a árvore, nós somos os ramos, e que todos fazemos parte do corpo de Cristo.
- Os Sinos são objeto que simbolizam o despertar de um novo tempo, o Verbo que se fez carne a armou a sua tenda no meio dos homens.
- As bolas coloridas geralmente colocadas nos pinheirosde natal representam os dons e os frutos que recebemos de Deus por estarmos ligados à verdadeira videira que é Cristo.
- A estrela representa a estrela que nos céus guiou os magos até a presença de Jesus em Belém
- Velas e luzes: a luz, seja ela representada na vela ou nos mais modernos pisca-piscas, tem um único significado, Jesus é a Luz que vindo ao mundo ilumina todo homem.
- Guirlanda de natal: foi primeiramente inspirada na Coroa do Advento ( coroa de ramos verdes com 4 velas, cada uma representando um domingo do advento). Aos poucos as pessoas começaram a levar também este símbolo para as suas casas e colocá-la nas portas, para mostrarem que estavam vivendo este tempo de advento, de espera.
- Cores do natal são o verde e o vermelho. O verde representa a esperança que nos traz o Menino Jesus, pois o Messias está entre nós. O vermelho representa o grande amor com que nos amou o Pai, enviando o seu próprio Filho para nos salvar.
- Os presentes ao pé da árvore: o gesto da troca de presentes também é um síbolo cristão, pois da árvore que representa o próprio Cristo é que vem todos os presentes de nossas vidas, sobretudo o grande presente que é Ele mesmo.
- A Ceia de Natal: As festas judaicas eram marcadas por uma ceia. Quando acontecia uma ceia para os Judeus significava um acontecimento importante e que merecia ser festejado. Esta tradição também foi passada para nós cristãos, tanto que fazemos a ceia Pascal e a ceia do Natal, as duas maiores festas do nosso calendário litúrgico. Mas sabemos que para nós a ceia tem um significado especial, pois trata-se da doação do próprio Cristo por nós, se fazendo ele mesmo o alimento que nos salva. Vale lembrar que a mais importante ceia de nossas vidas e a que não pode faltar de forma alguma é a Ceia Eucarística, pois esta não é um símbolo e sim um memorial, é Jesus que se dá a nós de forma substâncial.
- Arranjos secos: existem também os arranjos secos que nos fazem refletir se neste tempo de Natal estamos de fato ligados a esta árvore da vida que é Jesus, pois todo ramo que não estiver na árvore ficará seco e no fim será lançado fora.
Estes são os mais comuns símbolos cristãos.
O papai noel não é ruim, mas não exagere, pois a cultura pagã e consumista já o colocou no lugar de Jesus (seria legal dar uma boa catequese para as crianças sobre quem foi o verdadeiro papai noel – São Nicolau)
Outros símbolos como neve, boneco de neve, chaminés, bota de natal, meias, gorros, etc, são símbolos de países onde o natal acontece num rigoroso inverno e que acabaram, por causa deste clima, se universalizando. Não há nada de mal em incluí-los na sua decoração, mas como cristão a sua preferência deve ser para símbolos que anunciem a chegada de Cristo.
Fica aqui uma dica: aproveite e faça do Natal – além do clima de oração e festa – um clima de catequese e evangelização de sua família.
Boas festas e um Santo Natal para você e sua família

As Antífonas "Ó"

Caro(a) irmão(ã), inicia-se hoje (17 de dezembro) a Semana Santa do Natal do Senhor. A partir de hoje, até o dia 23, a Igreja reza as Antífonas "Ó". O nome pelo qual é conhecida esta séria de antífonas encontra sua origem na repetição da interjeição "Ó" presente em todas as 7 orações. 

Foram compostas entre os séculos VII e VIII e são, sem sombra de dúvidas, um compêndio de cristologia da Igreja antiga, um resumo expressivo do desejo de salvação, tanto de Israel no Antigo Testamento, como da Igreja no Novo Testamento. 

Todas as sete antífonas são súplicas a Cristo, em cada dia, invocado com um título diferente, um título messiânico tomado do Antigo Testamento, tempo da Espera, que resumem o espírito do Advento e do Natal. Expressam a admiração da Igreja diante do mistério de Deus feito Homem, buscando a compreensão cada vez mais profunda de seu mistério e a súplica final urgente: "Vem, não tardes mais!".

Tais antífonas foram elaboradas em latim (língua litúrgica oficial da Igreja AINDA HOJE) e podem ser traduzidas para o vernáculo por licença geral do Concílio Vaticano II.

São encontradas na Liturgia das Horas (oração de Vésperas) como antífona do Magníficat e também na Santa Missa como antífona de aclamação ao Evangelho da Missa. 

Finalmente, vale dizer que cada antífona é composta de uma invocação, ligada a um símbolo do Messias, e de uma súplica, introduzida pelo verbo "vir".











Padre Thiago Henrique Soares Pinto Tavares*
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Reitor do Seminário São João Maria Vianney - Palmeira dos Índios, AL
Pároco da Catedral Diocesana de Palmeira dos Índios, AL
Vigário Judicial da Diocese de Palmeira dos Índios 
Diretor do Colégio Diocesano Sagrada Família - Palmeira dos Índios, AL
Diretor Espiritual Diocesano do Encontro de Casais com Cristo

Natal dos AAD de Currais Novos/RN


Na última quinta feira (13) os Associados Amor Divino em Currais Novos realizaram confraternização natalina, na casa da associada Iara Carvalho, com mensagens preparadas para a ocasião, trocas de presentes e ao final foi servido um jantar. A delegada AAD Irmã Carmen, com 93 anos de muita jovialidade esteve presente.





domingo, 16 de dezembro de 2012

Vocação é fruto do bom testemunho dos consagrados, diz Bento XVI


O Vaticano publicou neste sábado, 15, a mensagem do Papa Bento XVI para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no 4º Domingo de Páscoa, em 21 de abril de 2013. Na mensagem, o Santo Padre reflete o tema: “Vocações, sinal de esperança fundada na fé” e explica que a esperança e a fé estão unidas a uma resposta eficaz ao chamado de Cristo.

“Este itinerário, que torna uma pessoa capaz de acolher a chamada de Deus, é possível no âmbito de comunidades cristãs que vivem uma intensa atmosfera de fé, um generoso testemunho de adesão ao Evangelho.”

Bento XVI lembra que Cristo continua passando no dia-a-dia das pessoas chamando-as ao Seu seguimento e, que a resposta à vocação passa pela renúncia de si mesmo. 

“Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-Lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-Lhe verdadeiramente a precedência”

O papa ressaltou que a resposta à vocação sacerdotal ou à vida consagrada é um dos frutos mais maduros que a comunidade cristã pode oferecer e está ligado ao testemunho dos presbíteros e religiosos. 

Por fim, o Pontífice dirigiu-se aos jovens, encorajando-os a responderem com generosidade aos apelos de Cristo, para uma vida totalmente entregue a Ele e aos irmãos. 

“Amados jovens, não tenhais medo de O seguir e de percorrer os caminhos exigentes e corajosos da caridade e do compromisso generoso. Sereis felizes por servir, sereis testemunhas daquela alegria que o mundo não pode dar, sereis chamas vivas de um amor infinito e eterno, aprendereis a ‘dar a razão da vossa esperança’ (1 Ped 3,15).”


Acesse:
NA ÍNTEGRA: Mensagem do Papa Bento XVI para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações 2013


III Domingo do Avento



Neste domingo, a Igreja celebra o 3º Domingo do Advento. “E nós o que precisamos fazer”? O terceiro domingo do Advento tem um sabor de alegria. É o “domingo da alegria”, pedagogicamente colocado pela Igreja nesta proximidade do Natal. É como quem está fazendo uma viagem e, depois de uma boa caminhada, avista além da última curva da estrada o lugar para onde está viajando. Que alegria! E esse lugar para onde vamos caminhando é o Natal. É o nosso encontro com Deus, com o Messias, o Deus-conosco, que veio morar: em nossa terra: “Alegrai-vos O Senhor está perto”.

A primeira leitura nos diz: “Canta de alegria, cidade de Sião; rejubila, povo de Israel! Alegra-te e exulta de todo o coração, cidade de Jerusalém!”(Sofonias 3,14). A segunda de hoje diz: “Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos” (Filipenses 4,4).  O Senhor quer que tenhamos em nossos lábios sempre um sorriso! A alegria é própria de quem teve os seu encontrou pessoal com Jesus Cristo, o Filho de Deus! O evangelho de hoje, nos mostra novamente a pessoa de João Batista, que era um homem feliz, porque se encontrou com Jesus! Na visita de Maria a sua prima Santa Izabel, Jesus já estava no ventre de Nossa Senhora há mais ou menos 10 dias e já batiza Izabel e João Batista que estava no ventre de sua mãe. Jesus, do ventre de Nossa Senhora, batizou mãe e filho no Espírito! A alegria de João Batista vem do Espirito Santo. 

A alegria é tão grande que, a Liturgia, para bem expressá-la, vai buscar uma página de Isaias, onde se fala da volta do exílio. É como, se a Palestina, terra tradicionalmente árida como o deserto e a estepe, se cobrisse de uma exuberante vegetação, e por toda parte brotassem as flores, lembrando a majestosa, beleza do Líbano e do Carmelo. Só mesmo Isaias, grande profeta e grande poeta, sabe dizer as coisas com tão cativante beleza.
Cristo vem transformar o mundo numa terra de paz e de verdadeira alegria. Isaías o diz com expressões vigorosas. Prevê os cegos recuperando a vista, os surdos recuperando o ouvido, os paralíticos readquirindo os movimentos, e até os mortos ressuscitando.

E particularmente precioso no meio de tudo isso a Boa-nova sendo anunciada aos pobres. Tudo isso está no Evangelho, no lugar onde Jesus mostra aos discípulos de João Batista o que estava acontecendo ao redor dele. Era a resposta concreta que dava a esses discípulos, que lhe vinham perguntar se ele era o Messias ou se deviam esperar outro. Notemos que as curas e as ressurreições anunciadas por Isaias são apenas sinais da ampla transformação moral que a doutrina de Jesus, vivificada pela sua morte e ressurreição, vinha realizar no mundo. A humanidade é como a terra árida do deserto, onde brotam os espinhos do pecado e de toda a maldade. Sobre ela cai a chuva do céu trazida por Jesus – gotejai, ó céus lá do alto, derramem as nuvens a justiça, e o mundo se transforma. Tudo são flores de vida e de virtude.

Essa transformação não acontece de repente. Ela pede de nós uma longa paciência. “Como a do agricultor que espera o precioso fruto da terra, aguardando pacientemente as chuvas do outono e as da primavera”.

Há um belo provérbio europeu que diz que os moinhos de Deus moem devagar. E é assim mesmo. Nós que vivemos num mundo caracterizado pelo ritmo da velocidade, da eletrônica, da informática, não sabemos mais descobrir como tudo o que se refere à vida, à saúde, à educação, ao cultivo do espírito tem que ser feito com respeitosa tranqüilidade. Uma árvore não cresce de repente. Uma criança não se educa de repente. Não se faz um santo de repente. E para sermos bem práticos não se reforça de repente uma sociedade, sobretudo quando nela cresceram e se desenvolveram longamente à corrupção e a irresponsabilidade. É preciso um trabalho persistente e confiante, onde todos colaborem. Com seriedade, com perseverança, com iluminada esperança.

E temos que dizer que esse é o trabalho que o cristianismo se empenha em realizar ao longo dos séculos. E temos que reconhecer, sem falso otimismo, que muita coisa melhorou no mundo. No relacionamento das pessoas, na superação dos radicalismo, no reconhecimento dos valores de cada um, na capacidade de diálogo, inclusive diálogo entre as nações, deixando cada vez mais para trás o recurso à guerra como único caminho para se resolverem os conflitos, no respeito à própria na natureza, crescendo sempre mais a consciência de que é preciso defender os bens que são de todos, como a água, o verde, e até o silêncio e a harmonia. E, se muita coisa continua errada – como atestam os assaltos e as violências de todo tipo – é porque os homens não estão aceitando a proclamação do Evangelho.

É porque nós, cristãos, não sabemos ser esse fermento na massa que modifica o mundo numa santificadora levedação espiritual.

Não sabemos ser essa luz que ilumina pelo exemplo de sabedoria: Não sabemos ser o sal que tempera a sociedade como sabor do ‘bem e da virtude. Temos que aprender de são João Batista a não sermos caniços que o vento dobra, nem criaturas enfatuadas de vaidade.

Peçamos juntos a Deus esta graça, de termos um encontro pessoal com Ele neste Natal e que o Espírito Santo possa nos conduzir diariamente a esse encontro pessoal com Jesus Cristo, fonte da verdadeira alegria! 

“Minhas queridas filhas, empenhem-se com união de forças a trabalhar tanto na própria santificação quanto em colaborar na santificação das almas que nos são confiadas, tendo presente as palavras do Senhor: «O que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes».” 
(Circular 25.10.1892).


Fotos: Delegadas do JAD - Juventude Amor Divino

sábado, 15 de dezembro de 2012


Dia 14 de dezembro: Comemoramos o aniversário de Irmã M. Aparecida da Silva,FDC
Irmã Aparecida mora na COMUNIDADE MÃE ADMIRÁVEL em Nova Cruz, uma pequena Comunidade cujas Irmãs realizam um belo trabalho pastoral no meio do povo da cidade de Nova Cruz. Irmã Aparecida é uma Irmã muito serviçal. Realiza um belo apostolado através da devoção à MÃE RAINHA e é responsável pela PASTORAL DA CRIANÇA, trabalho que realiza com alegria seguindo as orientações de nossa Fundadora: "FAZER O BEM, ALEGRAR, TORNAR FELIZ E CONDUZIR AO CÉU". Assim, ela vem colaborando para salvar vidas inocentes e orientando as mães.
Parabéns Irmã Aparecida!
Todas as Irmãs da Província querem lhe abraçar neste dia.

15 de Dezembro, dia das Mártires do Drina

       Hoje 15 de dezembro, dia oficializado pelo Vaticano, como o dia das Mártires do Drina no calendário dos santos.     
       Uma croata, duas eslovenas, uma austríaca e uma húngara foram elevadas à glória dos altares em 24 de setembro de 2011 como "mártires do Drina". Elas fazem parte da Congregação das Filhas do Amor Divina.
     Num mundo em que a honra e a dignidade feminina são substituidas por uma liberdade que descamba para a libertinagem, essas cinco mártires da castidade, em pleno século XX, nos dão exemplo de qual é a verdadeira face da mulher católica.
                                                   *
     A Serva de Deus Madre Francisca Lechner, Fundadora da Congregação das Filhas do Amor Divino, recebeu do Arcebispo Josef Stadler o convite para a abertura de uma Comunidade de Religiosas em Sarajevo, Bósnia. Após os trâmites legais, a própria Madre Francisca e duas Irmãs partiram de Viena, Áustria, no dia 24 de abril de 1882, e chegaram a Sarajevo no dia 28 do mesmo mês.
     Em Sarajevo as Irmãs trabalhavam em escolas e acolhiam alunas internas e crianças órfãs. Rapidamente seu trabalho foi reconhecido e ganhou o prestígio da população. A missão das Filhas do Amor Divino foi se expandindo em Sarajevo e arredores, com o trabalho abnegado e generoso das Irmãs. Para atender a demanda da missão, foi necessário realizar novas fundações.
     Assim, em 1911, em Pale, localidade distante cerca de 20 k de Sarajevo, abriram um convento, “Casa de Maria”. Inicialmente esta casa era destinada para o repouso das religiosas que trabalhavam no Instituto São José, em Sarajevo, e para a recuperação de doentes. Entretanto, a “Casa de Maria” foi recebendo credibilidade e se tornou famosa pelas obras de caridade exercidas em favor de todos os necessitados que batiam às suas portas. Pale era um corredor de muitos transeuntes, pessoas que iam e retornavam de Sarajevo. Nesta casa também eram acolhidas pessoas, sem fazer distinção de etnia, cultura, cor, religião, que vinham de diferentes lugares. Ali recebiam alimentação e, não raras vezes, lugar para um repouso restaurador de energias para então seguir a viagem.
     As culturas ocidental e oriental - e seus respectivos interesses políticos e econômicos - chocavam-se seguidas vezes. A 2ª Guerra Mundial foi particularmente trágica na Bósnia oriental. O Rio Drina estabelece o limite entre as duas partes que hoje divide a Bósnia da Sérvia. Houve um conflito acirrado entre os sérvios e a população muçulmana e católica da Bósnia oriental. Estes povos foram duplamente provados pelas tragédias: em primeiro lugar, porque um grande número de civis inocentes perdeu a vida; em segundo, porque os que sobreviveram ao massacre tiveram de abandonar o seu ambiente e foram forçados a fugir.
     Havia duas facções que entravam em atrito: os četnik”, membros voluntários da tropa armada do Estado da Sérvia. É um grupo irregular com conotação terrorista contra os povos não Sérvios; os “uštasa”, croatas revolucionários da direita. Aqueles multiplicavam os ataques às populações civis católicas e muçulmanas. Os incêndios às vilas indefesas, as torturas mais desumanas e os assassinatos em massa, o corte das linhas de comunicação faziam parte da ordem do dia. Estes, apoiados pelas forças armadas de ocupação ítalo-germânica, instituíam, a exemplo destes, os campos de concentração onde perderam a vida dezenas de milhares de opositores ao regime, mas também civis inocentes.
     Neste ambiente conflituoso, as Irmãs viviam e doavam a sua vida em favor do próximo e experimentavam a dor do povo indefeso e inocente.
     As cinco Irmãs Filhas do Amor Divino que formavam a comunidade “Casa de Maria”, em Pale, eram:
Maria Jula Ivanišević, croata, nascida em 1893, a Superiora. Ela entrou no convento aos 48 anos de idade, após o falecimento da mãe, que considerava essencial sua permanência na família e nunca deu permissão para ela se tornar freira. Era particularmente admirada pelas Irmãs por sua obediência e cuidado delas, fazia o serviço com cuidado, calma e paciência.
- Berchmana Leidenix, austríaca, nascida em 1865, de 76 anos, sofria de asma, via pouco e andava com dificuldade. Em sua juventude, dera aula, ensinara o catecismo, cuidara dos doentes e também fora mestra de noviças, "lutando por elas como uma leoa".
Krizina Bojanceslovena, nascida em 1885, "silenciosa e diligente como uma abelha", entrou no convento com 36 anos, quando as condições da família o permitiram. Aos 56 anos de idade, ela tinha um olhar atento para ajudar e confortar suas coirmãs, porque ela era simples, mas "cheia de Deus, era como se estivesse sempre pensando em Deus".
Atonija Fabjan, eslovena, nascida em 1907, de 34 anos, para alguns era 'um tanto séria demais', mas para todos era a irmã que nunca "tem que pedir um favor, porque ela vê primeiro as nossas necessidades e está imediatamente pronta para ajudar".
Bernadeta Banja de origem húngara, nascida na Croácia em 1912, de 29 anos, era a cozinheira da comunidade, mas tão pequena de estatura que tinha que subir em um banquinho para desempenhar sua função. Era de uma família devota e numerosa, que considerou sua vocação como uma bênção de Deus; alegre, ela escolheu ser "fiel no pouco", e fazia um grande trabalho sobre si mesma para melhorar seu caráter e ser mais prestativa e humilde.
     O ódio obscurece corações e consciências, e sem razão golpeia a dignidade humana, a dignidade da mulher, da religiosa. Por isso, era perigoso viver em Pale. Diante das sugestões de abandonar o povo, as Irmãs que ali viviam decidiram permanecer no meio dele, para compartilhar sua sorte e continuar a testemunhar-lhes o Amor Divino. Como era de se esperar, em 11 de dezembro de 1941, os soldados da milícia četnik” aprisionaram as Irmãs, saquearam e incendiaram o convento.
     Assim iniciou a via-sacra dessas cinco Irmãs. Elas foram obrigadas a marchar, durante 4 dias e 4 noites, pelos caminhos da montanha Romanija, com frio e na neve, sem veste adequada, com interrogatórios, ameaças e ofensas. Irmã Berchmana, com 76 anos, não podendo prosseguir a caminhada, foi levada a Sjetlina, onde se recuperaria do cansaço. Conforme o combinado, ela deveria ser levada também para Goražde, a fim de se juntar ao grupo de suas coirmãs, o que não aconteceu. Consta que ela foi morta no dia 23 de dezembro, no bosque de Sjetlina.
     As demais Irmãs tiveram de continuar a sua caminhada até Goražde, percorrendo cerca de70 km. Ali chegaram na tarde de 15 de dezembro e foram levadas à caserna (2° andar do quartel), próxima ao rio Drina. À noite, os četnikcompletamente embriagadosinvadiram o seu quarto com intenção de violentá-las, pediram que renunciassem à vida religiosa. Em troca, suas vidas seriam garantidas, teriam trabalho e graduação militar. Elas, porém, resistiram fortemente e declararam que estavam prontas a morrer antes de trair Deus e a própria consagração.
     Em defesa da dignidade e honrando o voto de castidade, Irmã Jula, Superiora da Comunidade, para evitar o estupro, abriu a janela e convidou as demais Irmãs a segui-la. Com a invocação “Jesus, salva-nos!”, lançou-se no vazio e as outras três fizeram o mesmo. Os soldados furiosos, sentindo-se derrotados, às pressas desceram as escadas até o local onde as Irmãs haviam caído e com muitíssimos golpes de faca mataram-nas. Depois, chutaram seus corpos até as margens do rio Drina. Um soldado, também ferido por este grupo, viu como cada uma delas, antes de morrer, fez o sinal da cruz.
     As Irmãs Jula, Berchmana, Krizina, Antonija e Bernadeta, conhecidas como as Mártires do Drina, verdadeiras missionárias na Bósnia sofrida, serviram a Deus e aos pobres com generosidade e amor desinteressado. Ao derramarem seu sangue, confirmaram a fidelidade a Deus. As cinco Mártires são extraordinários modelos de fé a Deus e de verdadeiro amor aos necessitados. O ato heróico dessas Filhas do Amor Divino teve o reconhecimento oficial da Igreja. O sangue derramado seja semente de novos cristãos comprometidos e de novas vocações. Que elas intercedam a Deus pelas nossas necessidades.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ainda dá tempo de preparar o seu Natal!

O tempo que gastamos na preparação anuncia a importância do acontecimento para nós. Por isso, vive bem o Natal quem se prepara para ele. Mas, como me preparar para o Natal? Será que é fazendo as minhas compras, escolhendo bem as roupas e presentes? Antes de tudo isso, você precisa descobrir que o Natal verdadeiro acontece de "dentro para fora". Todas as celebrações e manifestações de carinho são demonstrações externas de um Natal bem celebrado no coração. Isso significa deixar que, por primeiro, o Menino Deus nasça em seu coração. O lugar onde acontece o Natal é no seu coração e não nas vitrines das lojas.
Mas será que isso dói? Não, pode ficar tranquilo. O que sempre acontece com quem deixa o Natal ocorrer dentro de si são mudanças positivas e o amadurecimento da própria fé. Experimente, neste ano, oferecer-se ao Senhor, como o presépio do ano de 2010, dando a Ele toda a liberdade de nascer em você. Isso certamente mudará sua vida. É muito simples e, talvez, por isso, nós adultos tenhamos tanta dificuldade de cultivar em nós a alegria natalina. Nós gostamos de complicar todas as coisas e o Natal é muito simples. Tão simples que se nós não nos prepararmos, deixaremos passar despercebida a graça de ser visitados pelo nosso bom Deus.
Prepare-se e experimente! O Natal de quem acolhe o Menino Jesus é sempre um novo Natal. Deixa marcas e lembranças maravilhosas. Acontece quando a Sagrada Família encontra um coração para ficar e fazer aí sua morada. A Luz se faz presente, os anjos cantam “Glória a Deus nas Alturas...” e você se torna para os outros um presépio vivo, sendo na sua própria vida uma testemunha do nascimento de Cristo Jesus. Aí tem sentido trocar presentes e abraços, pois assim o Menino Jesus está no centro desse tempo maravilhoso.

Tenha um Feliz Natal! Isso só depende de você! Prepare-se, será inesquecível!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

“Tudo na nossa vida de Filhas do Amor Divino deve dar testemunho da adoração verdadeiramente filial a Deus, da confiança e do amor a Deus.” (cf. Estatutos 1871,4). “Insondáveis são os desígnios de Deus - ilimitada deve ser a nossa confiança na sua sábia providência” (Máxima de Madre Francisca).

terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Perto de completar 1 mês de casados, o casal de Associados Amor Divino, Victor e Jariana, compartilha conosco o vídeo apresentado no Programa Essencial Love da cidade de Currais Novos/RN. Aos que não puderam estar presente é uma boa oportunidade em resumo para ver a alegria de todos que estavam presentes. E aos que estavam presente uma oportunidade de relembrar esse momento tão importante não só para os noivos, mas para todos que estavam no momento.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Nossos parabéns hoje vai para Irmãs Ana Regina e Irene Saraiva.








Irmã Ana Regina Ferreira de Souza, é uma Irmã dotada de grande capacidade oratória. Pequenina, mas cheia de dons especiais. Encontra-se atualmente na Comunidade "JESUS MENINO" em Currais Novos,RN onde exerce a função de professora de Ensino Religioso no EDUCANDÁRIO JESUS MENINO. Parabéns Irmã Ana Regina! Todas as Irmãs da Província Nossa Senhora das Neves louva e agradece ao Senhor pelo dom de sua vida e pelos dons que Ele lhe cumulou.





Irmã Irene Saraiva, durante vários anos trabalhava com crianças na catequese, função que exercia com muita competência. Mas Irmã Irene tinha um sonho: Ser enfermeira. Finalmente, conseguiu fazer o curso de enfermagem e hoje se encontra na Comunidade "Menino Jesus de Praga" exercendo a função de enfermeira na Maternidade de São Gonçalo do Amarante. Irmã Irene se identifica realmente como enfermeira, onde pode realizar a missão da FILHA DO AMOR DIVINO recomendada por Madre Francisca Lechner- nossa Fundadora: "Fazer o bem, alegrar, tornar feliz e conduzir ao céu". Parabéns Irmã Irene! Que o Menino Deus lhe conduza sempre feliz e realizada nesta tão bela missão.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Vivendo o Natal com Madre Francisca Lechner


Natal é um tempo especial dentro de outro tempo especial, como é o Advento. Todos estes dias estão marcados pela espera gozosa do nascimento de Nosso Senhor Jesus. Recomendamos que rezem a Novena em grupos e comunidades de 16 a 23 de dezembro em preparação ao Natal. 

Que estes dias de preparação ao nascimento do Filho de Deus nos ajudem a preparar nosso coração para que também nasça em cada um de nós. Se alguém conseguir alguma graça pela intercessão de Madre Francisca nos envie o relato.

Hoje é o aniversário de IRMÃ TEREZA MARINHO DA SILVA, FDC.

Durante vários anos, Irmã Teresa Marinho trabalho na Região de Pirpirituba - PB, na Pastoral da saúde, ajudando ao povo pobre daquela região a recuperar a saúde e a aproveitar dos meios que a natureza lhes oferece para uma medicina e alimentação alternativa. Juntamente com Irmã Socorro (Irmã Marcília entre as Irmãs) e Irmã Ercília, um belo trabalho pastoral se desenvolveu ali, incluindo palestras, encontros de conscientização, Evangelização organizando grupos de todas as idades, inclusive crianças. No momento, Irmã Tereza se encontra em Emaús - na Vila Maria para um tratamento de saúde intensivo. Sua saúde no momento é frágil, necessitando de cuidados especiais. Mesmo assim, ela continua otimista e cheia de esperanças. Parabéns Irmã Tereza! Todas as Irmãs da Província estão unidas a você e agradecem ao Senhor o dom de sua vida doada inteiramente aos mais necessitados. Sabemos que esta foi sua opção maior.

II Domingo do Advento


A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá.  Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos. 

Algo assim como “ao andar faz-se o caminho”, encontramo-nos neste segundo domingo do Advento, que vem para completar o domingo anterior, que nos dava um toque de atenção: levantai-vos, erguei a cabeça, tende cuidado, estai acordados, ficai de pé (cf. Lc 21, 34-36). Era um profundo convite à vigilância, que neste domingo é ainda mais explicitado.

O mensageiro é João Batista (que, junto com Isaías e Maria, faz parte da tríade que nos acompanhará em todo este tempo litúrgico).  Sua mensagem chega hoje até nós fazendo-nos o mesmo convite feito há dois mil anos: alguém está por vir, alguém especial, por quem o coração de todos os homens estava inquieto; avivem, pois, sua espera, acenda sua esperança, e transformem-se, convertam-se, porque Ele, o esperado por todos e por você… Está chegando. 

Só nos resta endireitar o que está torto, aplanar o altaneiro, igualar o escabroso. Deus nos quer como caminhantes, para que nossos pés frequentem as sendas pelas quais Deus veio, vem e virá; caminhos que têm cheiro de paz, graça e comunhão; caminhos de horizontes amplos, em que as pessoas são vistas de longe e os rostos são vistos como realmente são; caminhos repletos da misericórdia e – o que é mais intimamente impressionante: caminhos próprios de Deus.

No 2º Domingo, meditamos também a fé dos Patriarcas. Eles acreditaram no dom da terra prometida. Pela , superaram todos os obstáculos e tomaram posse das Promessas de Deus. É uma oportunidade de meditarmos em nossa fé; nossa opção religiosa por Jesus Cristo; nosso amor e compromisso com a Santa Igreja Católica – instituída por Ele para levar a salvação a todos os homens de todos os tempos. Qual tem sido o meu papel e o meu lugar na Igreja? Tenho sido o missionário que Jesus espera de todo batizado para salvar o mundo?


Meus irmãos, é esta a palavra do Senhor para todos nós no dia de hoje, sem exceção: Preparai o caminho do Senhor, porque a vinda d’Ele está próxima. O Rei se aproxima cada vez mais e nós ouvimos essa voz “Preparai o caminho do Senhor”. 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Alegra-te, ó Toda Cumulada Pela Graça


O tempo do Advento tem, sem dúvida alguma, um sabor mariano. É com a Virgem que melhor aprendemos como esperar o Sol que nasce da Aurora, o Cristo, nosso Deus! Por isso, é muito conveniente celebrar a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria, a Virgem. 

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant'Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: "Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós". 

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: "Maria isenta do pecado original".

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: "Eu Sou a Imaculada Conceição". 

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

“Façamos uma revisão de nossa vida para averiguar se nos encontramos no verdadeiro caminho do seguimento de Jesus. Pois conhecemos este caminho: é o fiel cumprimento da nossa santa Regra. Só assim chegaremos um dia ao céu. Cada uma olhe para dentro do seu coração neste santo tempo do Advento e prepara-se dignamente para a vinda do Senhor na noite do seu Natal.” (Circular 03.12.1892).