quinta-feira, 14 de setembro de 2017



Como um consagrado faz a oração a oração inicial do Terço?



Na verdade, o consagrado a Santíssima Virgem não pode oferecer as suas orações, como disse nosso leitor. Pois, nessa consagração entregamos tudo nas mãos de Nossa Senhora, para que, por ela sejamos inteiramente de Jesus Cristo. 

Na consagração, entregamos tudo, sem nenhuma exceção: nosso corpo com todo os seus sentidos; nossa alma com todo seu potencial; todos os nossos bens materiais presentes e futuros; e todos os nossos bens espirituais, que são os méritos, virtudes e boas obras passadas, presentes e futuras, que são entregues nas mãos de Maria para, através desta entrega total, pertencermos mais perfeitamente a Jesus Cristo. Sendo assim, como consagrados, não podemos oferecer os valores satisfatório e meritório de nossas orações, pois não nos pertencem mais.

Consequentemente, não devemos fazer o tradicional oferecimento do Santo Rosário: Divino Jesus, nós Vos oferecemos este Terço que vamos rezar, meditando nos mistérios da nossa Redenção. Concedei-nos, por intercessão da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, as virtudes que nos são necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganharmos as indulgências desta santa devoção… 

É valido trocar as palavras “nós vos oferecemos” por “nós vos pedimos”?

Seria possível trocar as palavras “nós vos oferecemos” por “nós vos pedimos”, se fizermos alguma adaptação. Mas, de qualquer modo, a frase ficaria meio sem sentido. A primeira frase da oração ficaria mais ou menos assim: Divino Jesus, “nós vos pedimos” neste Terço que vamos rezar, contemplando os mistérios da nossa Redenção. 

No entanto, além da objeção acima, esta oração não combinaria muito com a consagração. Pois, nos referimos diretamente a Jesus e não primeiramente a Virgem Maria, como seus fiéis consagrados, para que ela apresente as nossas orações a Jesus.

Há ainda outra questão importante quanto a esta oração de oferecimento. No final, pedimos “a graça de ganharmos as indulgências” do Terço que vamos rezar. Podemos e devemos pedir essas indulgências, mas temos que ter consciência de que não as podemos oferecer por nós mesmos ou pelas almas do purgatório. Pois, como consagrados, as indulgências que lucramos não nos pertencem mais. Estas pertencem a Santíssima Virgem, que saberá aplicá-las para a maior glória de Deus e para a salvação das almas, muito melhor do que nós. 

Não conhecemos uma fórmula especial para o consagrado fazer seus pedidos na oração inicial do Terço. Além disso, devido às objeções acima e também ao caráter impessoal e formal da oração de oferecimento, recomendamos que a oração inicial seja feita espontaneamente, sem uma fórmula fixa. Esta oração pode ser muito simples, mas, ao mesmo tempo, muito fervorosa, confiante na Virgem Maria e em seu Filho Jesus Cristo.



Homilia do Papa Francisco na missa em Medellín


(ZENIT – Set. 2017).- O Papa Francisco celebrou no último sábado, dia 9, a Santa Missa no Aeroporto Enrique Olaya Herrera de Medellín, onde um milhão de pessoas participaram da cerimônia.


Leia a homilia na íntegra:

«Queridos irmãos e irmãs! Na Missa de quinta-feira em Bogotá, ouvimos a chamada de Jesus aos seus primeiros discípulos; esta parte do evangelho de Lucas, que começa com aquela narração, culmina com a chamada dos Doze.
Entre estes dois acontecimentos, que nos recordam os evangelistas? Recordam que este caminho de seguimento supôs nos primeiros seguidores de Jesus muito esforço de purificação. Alguns preceitos, proibições e mandamentos davam-lhes segurança; cumprir determinados ritos e práticas dispensava-os da preocupação de se interrogar: Que agrada ao nosso Deus? Jesus, o Senhor, indica-lhes que obedecer é caminhar atrás d’Ele, o que os fazia deparar com leprosos, paralíticos, pecadores. Estas realidades requeriam muito mais do que uma receita, uma norma estabelecida. Aprenderam que ir atrás de Jesus implica outras prioridades, outras considerações para servir a Deus.
Para o Senhor, como também para a primitiva comunidade, é de suma importância que, se nos dizemos discípulos, não estejamos agarrados a um certo estilo, a certas práticas que nos aproximam mais do modo de ser dalguns fariseus de então que do modo de ser de Jesus. A liberdade de Jesus contrasta com a falta de liberdade dos doutores da lei daquele tempo, que estavam paralisados por uma interpretação e prática rigoristas da lei. Jesus não Se limita a uma atuação aparentemente «correta», mas leva a lei à sua plenitude; e, por isso, quer colocar-nos nessa direção, nesse estilo de seguimento que implica ir ao essencial, renovar-se e envolver-se. São três atitudes que devemos plasmar na nossa vida de discípulos.
A primeira: ir ao essencial. Isto não significa «cortar com tudo» o que não se adapta a nós, pois Jesus também não veio revogar a lei, mas levá-la à sua plenitude (cf. Mt 5, 17); trata-se, antes, de caminhar em profundidade rumo ao que conta e tem valor para a vida. Jesus ensina que a relação com Deus não pode ser uma fria aderência a normas e leis, nem o cumprimento de certos atos exteriores que não conduzem a uma mudança real de vida. O nosso discipulado não pode ser motivado simplesmente por um costume, porque dispomos dum certificado de batismo, mas deve partir duma experiência viva de Deus e do seu amor. O discipulado não é algo de estático, mas um movimento contínuo para Cristo; não é simplesmente a aderência à explicitação duma doutrina, mas a experiência da presença amorosa, viva e operante do Senhor, uma aprendizagem permanente através da escuta da sua Palavra. E esta Palavra, como ouvimos, impõe-nos cuidar das necessidades concretas dos nossos irmãos: pode ser a fome de quem vive ao nosso lado (assim o vimos no texto proclamado hoje: cf. Lc 6, 1-5), ou a doença como se vê na narração que Lucas apresenta a seguir.
A segunda palavra: renovar-se. Como Jesus «instava» com os doutores da lei para que saíssem da sua rigidez, também agora a Igreja é «instada» pelo Espírito para que deixe as suas comodidades e amarras. A renovação não nos deve meter medo. A Igreja está sempre em renovação (Ecclesia semper reformanda). Não se renova como lhe apetece, mas fá-lo «sólida e firme na fé, sem se deixar afastar da esperança do Evangelho que ouviu» (cf. Col 1, 23). A renovação implica sacrifício e coragem, não para nos considerarmos melhores ou impecáveis, mas para respondermos melhor à chamada do Senhor. O Senhor do sábado, a razão de ser de todos os nossos mandamentos e preceitos, convida-nos a ponderar as normas quando está em jogo segui-Lo a Ele; quando as suas chagas abertas, o seu grito de fome e sede de justiça nos interpelam e impõem respostas novas. E, na Colômbia, há tantas situações que reclamam, dos discípulos, o estilo de vida de Jesus, particularmente o amor traduzido em atos de não-violência, de reconciliação e de paz.
A terceira palavra: envolver-se. Envolver-se, ainda que para alguns isso pareça sujar-se, manchar-se. Como David e os seus homens que entraram no templo porque tinham fome e os discípulos de Jesus entraram na seara e comeram as espigas, também hoje nos é pedido que cresçamos em ousadia, numa coragem evangélica que brota de saber que são muitos os que têm fome, fome de Deus, fome de dignidade, porque dela foram despojados. E, como cristãos, ajudá-los a saciar-se de Deus; não lhes dificultar nem proibir esse encontro. Não podemos ser cristãos que levantam continuamente a bandeira de «Passagem Proibida», nem considerar que esta parcela é minha, apoderando-me de algo que absolutamente não é meu.
A Igreja não é nossa, é de Deus; Ele é o dono do templo e da seara; todos têm um lugar, todos são convidados a encontrar, aqui e entre nós, o seu alimento. Somos meros «servidores» (cf. Col 1, 23) e não podemos ser quem dificulta esse encontro. Pelo contrário, Jesus pede-nos como fez aos seus discípulos: «Dai-lhes vós mesmos de comer» (Mt 14, 16); tal é o nosso serviço. Bem compreendeu isto Pedro Claver, que celebramos hoje na Liturgia e, amanhã, venerarei em Cartagena. «Escravo dos negros para sempre»: foi o seu lema de vida, porque compreendeu, como discípulo de Jesus, que não podia ficar indiferente perante o sofrimento dos mais abandonados e ultrajados do seu tempo, mas tinha de fazer algo para o aliviar.
Irmãos e irmãs, a Igreja na Colômbia é chamada a comprometer-se, com mais ousadia, na formação de discípulos missionários, como foi indicado por nós, Bispos reunidos em Aparecida no ano de 2007. Discípulos que saibam ver, julgar e agir, como propunha aquele documento latino-americano que nasceu nestas terras (cf. Medellín, 1968). Discípulos missionários que sabem ver sem miopias hereditárias; que examinam a realidade com os olhos e o coração de Jesus, e julgam a partir daí. E que arriscam, atuam, comprometem-se.
Vim aqui precisamente para vos confirmar na fé e na esperança do Evangelho: permanecei firmes e livres em Cristo, de tal modo que O espelheis em tudo o que fizerdes; abraçai com todas as vossas forças o seguimento de Jesus, conhecei-O, deixai-vos convocar e instruir por Ele, anunciai-O com grande alegria.
Peçamos por intercessão da nossa Mãe, Nossa Senhora da Candelária, que nos acompanhe no nosso caminho de discípulos, para que, colocando a nossa vida em Cristo, sejamos simplesmente missionários que levem a todos a luz e a alegria do Evangelho».

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O que é uma “vida consagrada”?

“Veio o Senhor pôs-se junto dele e chamou-o como das outras vezes: Samuel! Samuel! Falai, respondeu o menino; vosso servo escuta!” (1 Samuel 3,10).

A Igreja viu nesta passagem bíblica, em que Deus chama por três vezes o menino Samuel, e faz dele um profeta, a imagem do chamado de uma pessoa à vida consagrada. Aquele que deve servir a Deus radicalmente, apartado do meio do povo, sem viver uma profissão secular, mas inteiro dedicado ao Reino de Deus. É Deus mesmo quem chama o consagrado, pondo no coração dele esse desejo, e dotando-o de dons adequados, como o celibato, no caso dos sacerdotes, freiras, monges e monjas.

O nosso Catecismo afirma que: “A vida religiosa faz parte do mistério da Igreja. É um dom que a Igreja recebe de seu Senhor e que oferece como um estado de vida permanente ao fiel chamado por Deus na profissão dos conselhos” (n.926).

São chamados a viver os conselhos evangélicos (pobreza, obediência e castidade). A profissão desses conselhos em um estado de vida estável reconhecido pela Igreja caracteriza a “vida consagrada” a Deus (Cat. n.915). Esses são chamados, sob a moção do Espírito Santo, a seguir a Cristo mais de perto, doar-se a Deus amado acima de tudo e, procurando alcançar a perfeição da caridade a serviço do Reino, anunciando a glória do mundo futuro.

A vida consagrada acontece desde os primórdios da Igreja. Muitos, por inspiração do Espírito Santo, passaram a vida na solidão ou fundaram famílias religiosas, que a Igreja, de boa vontade, recebeu e aprovou. Embora nem sempre professem publicamente os três conselhos evangélicos, os eremitas, vivem o silêncio da solidão, em constante oração e penitência, consagrando a vida ao louvor de Deus e à salvação do mundo. É uma vida de intimidade com Cristo.
Desde os tempos dos Apóstolos virgens e viúvas cristãs, tomaram a decisão, de viver no estado de virgindade ou de castidade perpétua “por causa do Reino dos Céus”. São aqueles que Jesus disse que se fizeram eunucos por amor do Reino (Mt 19,12).

O “Instituto secular” é um instituto de vida consagrada no qual os fiéis, vivendo no mundo, tendem à perfeição da caridade e procuram cooperar para a santificação do mundo.
As “Sociedades de vida apostólica”, cujos membros, sem os votos religiosos, buscam a finalidade apostólica própria de sua sociedade e, levando vida fraterna em comum, segundo o próprio modo de vida, tendem à perfeição da caridade pela observância das constituições. Entre elas há sociedades cujos membros assumem os conselhos evangélicos”.

Os que professam os conselhos evangélicos têm por missão viver sua consagração e se entregar, de maneira especial, à ação missionária no modo próprio de seu instituto.
A vida consagrada é um sinal especial do mistério da redenção; uma vida seguindo e imitando a Cristo mais de perto, manifestando claramente seu aniquilamento, e estando mais presente às pessoas. O consagrado é alguém que dá testemunho de que o mundo pode ser transfigurado e oferecido a Deus com o espírito das bem-aventuranças.

O consagrado a Deus precisa, sobretudo, de viver intensamente uma vida de oração, rezando a Liturgia das Horas, participando dos Sacramentos, meditando diariamente a Palavra de Deus e bons livros, vivendo as virtudes opostas aos pecados capitais. Além disso, deve obediência a Igreja e a seus superiores.

O consagrado é alguém que abdicou de sua vida, de sua vontade própria, para entregar-se totalmente a Deus. É alguém que, mais que os leigos, aceitou “perder a vida para ganha-la”. Aceitou “renunciar-se a si mesmo e tomar a cruz a cada dia e seguir ao Senhor” (Lc 9,16). Não se pode ser “meio consagrado”; ou se entrega a Deus totalmente, ou então se cansará de sua opção. É melhor viver como leigo do que ser mal consagrado. Além do que, o contra testemunho de um consagrado pesa muito mais que de um leigo, embora ambos sejam muito negativos.


Prof. Felipe Aquino

quarta-feira, 6 de setembro de 2017



COMUNICADO 

Estimados Pais / Responsáveis, 

Nos dias 07 e 08 do mês em curso não teremos atividades didático-pedagógicas, em virtude da nossa Escola ter sido escolhida para sediar a VIII Convenção Técnico-Pedagógica das Escolas da Província Nossa Senhora das Neves, evento que propõe a reflexão sobre questões técnicas e pedagógicas, no intuito de estarmos sempre melhorando a qualidade dos serviços educacionais que ofertamos. 
Ressaltamos que as nossas atividades retornarão dia 11/09/2017, e colocamo-nos à disposição para esclarecermos possíveis dúvidas, através do telefone:3331 - 2204 

Atenciosamente, 
A Coordenação. 

Congregação das Filhas do Amor Divino 
Província Nossa Senhora das Neves – PRONEVES 
EDUCANDÁRIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS 
90 Anos de Compromisso com a Formação Cristã 

 
Antônio Sérgio Souto Filho 
Agenda Digital ENSV

domingo, 3 de setembro de 2017



SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA 

A Igreja no Brasil dedica todo o Mês de Setembro a Bíblia. Sem dúvida é uma iniciativa muito salutar. A motivação provém do fato da Igreja celebrar no dia 30 de setembro a memória do grande santo e doutor da Igreja, São Jerônimo, que a pedido do Papa Dâmaso (366-384) preparou uma excelente tradução da Bíblia em latim, a partir do hebraico e do grego; a chamada Vulgata. Foi um trabalho gigantesco que demandou cerca de 35 anos nas grutas de Belém, onde ele realizava esse ofício, vivendo uma austera vida de oração e penitência. São Jerônimo dizia que quem não conhece os Evangelhos não conhece Jesus.
São Jerônimo (347-420), chamado de “Doutor Bíblico”, nasceu na Dalmácia e educou-se em Roma; é o mais erudito dos Padres da Igreja latina; sabia o grego, latim e hebraico. Viveu alguns anos na Palestina como eremita. Em 379, foi ordenado sacerdote pelo bispo Paulino de Antioquia; foi ouvinte de São Gregório Nazianzeno e amigo de São Gregório de Nissa. De 382 a 385 foi secretário do Papa São Dâmaso. Pregava o ideal de santidade entre as mulheres da nobreza romana (Marcela, Paula e Eustochium) e combatia os maus costumes do clero. Na figura de São Jerônimo destacam-se a austeridade, o temperamento forte, o amor a Igreja e à Sé de Pedro.
Conhecer a Palavra de Deus é fundamental para todo cristão. A Carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
Jesus conhecia profundamente a Bíblia e a citava. Isso é o suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto ele venceu o demônio lançando em seu rosto, por três vezes, a santa Palavra. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães, para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3c).

Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus respondeu: “Não tentarás o Senhor; vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando Satanás tentou fazer com que Ele o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás” (Dt 6,13).

O demônio não tem força diante da Palavra de Deus lançada em seu rosto; por isso, cada um de nós precisa conhecer o poder dela. Jesus morreu rezando todo o Salmo 21: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Sl 21,2).

É preciso ler e estudar a Bíblia regularmente, todos os dias; aquecer a alma com um trecho dela; e saber usá-la nos momentos de dor, dúvida, angústia, medo, etc. Abra a Palavra, deixe Deus falar a seu coração. E fale com Deus; é a maneira mais fácil de rezar. 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017



Papa afirma: paróquias devem ser casas com a porta sempre aberta 

“As paróquias têm de estar em contato com os lares, com a vida das pessoas, com a vida do povo. ” 

É o que afirma o Papa Francisco no vídeo mensagem das intenções de oração para este mês de setembro, divulgada nesta sexta-feira (1º/09). 
A iniciativa foi promovida pela Rede Mundial de Oração do Papa e realizada pela agência La Machi Comunicação para Boas Causas junto com o Centro Televisivo Vaticano.

A vídeo mensagem mostra imagens de jovens que, saindo de uma paróquia, se comprometem em apoiar e ajudar as pessoas carentes.

As paróquias “devem ser casas onde a porta esteja sempre aberta para ir ao encontro dos demais. É importante que a saída ofereça uma clara proposta de fé. Trata-se de abrir as portas e deixar que Jesus saia com toda a alegria de sua mensagem”, ressalta ainda Francisco.

“Peçamos por nossas paróquias, para que não sejam escritórios, mas que, animadas pelo espírito missionário, sejam lugares de transmissão da fé e testemunho da caridade”, conclui o Papa no vídeo mensagem.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Crianças com HIV terão emocionante encontro com o Papa na Colômbia

Um grupo de 22 crianças com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) terá um emocionante encontro com o Papa Francisco quando poderão cumprimentá-lo no dia 8 de setembro, durante a visita do Pontífice a Villavicencio, na Colômbia.
As crianças são atendidas pela Fundação ‘Llano Amor’, criada em 2007 pelos missionários Cristo Mestre, onde recebem atenção pastoral e formativa.
Em conversa com o Grupo ACI, Pe. José Noguera, diretor espiritual da Fundação, explicou que os pequenos serão levados ao Parque Fundadores, onde o Santo Padre, por volta das 17h (hora local), plantará a árvore da vida e rezará diante da cruz da reconciliação.
Além das crianças da Fundação, o Papa “vai estar rodeado por diferentes comunidades de crianças, algumas com deficiências, outras com doenças”.
Pe. Noguera indicou que “o Papa irá passar nos saudando e as crianças vão lhe entregar um detalhe, uma pintura do que fazem em sua formação artística”.
O sacerdote explicou que se trata de menores que foram contagiados com o HIV no ventre materno e que, na maioria dos casos, os familiares referentes são “algum tio, tia, avô que fica da família”.
Por sua parte, a coordenadora da Fundação Llano Amor, Jenny Culma, indicou que “é uma felicidade muito grande que Deus tenha me colocado nesta obra”.
“Antes de ser a coordenadora da fundação, sou a mãe das crianças”, expressou.
“Quando soubemos que o Papa vinha à Colômbia, foi emocionante (…), eles estão muito felizes, como estamos cada um de nós”, afirmou em um vídeo divulgado pela Arquidiocese de Villavicencio.
Por ACI Digital

domingo, 27 de agosto de 2017



X SEMINÁRIO DE ASSOCIADOS AMOR DIVINO




O Grupo de Associados Amor Divino reuniu-se no período de 26 a 28 desse mês, no Convento das Filhas do Amor Divino, em Emaús, onde realiza o X Seminário dos Associados. A realização desse evento segue uma tradição que se repete a cada ano, contando com participantes de várias cidades do Brasil, tais como Natal, Parnamirim, Açu, Currais Novos, Palmeiras dos Índios (AL), Caicó e Areia Branca, entre outras cidades.

MARIA NA VIDA DO LEIGO é o tema do Seminário deste ano, que tem como  palestrante, o Bispo Dom Antônio Carlos da Cruz, um carioca residente em Caicó, membro da Congregação Missionários do Sagrado Coração. Durante o Seminário, Dom antônio Carlos destacou os Dogmas Marianos e a importância da presença dos leigos na realização dos trabalhos da Igreja.

O X Seminário de Associados Amor Divino 2017 também foi um momento especial marcado por uma eleição, que elegeu a diretoria do Grupo para um período de quatro anos. Foi o momento em que os diretores fundadores Victo Ruda, Iraneide Dantas, Nilzete Palhares e Jary Macêdo cederam seus lugares para uma nova equipe de dirigentes formada por Luciano Dantas, Georgia Karina de Sá Leitão Macêdo, Maria das Graças de Oliveira Gonçalves e Lúcia Mamede.

Para a Coordenadora Geral do Grupo, Irmã Judith Farias, “os fundadores serão sempre fundadores, e seu trabalho jamais será esquecido, porque eles enfrentaram muitas dificuldades, mas as superaram”, afirmou. Para Victo Ruda, presidente fundador do Grupo AFDC, “as dificuldades enfrentadas para a formação e manutenção do Grupo foram como um combustivel que o impulsinou a lutar para realizar um sonho acalentado por muito tempo”.

Segundo ele, é importante que haja uma mudança de direção porque o Grupo precisa de novas ideias, bem como novas contribuições. “Estou apenas deixando o cargo de presidente, não estou deixando o Grupo”, frisou ele, destacando sua disponibilidade em ajudar a nova diretoria sempre que se fizer necessário.

NOITE CULTURAL – A Noite Cultural é um dos momentos mais esperados pelos participantes. É a ocasião em que cada grupo faz uma apresentação cultural. Assim, o grupo de Associados de Natal apresentou Algumas das devoções da Madre Francisca Lechner -  fundadora da Congregação Filhas do Amor Divino; o grupo de
Caicó apresentou o Carisma da Madre Francisca Lechner através da música Francisca: mulher feliz; os Associados de Currais Novos apresentaram um Teatro Cômico; o grupo de Patos (PB) apresentou uma Dança em Homenagem à Nossa Senhora da Guia – Padroeira de Patos; e o grupo de Palmeira dos Índios (AL), apresentou uma Homenagem ao Estado de Alagoas pela passagem dos seus 200 anos de fundação.

O Seminário encerreou-se nesse domingo, dia 27, com uma missa presidida pelo  Padre Manoel Henrique, contando com a participação dos Associados Amor Divino e moradores de Emaús e adjacências. O encerramento do X Seminário de Associados Amor Divino ainda contou com a presença da Superiora Provincial, Irmã Ana Carla de Melo Silva, que além de destacar a importância da presença dos Associados na vida da Congregação, ainda informou que permanecerá no cargo por mais quatro anos. (NL-AFDC)

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Natal sedia encontro regional da Pastoral Carcerária

Coordenadores da Pastoral Carcerária das dioceses dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, se reunirão em Natal, neste final de semana, 25 a 27 de agosto. O encontro vai acontecer no Centro de Treinamento de Ponta Negra e contará com a participação do coordenador nacional da Pastoral, Padre Valdir João Silveira, de São Paulo.
Os participantes do encontro também participarão de uma audiência pública realizada pela Câmara Municipal de Parnamirim, na sexta-feira, 25, às 19 horas. A audiência tratará do sistema carcerário e contará com a participação de Fábio Ataíde Alves, juiz auxiliar da corregedoria geral de justiça do TJRN.

Todos os cristãos são responsáveis por reforma da Igreja, não só o Papa

“A reforma da Igreja é uma escolha precisa, um processo explícito do qual são responsáveis não somente o Papa, mas todos os cristãos.” Essa é a mensagem do primeiro dia da Semana teológica do Meic (Movimento eclesial de cunho cultural), em andamento no mosteiro de Camaldoli – na região italiana da Toscana –, intitulada “Forma e reforma da Igreja. Ideias e propostas para caminhar junto com Francisco”.
“Vejo o risco de uma inflação do termo ‘reforma’ que pode levar a identificá-lo com um conteúdo por demais genérico”, advertiu o teólogo paduano e vice-presidente da Faculdade de Teologia do Triveneto, Pe. Riccardo Battocchio.
Reforma requer escolhas precisas da parte de todos
Para ele “este tempo, os novos processos culturais, a experiência cristã que se tornou uma entre tantas outras possíveis num mundo pluralista e fragmentário, nos pede que pensemos uma reforma que requer escolhas precisas da parte de todos aqueles que constituem a comunidade eclesial, cada um com seus papeis, tarefas e carismas”.
Por sua vez, a vice-presidente da Associação teológica italiana, Serena Noceti, enquadrou os elementos em torno dos quais se perfaz o processo de renovação eclesial.
“A reforma deve agir ao mesmo tempo em três níveis: o da autoconsciência coletiva; o das novas reformas relacionais, comunicativas e participativas; e o de uma transformação das estruturas do corpo eclesial.”
Chamado do Papa é apelo a todos à responsabilidade
Para a eclesiologista, docente da Faculdade teológica da Itália central, “a visão da Igreja como povo de Deus, apresentada na Lumen Gentium, nos pede uma nova tomada de consciência. O chamado do Papa Francisco à reforma da Igreja, a partir de seu pronunciamento no Congresso eclesial de Florença de 2015, é um apelo à responsabilidade para todos e para todas nós”.
Para Noceti “aquilo que o Papa nos pede é que acolhamos a visão eclesiológica e eclesial do Concílio Vaticano II: não se trata, por tanto, de uma novidade absoluta, mas o que é novo é o processo, o caminho de mudança que com Francisco começamos a desenvolver”.
Evangelização volte ao centro da nossa vida eclesial
“Houve uma reconstrução do imaginário simbólico do papado como primeiro elemento de referência e agora devemos viver um percurso de aprofundamento rumo a uma Igreja inclusiva, da misericórdia, na qual a evangelização volte ao centro da nossa vida eclesial”.
“O desafio é grande, a responsabilidade de todas e todos é igualmente relevante, cabe a nós refletir sobre como servir ao processo de reforma e ao mesmo tempo cabe a nós entrar numa dinâmica de conversão estrutural hoje mais do que nunca necessária”, concluiu.
Por Rádio Vaticano

sexta-feira, 18 de agosto de 2017






Brasília (RV) - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convida comunidades, paróquias, dioceses e regionais do país para uma Jornada de Oração pelo Brasil de 1º a 7 de setembro. Os bispos decidiram mobilizar os cristãos, por meio da oração, após uma nova análise da realidade brasileira de crise política, econômica e institucional feita na última reunião do Conselho Episcopal Pastoral da entidade, no início de agosto. 

Em especial, a sugestão é que o Dia de Oração e Jejum se realize em 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil. Segundo o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, é uma oportunidade para unir os cristãos e pessoas de boa vontade que querem um Brasil melhor, mais fraterno e não dividido.

“Nós estamos necessitados de um novo Brasil, mais ético; de uma política mais transparente. Nós não podemos chegar a um impasse de acharmos que a política pode ser dispensada. A política é muito importante, mas do modo do comportamento de muitos políticos, ela está sendo muito rejeitada dentro do Brasil. Nós esperamos que esse Dia de Jejum e Oração ajude a refletir essa questão em maior profundidade. ”

Um dos trechos da oração que os fiéis podem rezar durante a data, encaminhada a todos os bispos do país, pede: “Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos”. (AC/CNBB)



Unidas, Igrejas Católica e Ortodoxa podem fazer muito pela paz no mundo 

Moscou (RV) – A visita do Secretário de Estado Pietro Parolin “será um marco no desenvolvimento das relações entre a Santa Sé e a Igreja Ortodoxa Russa, como também entre o Vaticano e a Federação Russa”. Esta é a convicção do responsável pelo Secretariado para as Relações inter-cristãs do Departamento para as Relações Eclesiásticas Externas do Patriarcado de Moscou, o Hieromonge Stefan (Igumnov), em entrevista à Agência AGI.

Nova página nas relações entre as duas Igrejas - “As relações com o Vaticano – a seu ver – estão se desenvolvendo nos últimos anos de forma ativa, quer na direção das relações entre Estados – após o restabelecimento das plenas relações diplomáticas em nível de embaixadas em 2009 – como na direção das relações entre as duas Igrejas, que abriu uma nova página depois do histórico encontro do Patriarca Kirill com o Papa Francisco em Havana, no ano passado”.

“Trata-se, sem dúvida, de uma visita de grande importância” – sublinhou o representante do Patriarcado russo – recordando que antes de Parolin, visitaram a Rússia somente dois Secretários de Estado: “o Cardeal Agostino Casaroli, em 1988 - que havia participado das celebrações dedicadas aos mil anos de Batismo da Rússia - e o Cardeal Angelo Sodano, em 1999, vindo a Moscou para a consagração da Catedral católica”.

União pela paz no mundo - “O Patriarca de Moscou e o Papa são os líderes mais prestigiados do mundo cristão. Unindo as próprias forças, a Igreja Ortodoxa Russa e a Igreja Católica podem trazer grandes benefícios para a questão da paz no mundo”, comentou o Hieromonge Stefan, ao traçar uma perspectiva para o desenvolvimento das relações entre as duas Confissões cristãs.

“A Igreja Ortodoxa Russa aprecia os esforços pela paz desenvolvidos em várias direções pela Santa Sé e pessoalmente pelo Papa Francisco. Refiro-me – precisou – ao Oriente Médio e a alguns países da África, onde está em andamento um verdadeiro genocídio dos cristãos, mas também a uma série de outras regiões”.

Como exemplo, o religioso citou “o grande sucesso alcançado com a contribuição pessoal do Pontífice para a solução da situação na Colômbia”, ou “a sua visita à República Centro-Africana, que teve um significado importante para o reinício da paz no país”.

O Hieromonge Stefan sublinhou que também a Igreja Ortodoxa Russa “é ativa” na questão da paz e que o tema da “cooperação em temas de atualidade” internacional será tratado no encontro entre o Primaz Ortodoxo com o Secretário de Estado.

Igreja Ortodoxa e os cristãos no Oriente Médio - Particularmente caro a Moscou é o tema do Oriente Médio. “Historicamente, os cristãos nesta região veem na Igreja Ortodoxa russa a sua protetora, explicou. Sua Santidade o Patriarca visitou a Síria e o Líbano em 2011, justamente no início da crise síria e teve a possibilidade de avaliar a situação com os próprios olhos e tirar conclusões sobre a iminência da catástrofe”.

Ao retornar a Moscou, o Patriarca continuou a pedir proteção aos cristãos sírios – acrescentou o representante do Patriarcado – recordando que a Igreja Ortodoxa Russa está trabalhando muito para fornecer a eles assistência humanitária”.

“Trata-se de um trabalho que fazemos em colaboração com os católicos russos, no quadro de um grupo específico de trabalho sobre a questão”.

União de esforços - "Unindo os esforços – sublinhou – as nossas duas Igrejas podem trazer muitos benefícios ao mundo. O Patriarca e o Papa são os dois líderes mais prestigiados no mundo cristão; não têm medo de assumir as próprias responsabilidades em influenciar os processos que ocorrem hoje na sociedade, de levantar a própria voz em defesa dos valores tradicionais, em apoio dos cristãos que sofrem em diversas regiões do mundo, antes de tudo no Oriente Médio, e em favor de toda uma série de outras questões, de cuja solução depende o futuro de toda a humanidade”.

Aumentar o intercâmbio em diversas áreas - Além de temas de atualidade, serão tratados no encontro entre Kirill e Parolin “o desenvolvimento da cooperação entre as duas Igrejas: no campo dos contatos entre clero e fiéis, da colaboração acadêmica, do intercâmbio entre estudantes, do desenvolvimento de programas de peregrinação comum”, antecipou o Hieromonge Stefan.

“Está se desenvolvendo em modo muito dinâmico também a cooperação no campo cultural, para o qual foi instituído um especial grupo de trabalho, que atua em modo regular”.

São Nicolau de Bari - Ao concluir, o representante do Patriarcado frisou que “o evento mais importante das relações interconfessionais, foi o traslado a Moscou das relíquias de São Nicolau de Bari, veneradas por mais de dois milhões de fiéis”.

“Esta elevação espiritual da população, da qual fomos testemunhas, nos diz que a essência das relações entre as duas Igrejas deveria estar precisamente a este nível”. (JE com Agência AGI)





Papa Francisco fica consternado
pelo atentado de Barcelona 

O Papa Francisco "acompanha com grande preocupação os acontecimentos e reza pelas vítimas" do atentado que deixou13 mortos em Barcelona, na Espanha. "O Santo Padre está ao lado do povo espanhol, especialmente dos feridos e das famílias das vítimas”, segundo declaração do porta-voz do Vaticano, Greg Burke.

A Igreja espanhola condena - Proximidade e oração pelas vítimas e suas famílias, apoio à sociedade e às forças policiais e firme condenação do atentado: assim os bispos do País se expressam num comunicado difundido logo após o ataque que abalou a cidade. Segundo fontes oficiais, são 13 os mortos e 80 os feridos, dos quais 15 em estado grave.

“Diante deste episódio trágico e abominável – diz o comunicado – a Conferência Episcopal Espanhola condena toda demonstração de terrorismo, prática intrinsecamente perversa, totalmente incompatível com a visão moral da vida. Não apenas lesa seriamente o direito à vida e à liberdade, mas é a mais dura demonstração de intolerância e totalitarismo”.

“Pedimos a todos os fiéis que elevem orações a Deus para que conceda o descanso eterno aos falecidos, restabeleça a saúde das outras vítimas, dê consolo às famílias e preencha de paz o coração das pessoas de boa vontade, a fim de que nunca mais se repitam atos tão deploráveis”, encerra o comunicado.

Reações - Líderes políticos de todo o mundo, personalidades artísticas e desportivas, instituições prestaram solidariedade às vítimas e muitos recorreram às redes sociais para deixar registrado o seu repúdio ao ato e as suas condolências às famílias da vítimas. O Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque. (BS/CM)

segunda-feira, 14 de agosto de 2017


NOTA DE FALECIMENTO



Comunicamos que no último dia 12.08.2017, às 21h15, faleceu Irmã Maria Gisélia (Bernadete) Pires no Hospital Memorial, em Natal/RN, BRASIL. Ela foi encaminhada ao pronto socorro da UNIMED na manhã dia 28.07.2017, onde passou todo o dia e à tarde foi hospitalizada no Hospital Memorial com pneumonia, dificuldade para respirar e febre alta. Obteve melhora, mas um tempo depois houve um agravamento em seu quadro permanecendo até o seu falecimento com insuficiência cardíaca, pneumonia bacteriana e constrição pulmonar. 



Data de nascimento: 27 de março de 1925, Currais Novos - RN

Entrada no convento: 19 de março de 1944, Açu-RN

Admissão ao Noviciado: 25 de janeiro de 1945, Açu – RN

Data dos Primeiros Votos: 25 de janeiro de 1947, Açu – RN

Data dos Votos Perpétuos: 02 de fevereiro de 1953, Natal – RN

Data de falecimento: 12 de agosto de 2017, Natal-RN

Faleceu aos 92 anos de idade e 70 anos de Vida Religiosa.



O corpo foi velado no Cemitério Morada da Paz em Emaús - Parnamirim/RN, BRASIL. A missa de corpo presente foi realizada às 15h30 sendo presidida  pelo Pe. Hugo Marcel Marcelino Galvão, amigo das Irmãs, em seguida o sepultamento.



Rezamos pedindo que Deus dê à luz eterna a nossa querida Irmã Maria Gisélia (Bernadete) Pires e lhe conceda a Ressurreição com Cristo Jesus.


sábado, 12 de agosto de 2017

Homenagens aos pais do Educandário Jesus Menino em Currais Novos/RN


Audiência Geral: “O perdão divino é o motor da esperança!”

Desde o início do seu ministério público, Jesus aproxima-Se e deixa aproximar de Si leprosos, endemoninhados, doentes e marginalizados. Quando encontra uma pessoa que sofre, Ele assume como próprio o sofrimento dela: não prega que este sofrimento se deve suportar heroicamente, mas faz Sua aquela pena, enche-Se de compaixão por aquele homem ou mulher que sofre. Jesus encarna e revela assim o coração de Deus que quer a cura, a libertação e a vida plena daquela pessoa.
É por isso que Jesus abre os braços aos pecadores. Ainda hoje há tantas pessoas extraviadas, porque não encontram ninguém disponível para as olhar de modo diferente do comum, ou seja, com os olhos, com o coração de Deus: disponível para as olhar com esperança. Ao contrário, Jesus vê uma possibilidade de ressurreição mesmo para quem fez um monte de opções erradas. Mas isso custou-Lhe a cruz! Jesus não foi crucificado, porque cura doentes, prega a caridade e proclama as Bem-aventuranças, mas (e sobretudo) porque perdoa os pecados, quer a libertação total e definitiva do coração humano, não aceita que o ser humano arruíne toda a sua existência com o pensamento de não poder ser acolhido pelo coração misericordioso de Deus. Por isso, perdoa aos pecadores.
E este perdão divino é o motor da esperança! Com o perdão, os pecadores readquirem a serenidade a nível psicológico, vendo-se livres do sentido de culpa. Mas Jesus faz muito mais: oferece-lhes a esperança duma vida nova, uma vida caraterizada pelo amor. E, a quem compreendeu esta verdade basilar, Deus confia a missão mais bela do mundo: o anúncio duma misericórdia que Ele não nega a ninguém.
Saudação aos peregrinos de língua portuguesa
Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, convidando todos a permanecer fiéis a Cristo Jesus. Ele desafia-nos a sair do nosso mundo limitado e estreito para o Reino de Deus e a verdadeira liberdade. O Espírito Santo vos ilumine para poderdes levar a Bênção de Deus a todos os homens. A Virgem Mãe vele sobre o vosso caminho e vos proteja.
© Libreria Editrice Vaticana


A devoção de Santa Clara a Virgem Maria

Santa Clara de Assis nutria uma profundíssima devoção a Santíssima Virgem Maria. Na noite decisiva para sua nova vida como religiosa, Santa Clara, por ordem de São Francisco, de Assis se dirigiu à capela da Porciúncula. Nesta igreja dedicada a Virgem Maria, também conhecida como Nossa Senhora dos Anjos, que é a igreja mãe da Ordem Franciscana, Clara recebeu das mãos de Francisco o hábito da Ordem, depois de ter seus cabelos cortados. Segundo seu biógrafo, este acontecimento tem grande importância para Santa Clara: “Não convinha que, à véspera dos tempos novos, florescesse em outro lugar, a Ordem da virgindade senão no palácio daquela que primeira de todas e digníssima foi a única mãe e virgem”.
A vestição de Clara de Assis no Santuário da Mãe de Deus, mostra o que a Santa deveria significar para o mundo: “que as mulheres imitem Clara, vestígio da Mãe de Deus, nova guia das mulheres”. Esta é uma magnífica síntese da vida de Santa Clara!
A profunda devoção de Santa Clara a Virgem Maria
São Francisco, o “discípulo do Verbo encarnado”, foi chamado de “outro Cristo” pelo Papa Pio XII, no dia 2 de fevereiro de 1926. Santa Clara, por sua vez, foi designada como “vestígio da Mãe de Deus”. A presença do binômio homem-mulher parece ser a lei de todas as grandes obras de Deus: Adão e Eva; Jesus Cristo e a Virgem Maria; São Francisco e Santa Clara.
Quanto às influências marianas na trajetória de Clara de Assis e de suas irmãs, dizia-se que “seguiam as pegadas de Cristo e de sua santíssima Mãe”. O próprio Francisco de Assis já contemplava a trajetória de Clara e de suas irmãs a partir desta ótica cristocêntrica e mariana. Santa Clara inseriu na regra da Ordem o teor do bilhete que Francisco lhe enviou antes de morrer: “Eu, Frei Francisco pequenino, quero seguir a vida e pobreza de nosso altíssimo Senhor Jesus Cristo e de sua Mãe santíssima e perseverar nela até o fim”. O que vale para si mesmo, Francisco quer que valha para as damianitas ou clarissas: que sigam a Virgem Maria como mulheres!
Santa Clara corresponde completamente ao pedido-desejo de São Francisco. Vemos esta realidade em alguns aspectos da devoção da Santa por Nossa Senhora. Clara coloca a festa da Assunção da Virgem Maria entre os sete dias do ano em que as irmãs devem receber a comunhão, considerando esta festa como das maiores solenidades do ano para a Ordem. A respeito dessa prática devocional, é necessário recordar que naquele tempo a comunhão não era recebida com frequência, como em nossos dias. Clara de Assis invoca a Santíssima Virgem como protetora das clarissas de maneira toda particular, não simplesmente como era o costume cristão da época. Outro sinal desse amor preferencial de Santa Clara por Nossa Senhora é a suspensão do jejum em suas festas, segundo o desejo de São Francisco.
Santa Clara venerava a Virgem Santíssima porque tinha plena confiança em seu socorro. A Mãe de Deus cuida efetivamente de cada um de nós! Ela é verdadeira nossa Mãe, ensina-nos a aproximar-nos de Jesus Cristo e torna-nos exemplo luminoso do seguimento a Ele. Imitar a Virgem Maria é o caminho mais seguro para unir-nos a Jesus Cristo. Por isso, não podemos deixar de manifestar a Nossa Senhora o nosso afeto filial. 

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Programação de comemoração pelo Dia dos Pais, no Educandário Santa Taresinha em Caicó RN


Como identificar a vocação sacerdotal e religiosa

Vocação sacerdotal e religiosa: como descobrir se sou chamado a vivê-la?
Jesus chamou para apóstolos “aqueles que Ele quis”, depois de passar a noite em oração. A Igreja viu nisso o chamado ao sacerdócio e também às outras formas de vida religiosa. É Jesus quem chama o jovem à vida sacerdotal, o que não é fácil. A vida religiosa exige muitas renúncias para ser “todo de Deus”, estar a serviço do Seu Reino para a edificação da Igreja e a salvação das almas.

Prof,Felipe Aquino