quinta-feira, 29 de junho de 2017

NEVES GARANTE DUAS VAGAS EM TORNEIO MUNDIAL DE XADREZ

O Colégio Nossa Senhora das Neves em Natal/RN, conquistou duas medalhas de ouro no Torneio Pré-mundial de Cadetes e será uma das três escolas do Rio Grande do Norte a representar o Brasil no Torneio Mundial de Xadrez, programado para acontecer entre os dias 21 e 31 de agosto, em Poços de Caldas (MG).
O Torneio Pré-mundial de Cadetes ocorreu no Colégio das Neves e foi promovido pela Confederação Brasileira de Xadrez. A instituição arrematou nove medalhas, sendo duas de ouro, três de prata e quatro de bronze.
Conheça os medalhistas:
                                                                                                     
Sub8 Feminino:
Stella Correia (ouro)
Fernanda Cortez (prata)
Elida Barbosa (bronze)
Sub10 Feminino:
Nina da Costa (prata)
Fernanda Maux (bronze)
Sub10 Masculino:
Giovanni Tavares (bronze)
Sub12 Feminino:
Cecília Maria Pinto (ouro)
Isabele Branco (prata)
Julia Barbosa (bronze)

Pedro e Paulo

o dia 29 de junho ou no Domingo seguinte (caso do Brasil), celebramos a Solenidade de São Pedro e São Paulo! A cada ano a liturgia nos leva a meditar sobre a vida destes dois grandes Apóstolos. Pedro, que é considerado como “o líder dos apóstolos”, por ter recebido do Senhor essa missão, e assim presidiu a Igreja Cristã primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor de amor a Jesus.
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão.
O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como Seu Senhor, Jesus Cristo. São Pedro escreveu duas cartas e também serviu como fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
Jesus perguntara aos discípulos que opiniões corriam a Seu respeito. Eram muitas. Todas incompletas, várias totalmente erradas. Haja opiniões, ontem como hoje! E, então, Jesus volta-se para os discípulos – os Doze e os de todas as épocas: eu, você – e dispara, como uma flecha: “E vós, quem dizeis que eu sou”? É Pedro quem responde em nome de todos: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”! A resposta é perfeita; é a essência mesma da fé da Igreja. E Jesus, então, revela: “Não foi tua inteligência; foi o Pai quem te revelou isso! E eu revelo quem tu és: Tu és Pedro (= pedra) e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja. E dar-te-ei as chaves do Reino… para ligares e desligares…” Uma observação importante: a razão humana, entregue a si mesma, não poderá jamais penetrar na essência do mistério de Cristo: “Ninguém pode vir a mim se o Pai não o atrair” (Jo 6,44).
Paulo nasceu entre o ano 5 e 10 da era cristã, em Tarso, capital da Cilícia, na Ásia Menor, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Descende de uma família de judeus da diáspora, pertencente à tribo de Benjamim, que observava rigorosamente a religião dos seus pais, sem recusar os contatos com a vida e a cultura do Império Romano.
Os pais deram-lhe o nome de Saul (nome do primeiro rei dos judeus). O nome Saul passou para Saulo porque assim era este nome em grego. Mais tarde, depois de sua conversão a partir da sua primeira viagem missionária no mundo greco-romano, Paulo usa exclusivamente o nome latino Paulus.
Recebeu a sua primeira educação religiosa em Tarso, tendo por base o Pentateuco e a lei de Moisés. A partir do ano 25 d.C. vai para Jerusalém, onde frequenta as aulas de Gamaliel, mestre de grande prestígio, aprofundando com ele o conhecimento do Pentateuco escrito e oral. Aprende a falar e a escrever em aramaico, hebraico, grego e latim. Pode falar publicamente em grego ao tribuno romano, em hebraico à multidão em Jerusalém (At 21, 37.40) e catequizar hebreus, gregos e romanos.
Paulo é chamado “o Apóstolo” por ter sido o maior anunciador do cristianismo, depois de Cristo. Entre as grandes figuras do cristianismo nascente, a seguir a Cristo, Paulo é de fato a personalidade mais importante que conhecemos. É uma das pessoas mais interessantes e modernas de toda a literatura grega, e a sua Carta aos Coríntios é das obras mais significativas da humanidade. Escreveu 13 cartas às igrejas por ele fundadas: cartas grandes: duas aos tessalonicenses; duas aos coríntios; aos gálatas; aos romanos. Da prisão: aos filipenses; bilhete a Filémon; aos colossenses; aos efésios. Pastorais: duas a Timóteo e uma a Tito.
Nas suas cartas, Paulo afirma que Jesus Cristo está vivo e reconcilia os homens através do Espírito Santo. Cristo traz a salvação ao mundo. A reconciliação dos homens com Deus e entre si é possível, e já começou. É através da Igreja que se realiza esta reconciliação.
Durante a viagem para Roma, Paulo não perdia a oportunidade de anunciar o Evangelho em todos os lugares por onde passava. Após várias dificuldades ao longo da travessia e enfrentar um naufrágio, fez escala em Siracusa, na Sicília, e dali foi conduzido a Reggio (At 28, 12-13). Uma vez chegado à capital do Império e instalado em prisão domiciliar, Paulo realizava um anseio que havia tempos acalentava no coração, como ele mesmo o expressara aos cristãos de Roma: “Daí o ardente desejo que eu sinto de vos anunciar o Evangelho também a vós, que habitais em Roma” (Rm 1, 15). Dois anos haveria de durar seu doloroso cativeiro, mas ele, como afirma São João Crisóstomo, “considerava como brinquedo de criança os mil suplícios, os tormentos e a própria morte, desde que pudesse sofrer alguma coisa por Cristo”. Aproveitou o tempo para pregar o Reino de Deus (cf. At 28, 31), escrever numerosas cartas às comunidades da Grécia e da Ásia, as chamadas Epístolas do cativeiro.
Os apóstolos testemunharam Jesus não somente com a palavra, mas também com o modo de viver e com a própria morte. Por isso mesmo, seu martírio é uma festa para a Igreja, pois é o selo de tudo quanto anunciaram. O próprio São Paulo reconhecia: “Não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor. Trazemos, porém, este tesouro em vasos de argila para que esse incomparável poder seja de Deus e não nosso. Incessantemente trazemos em nosso corpo a agonia de Jesus, a fim de que a vida de Jesus seja também manifestada em nosso corpo. Assim, a morte trabalha em nós; a vida, porém, em vós” (2Cor 4, 5.7.10.12).
Nesta Solenidade reafirmamos nossa adesão ao ministério de Pedro, na pessoa de seu Sucessor, o querido Papa Francisco. É também o Dia do Papa, quando ofertamos o nosso óbolo como presente! O nosso afeto, a nossa adesão ao seu ministério e o nosso compromisso em “ser uma Igreja em saída”, evangelizando as “periferias existenciais” nos animam pelo testemunho vivo, eloquente e transparente do Romano Pontífice, a quem desejamos as melhores consolações divinas e a quem nos associamos, em Roma, por ocasião do Consistório de criação dos novos Cardeais, levando a ele, em nosso nome e da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, as nossas orações e votos de muitos anos de profícuo pontificado em favor do testemunho crível do Evangelho.
Eis o sinal do verdadeiro Apóstolo: dar a vida pelo rebanho, com Jesus e como Jesus, gastando-se, morrendo, para que os irmãos vivam no Senhor!
Por isso, caríssimos irmãos, a alegria da Igreja na Festa de Pedro e Paulo: eles não só falaram, não só viveram, mas também morreram pelo seu Senhor; e já sabemos pelo próprio Cristo-Deus que não há maior prova de amor que dar a vida por quem amamos! Bem-aventurado é Pedro, bendito é Paulo, que amaram tanto o Senhor a ponto de darem a vida por Ele! Nisto são um exemplo, um modelo, uma norma de vida para todos nós.
Por Cardeal Orani João Tempesta – Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

Papa Francisco e os novos cardeais visitam Bento XVI

Ao terminar a celebração do Consistório ordinário público na tarde de ontem (28), o Papa Francisco e os cinco novos cardeais se dirigiram ao Mosteiro Mater Ecclesiae para encontrar o Papa Emérito, Bento XVI. Já as visitas de cortesia aos novos purpurados foram realizadas nas dependências da Sala Paulo VI, depois do encontro na residência de Bento XVI.
Os cinco mais novos estreitos colaboradores da Igreja agora se sentem mais empenhados em anunciar o Evangelho e a resgatar, sobretudo, os mais necessitados, disse Dom Juan José Omella, arcebispo de Barcelona, ao saudar o Papa durante a celebração na Basílica Vaticana. “Esse serviço à Igreja e à humanidade que nos pede a Vossa Santidade, nos leva a trabalhar, transbordantes de alegria e de esperança, para entregar ao mundo a Boa Nova de Jesus”, comentou Dom Juan.
O arcebispo de Barcelona ainda disse que os novos cardeais não querem ser uma Igreja autorreferencial, mas sim, “queremos ser uma Igreja peregrina pelas estradas do mundo à procura de todos, versando nos seus corações o bálsamo da alegria e da paz, secando as lágrimas de muitos e aumentando a sua esperança” na reconciliação ao Filho de Deus.
Por Rádio Vaticano

sexta-feira, 23 de junho de 2017

COLÉGIO DAS NEVES SEDIARÁ TORNEIO PRÉ-MUNDIAL DE XADREZ

O Colégio Nossa Senhora das Neves, em Natal, foi escolhido pela Confederação Brasileira de Xadrez (CBX) para sediar o Torneio Pré-Mundial de Cadetes. A competição acontece no próximo sábado (24), das 8h às 13h, e reunirá cerca de 100 enxadristas de escolas públicas e privadas da região Nordeste. Os campeões garantem vaga no Campeonato Mundial, programado para ocorrer entre os dias 21 e 31 de agosto, em Poços de Caldas, Minas Gerais.
Os participantes serão distribuídos nos naipes Absoluto (masculino e feminino) e Feminino nas categorias Sub-8 (nascidos a partir de 2009), Sub-10 (nascidos a partir de 2007) e Sub-12 (nascidos a partir de 2005).
O Torneio Pré-Mundial de Cadetes será jogado pelo Sistema Suíço, com auxílio do Programa Swiss Manager, em até sete rodadas, com o ritmo de 20 minutos para cada enxadrista.
"Essa é mais uma oportunidade de ver as crianças colocar em prática o que aprenderam nas aulas, na expectativa de surgir novos talentos", diz o professor e presidente da Federação Norte-riograndense de Xadrez (FNX), Maximo Igor de Macêdo.

Novo documento da CNBB é dedicado à iniciação à vida cristã

Está disponível o novo documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. O texto foi aprovado pela 55ª Assembleia Geral da CNBB e recebe o número de 107 da coleção azul da Conferência. Aos catequistas e responsáveis pela animação pastoral das dioceses e comunidades está disponível um material com slides para trabalhar o texto.
Já no primeiro capítulo, o texto apresenta o itinerário a partir do “ícone bíblico” representado pelo encontro de Jesus com a Samaritana retratado no capítulo quatro do Evangelho de São João. Em seis passos, o documento apresenta os processos de iniciação ao discipulado de Jesus.
O documento oferece novas disposições pastorais para a iniciação à vida cristã, presente nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora desde 2011. Para os bispos, a dedicação em torno da temática revela o propósito de “buscar novos caminhos pastorais e reconhecer que a inspiração catecumenal é uma exigência atual”. Ela permitirá formar discípulos conscientes, atuantes e missionários.
“A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, escreveu o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, na apresentação do documento.
Para Dom Leonardo, o texto expressa o caminho que a Igreja no Brasil percorre, iluminada pela Palavra de Deus e pelo Documento de Aparecida, aprovado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada há 10 anos. “Assumindo sempre mais as orientações de Aparecida e do Papa Francisco, nossas igrejas particulares, nossas comunidades, nossas famílias e todas as pessoas batizadas serão testemunhas da alegria do Evangelho”, acredita o bispo.
Material de apoio
A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB disponibilizou uma coleção de slides para auxiliar as formações. São cinco apresentações relacionadas à introdução e a cada capítulo do texto.
O material possui citações de parágrafos do texto e ilustrações que facilitam a compreensão e a didática de exposição por parte dos assessores de encontros formativos.
As cinco apresentações, em formato PowerPoint, estão disponíveis neste link.
Por CNBB

Papa: um padre deve ter paixão, discernimento e denúncia

Um pastor deve ser apaixonado, deve saber discernir e deve saber também denunciar o mal. Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã de quinta-feira (22/06) na Casa Santa Marta.
Em sua homilia, o Pontífice se inspirou na Primeira Leitura, extraída da Carta de São Paulo aos Coríntios, para falar de três características de um pastor.
A primeira qualidade, indicou ele, é ser um pastor “apaixonado”, a ponto de dizer à sua gente, ao seu povo: ‘Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor divino”. É “divinamente ciumento”, comentou o Papa.
Uma paixão, portanto, que se torna quase “loucura”, “insensatez” pelo seu povo. “E isso – acrescentou – é aquela característica que nós chamamos de zelo apostólico: não se pode ser um verdadeiro pastor sem este fogo por dentro”. Já a segunda característica do sacerdote é “um homem que sabe discernir”:
“Sabe que na vida tem a sedução. O pai da mentira é um sedutor. O pastor, não. O pastor ama. Ama. Ao invés, a serpente, o pai da mentira, é um sedutor. É um sedutor que tenta afastar da fidelidade, porque aquele ciúme divino de Paulo era para levar o povo a um único esposo, para manter o povo na fidelidade ao seu esposo. Na história da salvação, nas Escrituras muitas vezes encontramos o afastamento de Deus, as infidelidades ao Senhor, a idolatria, como se fossem uma infidelidade matrimonial”.
A segunda característica, portanto, é que saiba discernir: “discernir onde existem perigos, onde estão as graças… onde está a verdadeira estrada”. Isso “significa que o pastor sempre acompanha as ovelhas: momentos belos e também nos momentos difíceis, inclusive nos momentos da sedução, com a paciência os leva ao redil”. Já a terceira característica é a “capacidade de denunciar”:
“Um apóstolo não pode ser um ingênuo: ‘Ah, está tudo bem, vamos para frente, ok?, está tudo bem … Façamos uma festa, todos … tudo se pode …’. Porque há a fidelidade ao único esposo, a Jesus Cristo, a defender. E ele sabe condenar: aquela concretude, dizer ‘isso não’, como os pais dizem ao filho quando começa a engatinhar e vai na tomada para colocar o dedo: ‘Não, isso não! É perigoso!’. Mas me veem à mente tantas vezes aquele ‘tuca nen’ (não toque em nada) que os meus pais e avós me diziam naqueles momentos em que havia um perigo”.
O Bom Pastor – disse ainda o Papa – sabe denunciar, “com nome e sobrenome”, como fazia São Paulo. Francisco então recordou sua recente visita às cidades italianas de Bozzolo e Barbiana, aos túmulos dos sacerdotes Pe. Milani e Pe. Mazzolari. De modo especial, recordou o que dizia Pe. Milani quando ensinava os jovens:
“I care. Mas o que significa? Explicaram-me que, com isso, ele queria dizer ‘eu me importo’. [Pe. Milani] ensina que as coisas deveriam ser levadas a sério, contra o slogan daquele tempo que [era] ‘eu não me importo’, mas disse em outra linguagem, que eu não ouso dizer aqui. E assim ensinava os jovens a irem avante. Cuide: cuide de sua vida e ‘isso não’!’”
Portanto, saber denunciar “o que vai contra a sua vida”. E muitas vezes, disse, “perdemos esta capacidade de condenar e queremos levar avante as ovelhas um pouco com aquela ‘bondade’ que não é ingênua”, mas faz mal. Aquela “bondade” para atrair a admiração ou o amor dos fiéis “deixando que façam”.
Resumindo: “O zelo apostólico de Paulo, apaixonado, zeloso, é a primeira característica. O homem que sabe discernir porque conhece a sedução e sabe que o diabo seduz é a segunda característica. E um homem com capacidade de condenar as coisas que fazem mal às suas ovelhas é a terceira caraterística”. O Papa então concluiu com uma oração “por todos os pastores da Igreja, para que São Paulo interceda diante do Senhor, para que todos nós pastores possamos ter essas três característica para servir o Senhor”.
Por Rádio Vaticano

sexta-feira, 16 de junho de 2017

INSCRIÇÕES PARA ENCONTRO "ADOLESCENTES EM AÇÃO" SEGUEM ATÉ QUINTA-FEIRA (15)

O Serviço de Orientação Educacional e o Serviço de Psicologia (Soesp) preparam para o próximo sábado (17) mais uma edição do encontro "Adolescentes em Ação - Em defesa da vida". O evento acontece no Salão Nobre, das 8h às 12h, e proporcionará discussões sobre temas de cunho social e a importância do engajamento em projetos sociais.
A reunião é destinada aos integrantes do Colegiado Discente, Neves Voluntário, Centro Cívico Escolar Madre Auxiliadora Nóbrega de Almeida (CCE-MANA) e qualquer aluno que exerça espírito de liderança. O evento contará com a participação da Sempre Aluna Rafaela Brilhante, que atua como voluntária na ONG Cidadão Global. As vagas são gratuitas e limitadas. 

Cardeais propõem descentralização de alguns aspectos do governo da Igreja

O Conselho de Cardeais criado pelo Papa para o auxiliar na reforma da Cúria Romana concluiu, nesta quarta-feira, 14, no Vaticano, a sua 20ª reunião, dedicada à “descentralização” de alguns aspectos do governo central da Igreja Católica.
O porta-voz do Vaticano, Greg Burke, apresentou aos jornalistas os temas que estiveram em debate no terceiro encontro de 2017 entre Francisco e os cardeais dos cinco continentes, iniciado na segunda-feira, 12.
Os participantes debateram formas para que a Cúria Romana possa “servir melhor as Igreja locais”, propondo, por exemplo, “uma consulta mais ampla, constituída também por membros de vida consagrada e leigos, sobre os candidatos propostos para a nomeação como bispo”.
Entre outras propostas, acrescenta o diretor da sala de imprensa da Santa Sé, foi estudada a possibilidade de “transferir algumas faculdades dos dicastérios romanos” para os bispos ou conferências episcopais, “num espírito de sã descentralização”.
Um dos casos apresentados como exemplo é o da ordenação sacerdotal de um diácono permanente que tenha ficado viúvo.
Os trabalhos abordaram também o andamento da Secretaria para a Economia e a Secretaria para a Comunicação da Santa Sé.
Esta foi a 20ª reunião de um órgão que foi constituído a 28 de setembro de 2013 para apoiar Francisco na reforma da Cúria Romana e que já interveio em áreas como a organização econômica da Santa Sé e na criação de novas estruturas como as congregações para as áreas dos ‘Leigos, Família e Vida’ e ‘Justiça, Paz e Migrações’.
O próximo encontro está marcado para 11, 12 e 13 de setembro.
por Canção Nova, com Agência Ecclesia

terça-feira, 13 de junho de 2017



A Santíssima Trindade faz irradiar «uma nova luz sobre a terra» 


«Deus procura-nos, atende-nos e ama-nos sempre em primeiro lugar. É como a flor da amendoeira, como diz o profeta: ela é a primeira a despontar», explicou o Papa Francisco antes do ângelus deste domingo, 11 de junho de 2017, na Praça de S. Pedro, durante a festa da Santíssima Trindade, da qual participaram 15.000 pessoas.
Porque a Santíssima Trindade « fez irradiar uma nova luz sobre a terra e no coração de todo o ser humano que a acolhe; uma luz que revela os lados sombrios, as durezas que nos impedem de dar bons frutos de caridade e de misericórdia».
«A comunidade cristã, sublinhou o papa, apesar de todos os limites humanos, pode tornar-se um reflexo da comunhão da Trindade, da sua bondade e da sua beleza. Mas isso, como o próprio S. Paulo testemunhou, passa necessariamente pela experiência da misericórdia de Deus, do seu perdão».
O papa convidou os batizados a rezarem à Virgem Maria para que ela os ajude “a entrar cada vez mais, (…) na comunhão trinitária, para viver e testemunhar o amor que dá sentido à vida.
Eis a tradução das palavras do Papa Francisco antes da oração do ângelus.
Caros irmãos e irmãs, as minhas saudações!
As leituras bíblicas deste domingo, festa da Santíssima Trindade, ajudam-nos a entrar no mistério da identidade de Deus. A segunda leitura apresenta os votos que S. Paulo dirige à comunidade de Corinto: «Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós» (2 Cor 13, 13).
Esta «bênção» do apóstolo é o fruto da sua experiência pessoal do amor de Deus, esse amor que o Cristo ressuscitado lhe revelou, que transformou a sua vida e o «empurrou» a levar o evangelho aos gentios.
A partir dessa experiência de graça, Paulo pode exortar os cristãos por estas palavras: «sede alegres, procurai a perfeição, encorajai-vos mutuamente, […] vivei em paz» (v. 11). A comunidade cristã, apesar de todos os limites humanos, pode tornar-se um reflexo da comunhão da Trindade, da sua bondade, da sua beleza. Mas isso, como o próprio Paulo testemunhou, passa necessariamente pela experiência da misericórdia de Deus, do seu perdão.
É o que acontece aos judeus no caminho do Êxodo. Quando o povo rompeu a aliança, Deus apresentou-se a Moisés na nuvem para renovar o pacto, proclamando o seu nome e o seu significado: «o Senhor, Deus misericordioso e compassivo, lento para a ira e rico em amor e em fidelidade» (Ex 34, 6). Este nome exprime que Deus não é distante nem fechado em si mesmo, mas que é Vida que quer comunicar-se, que é abertura, que é Amor que resgata o homem da sua infidelidade, porque se oferece a nós para preencher os nossos limites e as nossas carências, para perdoar os nossos erros, para nos reconduzir ao caminho da justiça e da verdade. Esta revelação de Deus chegou à sua plenitude no Novo Testamento, graças à palavra de Cristo a da sua missão salvífica. Jesus manifestou-nos a face de Deus, Um na substância e Trino nas pessoas. Deus é na totalidade e unicamente Amor, numa relação subsistente que cria, resgata e santifica todas as coisas: Pai, Filho e Espírito Santo.
O Evangelho de hoje «coloca em cena» Nicodemos, que, embora ocupasse um posto importante na comunidade civil e religiosa da época, não parou de procurar Deus. E eis que ele se apercebeu do eco da voz de Deus em Jesus. No decorrer do diálogo nocturno com o Nazareno, Nicodemos compreende finalmente que ele é já procurado e atendido por Deus, que Deus o ama pessoalmente.
Deus toma a iniciativa: vem à nossa procura, atende-nos e ama-nos sempre em primeiro. É como a flor da amendoeira, como diz o profeta: ela é a primeira a florir (cf Jer 1, 11-12).
Jesus fala a Nicodemos deste modo: «Deus amou tanto o mundo, que lhe deu o seu Filho único, para que quem acredita nele não se perca, mas obtenha a vida eterna» (Jo 3, 16). Em que consiste essa vida eterna? É o amor gratuito e sem medida do Pai que Jesus deu sobre a cruz, oferecendo a sua vida para nossa salvação. Esse amor, pela ação do Espírito Santo, fez irradiar uma nova luz sobre a terra e em todo o coração humano que o acolhe, uma luz que revela os lados sombrios, as durezas que nos impedem de dar bons frutos de caridade e de misericórdia.
Que a Virgem Maria nos ajude a entrar cada vez mais, com todo o nosso ser, na comunhão trinitária, para viver e ser testemunhas do amor que dá um sentido à nossa existência.
© Tradução de ZENIT, P. Joaquim Domingos Luís

Iniciou no Vaticano a XX reunião do Conselho dos Cardeais (C9) 

ZENIT — Cidade do Vaticano).- Teve início nesta segunda-feira 12, e se encerra amanhã, dia 14 de junho, a 20ª reunião do Conselho dos Cardeais (C9), coordenada pelo Papa Francisco. Este é o terceiro encontro deste ano. O dia do C9 iniciou com uma missa em Santa Marta, presidida pelo Papa Francisco.
O Conselho dos Cardeais deverá retomar algumas questões já abordadas, como a formação do pessoal, a nova estrutura do Conselho para o Diálogo inter-religioso, os passos que estão sento dados pela Secretaria de comunicação e, por fim, uma definição do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.
Fazem parte do Conselho: o Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, o hondurenho Andrés Rodríguez Maradiaga, o italiano Giuseppe Bertello, o estadunidense Sean Patrick O’Malley, o chileno Francisco Javier Errázuriz Ossa, o indiano Oswald Gracias, o alemão Reinhard Marx, congolês Laurent Monsengwo Pasinya e o australiano George Pell.

Congregação das Filhas do Amor Divino
Província Nossa Senhora das Neves – PRONEVES
EDUCANDÁRIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS
90 Anos de Compromisso com a Formação Cristã

Senhores pais, 

É com imensa satisfação que comunicamos o reinício do ballet no ENSV dia 04 de julho de 2017, após o recesso escolar, vagas limitadas e as inscrições serão feitas na tesouraria da Escola. O kit ballet (collant, meia calça, sapatilha, arranjo e tutu) é com a professora Paula Braz. 
O Ballet clássico é uma das danças mais recomendadas às crianças quando são pequenas. Favorece a criatividade, a musicalidade e o trabalho em grupo. Consiste em unir a técnica, a música e a atuação nos movimentos. São habilidades que as crianças vão adquirindo pouco a pouco através de exercícios e posturas. Exige disciplina, boa postura e ritmo. Com o ballet, as crianças podem desfrutar de muitos benefícios como: Melhora da coordenação motora, aumenta a concentração, Noções de espaço e de localização, aumenta a flexibilidade, mais resistência corporal, corrige e melhora a postura, estimula o desenvolvimento intelectual, ajuda a expressão e memória, aumenta a autoestima, ajuda a fazer amigos, melhora o equilíbrio e reflexos.
O ballet clássico segundo a idade da criança
O ballet clássico se divide em 2 diferentes categorias, segundo a idade da criança: A baby class y ballet infantil. 
A baby class está direcionada a crianças de 3 a 6 anos de idade. O principal objetivo das aulas é divertir e estimular a imaginação da criança. As crianças brincam, jogam, se divertem e aprendem ao mesmo tempo. Nesta fase, a criança aprende a ser mais independente e a controlar as suas habilidades motoras e intelectuais, e a reconhecer as suas capacidades.
O ballet infantil está direcionado às crianças maiores de 7 anos já que exige mais disciplina, mais musicalidade e domínio do seu corpo. Através de uma sequência de exercícios, as aulas seguem movimentos básicos com exercícios de barra e de centro, que têm como meta desenvolver e fortalecer a musculatura das pernas, a postura do corpo e a coordenação motora. 
Muito importante: Os pais não devem obrigar nem pressionar a criança a fazer Ballet. É importante que a criança curta e sinta prazer com a prática desta atividade. O ballet clássico possui os 7 movimentos básicos de qualquer outra atividade física: saltar, estirar, dobrar, elevar, girar, deslizar, lançar-se ou pular. 
Aguardamos todas as crianças para se inscreverem antes do início do recesso escolar, a fim de que as turmas sejam confirmadas o mais breve possível. 

Atenciosamente,

Paula Braz. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017



É TEMPO DE SÃO JOÃO NO ENSV

O Educandário Nossa Senhora das Vitórias, alegra-se em poder manter acesa a chama da nossa cultura e da nossa tradição, através dos festejos juninos, dentre os quais destacamos a festa do nosso padroeiro São João batista, o percussor.

Estaremos, portanto, com uma programação especial a ser vivenciada nos dias 9 e 10, quando oportunamente convidamos os senhores Pais e demais familiares a prestigiarem essa bonita festa de cores, luzes e de uma alegria incontida que só o povo nordestino possui. Segue as informações necessárias para que possam participar ativamente da nossa festa.

 ·      Dia 09 / 06 / 2017 – Sexta-feira:

- 19h: Carroçada – Do 5º ano a 3ª série do Ensino Médio.

Saída do centro Comercial do conjunto Janduís.

Chegada no ENSV.

- 21h: Festa da Chita

Animação: Xodó Nordestino

 ·      Dia 10 / 06 / 2017 – Sábado:

- 19h: Apresentações culturais (Educação infantil e Anos Iniciais)

- 21h: Arrastapé.


quinta-feira, 8 de junho de 2017



Em Lourdes existe algo de inexplicável
 
São milhares os registros de “curas inexplicáveis” que acontecem todos os anos no santuário mariano de Lourdes, França – um dos mais conhecidos e concorridos do mundo. Muitas pessoas rejeitam o fenômeno como um todo, porque não estão cientes do rigor da Igreja sobre a questão, e não sabem que há um procedimento específico para que a Igreja legitime ou não os milhares de milagres aparentes que lhe são submetidos.
Essa postura de ignorância disfarçada de intelectualidade contrasta com a postura de respeito e consideração adotada por profissionais de reconhecido prestígio, como o médico francês Luc Montagnier, Prêmio Nobel de Medicina, que, entre outras relevantes contribuições à ciência, ficou famoso pela descoberta do vírus HIV.
Montaigner afirma que “nos milagres de Lourdes há algo inexplicável”. Ele repreende a postura de alguns colegas observando que “muitos cientistas cometem o erro de rejeitar o que não entendem. Não gosto dessa atitude. Frequentemente cito a frase do astrofísico Carl Sagan: “A ausência de prova não é prova de ausência” “Quanto aos milagres de Lourdes que estudei, creio que realmente se trata de algo inexplicável. (…). Não consigo entender esses milagres, mas reconheço que há curas que não estão previstas no estado atual da ciência”.



Papa convida à iniciativa “Um minuto pela paz”




(ZENIT – Roma, 7 jun. 2017).- Papa Francisco falou ao final da audiência geral desta quarta-feira, da iniciativa “Um minuto pela paz”, a ser realizada esta quinta-feira, 8 de junho.

“Amanhã, às 13 horas, renova-se em diversos países a iniciativa ‘Um minuto pela paz’, isto é, um pequeno momento de oração na recorrência do encontro no Vaticano entre eu, o falecido Presidente israelense Peres e o Presidente palestino Abbas. Em nosso tempo, há tanta necessidade de rezar – cristãos, judeus e muçulmanos – pela paz”.

A data recorda o terceiro aniversário do encontro convocado pelo Papa Francisco e realizado em 8 de junho de 2014 no Vaticano, que reuniu o Patriarca Bartolomeu; o falecido presidentes de Israel, Shimon Peres; e da Palestina, Abu Mazen.

A iniciativa é apoiada em nível internacional também pelo Fórum Internacional da Ação Católica (FIAC) e pela União Mundial das Organizações Femininas Católicas (UMOFC), e será feita em vários países.

O convite é que todos interrompam às 13 horas por um minuto suas atividades cotidianas, para rezar pela paz no mundo, cada um na própria tradição religiosa, em família, na escola, no local de trabalho, o onde for possível recolher-se brevemente em silêncio.

Cardeal Tauran afirma:

“A mulher é a educadora da fraternidade”

 (ZENIT -Roma, 8 jun. 2017).- A assembleia plenária do Pontifício Conselho para o Diálogo Interreligioso, iniciada esta quarta-feira no Vaticano, prosseguirá até sexta-feira, e na conclusão dos trabalhos os participantes serão recebidos em audiência pelo Papa
Francisco.

“O papel da mulher na educação à fraternidade universal” é o tema da assembleia, e durante os trabalhos da plenária quatro mulheres desenvolverão reflexões que vão de temas bíblicos à construção da paz.

O cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do dicasterio indicou que “As mulheres têm igual dignidade em relação ao homem e sobretudo nós, como cristãos, sabemos que somos membros de um só corpo, do qual a cabeça é Cristo e isso faz de modo que seja uma relação paritária. Diante de Deus, como diz São Paulo, não há nem escravos nem livres: todos somos membros de Cristo. ”

O cardeal indicou que “a mulher não tem somente essa tarefa de ternura de mãe, mas também tem o seu lugar na sociedade. Como os homens, as mulheres são capazes de ter responsabilidade e, portanto, é um bem ouvir esses pontos de vista para ter uma visão completa da mulher vista como igual ao homem diante de Deus e diante da sociedade”.

As mulheres devem ter as mesmas responsabilidades, a possibilidade de assumir as mesmas responsabilidades”, concluiu o purpurado.





Papa Francisco nomea três novos Bispos para o Brasil


(ZENIT – Cidade do Vaticano).- O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, três novos Bispos para o Brasil: um auxiliar para a arquidiocese do Rio de Janeiro e dos auxiliares para Curitiba. E hoje, dom Leonardo Steiner, secretário-geral da Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil (CNBB) enviou mensagem de saudação aos três novos bispos nomeados pelo Papa Francisco na manhã desta quarta-feira.

Auxiliar para o Rio de Janeiro

Padre Juarez Delorto Secco, do clero da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES). Nasceu em 4 de julho de 1970 em Cachoeiro de Itapemirim. Antes de entrar para o Seminário, estudou Direito Civil e exercitou a profissão de advogado. Estudou Filosofia e Teologia no Instituto da Arquidiocese de Vitória e se especializou em Direito Canônico. É Membro da Associação dos Padres do Prado.

Foi ordenado sacerdote em 10 de março de 2001, incardinando-se na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, onde foi pároco, coordenador diocesano da pastoral vocacional; Membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores.

Atualmente, é pároco da Catedral; Chanceler da Cúria; Vice-Reitor do Seminário Maior; Professor da Escola Diaconal; Juiz do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Vitória e Coordenador regional de Pastoral.

Auxiliares de Curitiba – O Papa Francisco nomeou dois Bispos Auxiliares:

Padre Francisco Cota de Oliveira, do clero da Diocese de Divinópolis (MG) e Pe. Amilton Manoel da Silva, membro da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (passionista).

Nasceu em 5 de agosto de 1969 em Onça do Pitangui, diocese de Divinópolis, no Estado de Minas Gerais. Estudou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica em Belo Horizonte (1992-1994) e na mesma cidade estudou Teologia no Instituto “Dom João Rezende Costa” (1995-1998). Em 1° de agosto de 1999 foi ordenado sacerdote e incardinado na diocese de Divinópolis, na qual foi vigário paroquial, pároco e administrador paroquial. Foi Assessor diocesano da Pastoral juvenil; Professor no Seminário Propedêutico e de Teologia para leigos; Promotor de Justiça do Tribunal Eclesiástico diocesano; Membro do Conselho Econômico diocesano. Atualmente, é pároco de “Nossa Senhora do Pilar” em Pitangui (MG).

Padre Amilton Manoel da Silva, que nasceu em 2 de março de 1963 em Osvaldo Cruz, na Diocese de Marília (SP). Estudou Filosofia na Universidade Federal do Paraná em Curitiba (1992-1995) e Teologia no Instituto de Teologia de São Paulo-ITESP (1997-2000). Emitiu a profissão religiosa em janeiro de 1997 como Membro da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (Passionistas) e recebeu a ordenação sacerdotal em 17 de dezembro de 2000.

Dentro de sua Congregação, desempenhou inúmeros cargos, desde mestre de noviços até Superior Provincial da Província Passionista do Calvário, com sede em São Paulo (2013-2016). Também foi Assessor da Conferência dos Religiosos do Brasil, pregador de exercícios espirituais e vigário paroquial em Colombo e Ponta Grossa (PR). Atualmente, é pároco de “São Paulo da Cruz” na Arquidiocese de São Paulo.

Papa diz aos bispos venezuelanos: aliviar a dor do povo e procurar a paz



(ZENIT – Cidade do Vaticano, 8 jun. 2017).- O Papa Francisco recebeu nesta quinta-feira em uma audiência privada no Vaticano, o Conselho da Presidência da Conferência Episcopal Venezuelana. O Santo Padre convidou os bispos a acompanharem o povo neste momento difícil, a procurar a coexistência e a paz, indicou o cardeal Jorge Urosa em entrevista a ZENIT.
O purpurado indicou que a crise se agrava a cada dia, devido a um sistema totalitário e marxista que não quer reconhecer a soberania do povo que elegeu uma Assembleia Nacional, à qual foi retirado o poder. Lembrou o adiamento das eleições regionais que estavam marcadas para o final de 2016, mas principalmente à fome e falta de medicamentos que sofre o povo.

O encontro foi solicitado pela própria conferência episcopal para falar com o Papa sobre o difícil momento que o povo venezuelano tem atravessado no país, principalmente por estar afetado por uma grave crise humanitária, política e econômica.
Estiveram com o Papa Francisco, Monsenhor Diego Rafael Sanchez, arcebispo de Cumaná e presidente da Conferência Episcopal Venezuelana; o monsenhor José Luis Azuaje Aiala, bispo de Barinas; o monsenhor Mario del Valle Moronta Rodriguez, bispo de San Cristóbal; monsenhor Victor Hugo Basabe, bispo de San Felipe; o cardeal Jorge Liberato Urosa Savino, bispo de Caracas; e o cardeal Baltazar Enrique Porras Cardozo, arcebispo de Merida.


A contestação política e social abala o país desde o início de abril e pelo menos 65 manifestantes morreram em confrontos com as forças de segurança. Os bispos defenderam a realização de eleições gerais para ultrapassar a crise e pediram a abertura de um corredor humanitário. Nas fotos da audiência de hoje publicadas pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano é possível ver que os bispos apresentaram uma abundante documentação Papa.

segunda-feira, 5 de junho de 2017


EJM, é o campeão do Desafio Nacional Acadêmico - DNA - em Currais Novos, e segundo lugar no Rio Grande do Norte!

Alunos da 2ª série 'B", do Educandário Jesus Menino Currais Novos, coordenado pelo professor Diêgo, de Biologia, mostraram para os demais que vale a pena estudar, e fizeram da Escola, a campeã do DNA em Currais Novos, e um segundo lugar no Rio Grande do Norte. 

Além desses alunos mostrado na foto, a aluna, Rafaelly Cid, que no momento não estava presente, e Igor Demetrio, que estudou em nossa instituição, fizeram parte desse prêmio. Parabéns aos alunos, ao professor e ao EJM, pelo êxito no Desafio Nacional Acadêmico - DNA 2017.

No Dia do Meio Ambiente, Papa pede respeito por patrimônio da humanidade

O Papa Francisco associou-se nesta segunda-feira, 5, à celebração do Dia do Meio Ambiente com uma mensagem no Twitter, apelando ao respeito por um “patrimônio” da humanidade.
“Nunca esqueçamos que o ambiente é um bem coletivo, patrimônio de toda a humanidade e responsabilidade de todos”, escreveu na sua conta “@pontifex”, em nove línguas.
O tema tem sido uma das preocupações do atual pontificado, marcado por apelos em favor de um novo “equilíbrio ecológico global”, como aconteceu em novembro, numa audiência concedida aos participantes na assembleia plenária da Academia Pontifícia das Ciências, da Santa Sé, entre os quais o astrofísico britânico Stephen Hawking.
O Papa advertiu para o perigo de um “colapso ecológico” e o consequente aumento da pobreza e da exclusão social, citando a Encíclica ‘Laudato si’.
Este texto, publicado em 18 de junho de 2015, propõe uma mudança de fundo na relação da humanidade com o meio ambiente, alertando para as consequências já visíveis do aquecimento global e das alterações climáticas.
“As mudanças climáticas são um problema global com graves implicações ambientais, sociais, econômicas, distributivas e políticas, constituindo atualmente um dos principais desafios para a humanidade”, escreve Francisco, que assinou o primeiro documento do gênero inteiramente dedicado a questões ecológicas.
O documento contesta um modelo de desenvolvimento baseado no “uso intensivo de combustíveis fósseis”, que está no centro do sistema energético mundial.
O Papa defende ainda a necessidade de uma redução de gases com efeito de estufa, o que “requer honestidade, coragem e responsabilidade, sobretudo dos países mais poderosos e mais poluentes”.
A encíclica com 246 números, divididos em seis capítulos, fala da “relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta” e lança várias críticas a um “novo paradigma e formas de poder que derivam da tecnologia”, desafiando a comunidade internacional a “procurar outras maneiras de entender a economia e o progresso”.
Francisco convida a reconhecer “o valor próprio de cada criatura”, o “sentido humano da ecologia”, e considera que face a temas tão complexos existe a necessidade de “debates sinceros e honestos”.
O Papa recorda “a grave responsabilidade da política internacional e local”, condenado o aborto e a “cultura do descarte”, num texto que apresenta a proposta dum “novo estilo de vida” para a humanidade.
A encíclica é o grau máximo das cartas que um Papa escreve e a expressão ‘Laudato si’’ (louvado sejas) remete para o ‘Cântico das Criaturas’ (1225), de São Francisco de Assis, o religioso que inspirou o pontífice argentino na escolha do seu nome.
Por Agência Ecclesia