domingo, 27 de dezembro de 2009

Festa do Menino Jesus e Aniversário de Irmã Judith

DIA 25 DE DEZEMBRO FESTA DO MENINO JESUS E ANIVERSÁRIO DE IRMÃ JUDITH

Ir. Judith


Feliz Aniversário!!!!!!!!!!!!!


Que Deus te abençoe e te cubra de muitas graças.


Que honra nascer na mesma data do nosso Salvador!


Um abração de todos os Associados Amor Divino da PRONEVES.

Mensagem de Irmã Nicolina à Irmã Judith


Caríssima Ir. Judith

Obrigada pelo envio do Blog. Representa muito interesse, atividade, arte e muito mais. Enquanto olhava as diversas partes, admirava a capacidade juvenil de produzir coisas muito variadas, atraentes e instrutivas. Pensava, ao mesmo tempo, quão longe irão, se continuarem a dedicar-se ao trabalho da divulgação de nossa amada Fundadora, esfoçando-se para estar em contato com a juventude norte-americana. Está de parabéns o grupo coordenador, mas também voce. Obrigada a todos. Deus-lhe pague também pelo envio do texto referente ao derrame cerebral.
Muita benção nestes dias de festa, sobretudo, ao iniciar o ano 2010.
Ir. Nicolina, FDC.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O NATAL DOS ASSOCIADOS DE CURRAIS NOVOS

O NATAL DOS ASSOCIADOS AMOR DIVINO EM CURRAIS NOVOS FOI FESTEJADO COM MUITO CARINHO, O ESPAÇO FOI arrumado PELAS PRÓPRIAS ASSOCIADAS E IRMÃ CARMEM. FIZERAM UMA CELEBRAÇÃO REFLETINDO O SENTIDO DE FAMÍLIA, POIS JÁ NÃO SE Consideram APENAS MEROS CONHECIDOS, MAS UMA VERDADEIRA FAMÍLIA QUE A CADA DIA CRESCE MAIS. PARTILHARAM AS EXPERIÊNCIAS MAIS RELEVANTES DURANTE TODO O ANO DE ENCONTROS. REZARAM PERTO DO DIANTE DO MENINO JESUS E LOGO APÓS SE CONFRATERNIZARAM COM TROCAS DE PRESENTES E UM DELICIOSO LANCHE PREPARADO PELO GRUPO. TEVE DIVERSÃO, MÚSICA E AINDA COM ALGUMAS PIADAS IRMÃ ANANÍLIA E Dona Zefinha. QUE ESTÁ COMERAÇÃO POSSA ACONTECER POR MUITO ANOS futurus E QUE O DIVINO MENINO JESUS OLHE POR CADA ASSOCIADO NESTE NATAL.

FELIZ NATAL !!!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 28 de novembro de 2009

Participantes do XXII Capítulo Provincial




Província Nossa Senhora das Neves
XXII Capítulo Provincial
01 e 02 de dezembro de 2 009


01 - Irmã Maria Dulce Adams - Representante da Superiora Geral
02 - Irmã Maria Teonas Bezerra – Superiora Provincial
03 - Irmã Maria Felícia de oliveira Costa – 1ª Conselheira
04 - Irmã Maria Theônia de Oliveira – 2ª Conselheira e Ecônoma Provincial
05 - Irmã Marli Araújo da Silva – 3ª Conselheira
06 - Irmã Ana Carla de Melo Silva – 4ª Conselheira e Mestra de Noviças
07 - Irmã Maria Adelita Ferreira de Lima – Secretária Provincial e Mestra de Aspirantes
08 - Irmã Maria Nivalda Vasconcelos Montenegro – Provincial Nomeada
09 - Irmã Inês Alves Saraiva – Predecessora da Superiora Provincial

Delegadas

10 - Irmã Maria Judith Vieira de Farias
11 - Irmã Naim Bezerra Guedes
12 - Irmã Aurélia Sotero Ângelo
13 - Irmã Magna Lira Rodrigues
14 - Irmã Maria José de Souza
15 - Irmã Vilma Lúcia de Oliveira
16 - Irmã Maria Gomes da Costa
17 - Irmã Maria Miquelina Medeiros
18 - Irmã Maria do Socorro Medeiros Dantas
19 - Irmã Geralda da Cruz
20 - Irmã Eliud Nogueira dos Passos
21 - Irmã Maria Helena Guimarães Costa
22 - Irmã Eulália Batista de Moura
23 - Irmã Maria Antônia Franco
24 - Irmã Maria Lúcia Domingos
25 - Irmã Maria Beatriz Araújo de Medeiros
26 - Irmã Rita de Cássia Barbosa Leite
Irmãs Convidadas

27 - Irmã Ana Dias de Azevedo
28 - Irmã Celma Maria do Nascimento
29 - Irmã Domícia Lacerda de Oliveira
30 - Irmã Maria Adelina dos Santos
31 - Irmã Irmã Maria dos Prazeres da Cruz
32 - Irmã Maria Zenaide Coutinho
33 - Irmã Marlene Dantas da Silva
34 - Irmã Rosa Lídia dos Santos
35 - Irmã Thereza Marinho da Silva
36 - Irmã Zoé de Sales
37 - Irmã Albina Pereira de Araújo
38 - Irmã Ana Maria de Araújo
39 - Irmã Ana Maria Fonseca
40 - Irmã Raimunda Ferreira Alves
41 - Irmã Aparecida Graciele da Costa
42 - Irmã Maria Salomé Soares de Oliveira
43 - Irmã Maricélia Almeida de Farias
44 - Irmã Maria Hermenegilda W. de Souza

Parnamirim, 23 de novembro de 2 009

Irmã Maria Adelita Fereira de Lima FDC
Secretária Provincial

sábado, 21 de novembro de 2009

A DUPLA FESTA141 ANOS DA CONGREÇÃO DAS FILHAS DO AMOR DIVINO E FESTA DE 90 ANOS DE IRMÃ CARMEM, EM CURRAIS NOVOS!


Irmã Carmem no inicio da sua vida religiosa



Associados Amor Divino tiveram comemoração dupla. Os Associados ao Amor Divino em Currais Novos estiveram reunidos na tarde deste sábado, celebrando os 141 anos da Fundação da Congregação das Filhas do Amor Divino, que na cidade tem o Educandário Jesus Menino. O motivo foi também de festa pelo aniversário de 90 anos da Irmã Carmem, que é da coordenação do AAD. Ela recebeu uma comenda comemorativa das mãos da associada Ivanilda Medeiros em nome do grupo.Irmã Juliana Alves Pimentel contou como foi à experiência de ter visitado de junho a julho deste ano as principais casas da Congregação da Europa, tendo ido também a Casa Mãe das Filhas do Amor Divino em Viena na Áustria e por onde a Madre Francisca Lechner passou no trabalho para edificar a Congregação. Ao final houve comemoração na casa da associada Socorro pelo natalício de Irmã Carmem.

Ivanilda entregando a comenda

Ir.Juliana contando da sua visita a Europa e
dizendo do
exemplo que é Madre Francisca Lechner
Ir. Carmem agradecendo as homenagens A foto histórica

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Um convite à Família Amor Divino!


Todos estão convidados para a clausura do Ano Sacerdotal com o Papa

Inclusive os leigos e as religiosas
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 17 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI não convidou somente os sacerdotes para a clausura do Ano Sacerdotal, que acontecerá em Roma de 9 a 11 de junho de 2010: seu convite se estende também aos leigos, seminaristas e religiosas.

Segundo explica a Obra Romana para as Peregrinações (ORP), encarregada da organização logística do evento, em um comunicado enviado à Zenit, a clausura do 150º aniversário de falecimento de São João Maria Vianney será uma festa da Igreja universal em torno dos seus sacerdotes.

“A participação no encontro não pode excluir ninguém; mais ainda, pretende ser uma oportunidade para todos”, explica a ORP.

Para confirmar esta abertura, a Obra cita a vídeomensagem do Papa, dirigida aos participantes no retiro internacional de sacerdotes, realizado em setembro em Ars, a terra natal de João Maria Vianney, no qual ele dizia que neste Ano Sacerdotal “todos nós estamos chamados a explorar e redescobrir a grandeza do sacramento que nos configurou para sempre com Cristo”.

“Neste sentido, cada um é convidado a viver esta importante experiência segundo o caráter específico da própria vocação”, indica a ORP.

Mais informação e reservas para participar da clausura do Ano Sacerdotal em www.josp.com ou a.sacerdotalis@orpnet.org

sábado, 14 de novembro de 2009

O GRUPO (AAD) IRMÃ AQUILINA SE REÚNE




OS ASSOCIADOS AMOR DIVINO SE REÚNEM EM CURRAIS NOVOS:

Os Associados Amor Divino em Currais Novos voltaram a se reunir quinta feira passada, oportunidade em que foram recebidos novos integrantes ao AAD. Após a leitura do Evangelho foi feita uma reflexão ajudando-nos mutuamente a aprofundar e incentivar o estudo e reflexao sobre a Madre Francisca Lechner e a espiritualidade da congregação, esta reflexão foi preparada por irmã Eliane Rocha. Ao final foi estabelecida à programação para o aniversário da Congregação das Filhas do Amor Divino próximo dia 21, e também neste mesmo dia vamos comemorar o aniversário de irmã Carmem Silva, que completou 90 anos de muita vida e missão no dia 8 de novembro.
NOTÍCIA DO BLOG DE VLAUDER LIBERATO

Ratificando a notícia do JAD nos Estados Unidos

Lá vai a estória:

Aqui, em St. Joseph`s Hill Academy, Colégio dirigido pelas Filhas do Amor Divino em Staten Island - New York State, já havia o movimento Jovens Associados.

Era uma associação dos alunos para ajudar aos necessitados, como seja: Construir casas para os sem teto, levar comida aos necessitaodos, visitar os doentes.

Esta Associação se transformou agora em Jovens Associados Amor Divino, porque os alunos não apenas fazem trabalhos sociais, mas irão viver a Espiritualidade, Carisma e Missão da Madre Francisca Lechner, ou seja da Congregação das Filhas do Amor Divino.

Um abraço,

Irmã Judith Farias

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Pastoral Juvenil: desafio para América Latina


Pastoral juvenil: desafio para América Latina
Reflexões durante um encontro realizado na Bolívia
COCHABAMBA, quarta-feira, 4 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Representantes de 20 países na América Latina participaram do XVI encontro latino-americano de responsáveis nacionais da Pastoral Juvenil, que se realizou na cidade de Cochabamba na Bolívia, de 25 a 30 de outubro.
Agentes pastorais, entre leigos, religiosos e sacerdotes, reuniram-se para falar sobre os jovens discípulos missionários para a vida evangelizadora do continente latino-americano.
“A Igreja nos convidou a assumir uma atitude permanente de conversão pastoral, que implica escutar com atenção e discernir o que o Espírito está dizendo”, afirma a mensagem final do encontro.
Durante a reunião, os participantes sugeriram o esquema ver, julgar e agir para buscar políticas que facilitem e façam mais fecunda a pastoral juvenil na América Latina.
“A vida dos jovens esteve no centro de nosso encontro, assim como no centro de nossa Igreja, que renovou uma vez mais sua opção por eles.”
Durante estes dias de trabalho, os participantes puderam constatar os sinais de vida e de morte em três dimensões fundamentais: a juvenil, a eclesial e a social.
“Descobrimos como, na leitura orante da Palavra, o Senhor nos segue explicando sua presença em nossa história. Ele continua convidando os jovens a ser seus discípulos missionários nas circunstâncias atuais”, assinala o documento.
Durante o encontro, os participantes enfatizaram a importância de realizar missões permanentes de evangelização com os jovens: “queremos que este compromisso manifeste-se em gestos concretos de missão e serviço que sejam reflexo da ação do Ressuscitado em nossa vida”, diz a mensagem final.
DO JORNAL O ZENIT.
Ser um Jovem Amor Divino um desafio para os jovens da PRONEVES!

sábado, 31 de outubro de 2009

O JAD torna-se uma realidade na Província São José, nos Estados Unidos

O JAD ALÉM DAS FRONTEIRAS DO NORDESTE DO BRASIL: FOI UM SONHO E HOJE UMA REALIDADE

Hoje tivemos o primeiro encontro dos Jovens Amor Divino.Eram 18 participantes e logo uma estudante da Seniors School (o último ano da High School), logo liderou com vivacidade e aceitação máxima.

Sua mãe é Associada Amor Divino e estava presente. O grupo é maravilhoso, simpático e super interessado, realmente entusiasmado.

Tivemos uma programação bem organizada e atraente para jovens, iniciando com uma oração bem preparada, à altura dos interesses da juventude. Continuamos com dinâmica, palavra da Sister Denise, seguida da palavra de Irmã Judith; depois da jovem que logo se expressou como líder de todo o grupo; trabalho em grupos para que cada uma expressasse suas expectativas, suas idéias. Muitas idéias boas surgiram.

A jovem líder afirmou no final que muitas alunas estão interessadas e que certamente na próxima reunião estarão presentes. Ficou decidido que terão encontros uma vez por mês, em cada terceira quarta feira do mês.

Realmente o encontro foi animador, trouxe muita esperança. Muito obrigada pelas orações. Senti de perto a força da oração de vocês. Senti que o êxito de hoje foi resultado das orações de cada um e de cada uma.

Um grande abraço,
Irmã Judith

domingo, 25 de outubro de 2009

Rio de janeiro, em guera , PEDIDO DE PAZ!


Queridas Irmãs,

Paz e Bem!

O Rio de janeiro está em guerra, como vocês podem acompanhar pela TV. Na verdade a coisa é bem mais séria do que se apresenta os conflitos menores, não aparecem como também o número de mortos, pois o mesmo é bem maior do que se pensa é um verdadeiro terror. Nas ruas, o clima é tenso, e, é visível a presença de homens armados por todos os lados com fuzis como também helicóptero sobrevoando a toda hora. Até parece que eles se divertem. Você não sabe a hora em que vai acontecer um novo conflito. Esta semana estava na missa e foi preciso fechar as portas tamanho era a troca de tiros, pois, estamos cercadas de morros e eles pertencem cada um a uma facção e são rivais. Ontem mataram um bandido de nome daqui e, fecharam a rua principal pois a mesma encontra-se de luto, eles obrigam fechar tudo e, por isso, estamos em alerta pois as informações já estão correndo que o Rio comprido será atacado e pede que evitemos sair de casa. Como muitas irmãs sabem nossa casa também fica em uma das ruas principais e por isso, o trafego dos mesmos é inevitável.

Estimadas irmãs, rezem para que a paz possa reinar e tudo voltar ao normal intensifiquemos nossas orações e que Deus nos abençoe.

Ir. Eva Justino, FDC


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Associados de New Jersey

Ir. Judith foi:

A New Jersey se encontrar com as Associadas de lá. É um grupo maravilhoso! Cheio de alegria, entusiasmo e energia vital. Elas têm uma casa linda de encontros. Uma das Associadas comproou uma casa linda num local perto da floresta, onde elas organizaram uma via sacra por dentro das árvores. A Associada que comprou a casa, construiu mais duas salas enormes. Lá elas têm tudo que precisam para filmes, slides etc. A casa é toda ornamentada para encontros e tem duas bibliotecas grandes. O grupo ficou radiante com a apresentação que fiz e com o que mostrei do nosso movimento. Após minha apresentação, Sister Caroline apresentou o Projeto missionário que Irmã Aurélia elaborou e Sister Caroline traduziu para o Inglês. Depois rezamos diante da linda imagem de Nossa Senhora de Fátima: O terço da Divina misericórdia e depois o terço meditando os mistérios gloriosos. No final tivemos uma gostosa merenda. Na saída de cada uma (porque elas tinham compromisso na Igreja local), recomendei a cada uma em particular, que descobrissem criativamente, meios de realizar uma promoção vocacional. Elas disseram: "Não sabíamos que podíamos fazer isto. Agora vamos pensar bem nesta missão."Vamos continuar rezando para que Madre Francisca interceda por esta Província e novas vocações possam surgir.

Um abraço,Irmã Judith

domingo, 18 de outubro de 2009

Trabalho Missionário de Ir. Judith nos Estados Unidos









Queridos(as) amigos(as),

Hoje passei o dia todo nas classes da High School. Foram seis classes, saindo de uma para a outra. Ainda faltam algumas classes.

Nos outros dias eu ia com Sister Caroline, porque eram as classes dos pequenos e eu temia não estar falando à altura deles, mas graças a Deus sempre deu certo e eu com a graça do Espírito Santo, pude falar sem embaraço nem problema para todas as idades, desde os bem pequeninos até o último ano da ELEMENTARY SCHOOL.

Hoje foi o dia da HIGH SCHOOL e eu enfrentei as classes sozinha e me saí muito bem em todas, com a graça de Deus. Houve muita atenção e muito interesse. No final eles me faziam perguntas eu respondi a todas.Foi uma peregrinação desde o início das aulas pela manhã até às 15:30.

Sábado passado os diversos alunos de outras escolas que terminaram o Elementary School, vieram para cá. Ees chamam de competição. Os alunos que vão iniciar HIGH SCHOOL vêm para cá ouvir conferencistas falando sobre a escola, o método e tudo mais.
Depois os professores participaram de uma Missa muito bonita na nossa Capela grande e em seguida, às 12:30 mais ou menos, todos foram para o refeitório da escola, onde os alunos almoçam e tiveram um lanche. Em seguida, alguns coordenadores, especialistas, pessoas à frente da escola, falaram sobre a escola. Uma professora falou muito bonito sobre Madre Francisca Lechner.

Amanhã, dia 14, não haverá aula. Outra vez, os alunos que irão iniciar a High School vêm das diversas escolas que só têm ELEMENTARY SCHOOL para mais um dia de o que eles chamam COMPETIÇÃO. Ainda não sei qual será realmente o programa de amanhã. Quinta feira irei continuar nas classes da HIGH SCHOOL que ainda não fui.

Um abraço,
Irmã Judith Farias,FDC

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

CASA DO POBRE ME. FRANCISCA LECHNER RECEBE DOAÇÃO DE ALIMENTOS





Casa do Pobre Me. Francisca Lechner recebe alimentos na tarde desta terça-feira (1) o Supermercado Santo Antonio fez a entrega de quase 1 tonelada de gêneros alimentícios a Casa do Pobre Me. Francisca Lechner, arrecadados na promoção do Passeio Ciclístico da Criança, dia 12 passado.
BLOG DO VLAUDEY LIBERATO
NOTICIAS DE CURRAIS NOVOS/RN E REGIÃO

UNIDOS PELA BEATIFICAÇÃO DE ME. FRANCISCA LECHNER


Unidade no dia 16 de Outubro
Queridas Irmãs, a Irmã Dulce me pediu para enviar para as Irmãs da Província um recado da Irmã Josefa Rapatz sobre um convite e pedido da Madre Geral para toda a Congregação:
"Uma saudação cordial da nossa Superiora Geral Ir. Lucyna Mroczek. Ela está em Opava e tem iniciado a Visita Canônica na Província Checa. Ela pede com insistência que no próximo dia 16 de outubro, todas as Irmãs, Associados e amigos das Filhas do Amor Divino rezem de modo particular pela boa continuidade do Processo de Beatificaçãoda nossa Fundadora, a Serva de Deus Madre Francisca Lechner. Neste dia (às 10 horas) realiza-se em Viena, uma importante reunião da Postuladora Irmã Maria Therezia Hetzel e da Vice-postuladora Irmã Nicolina Hendges com a Comissão Diocesana. Esta diz respeito aos passos seguintes do Processo de Beatificação."
Unida na oração, saúda cordialmente Irmã Maria Josefa Rapatz (Secretária Geral).

Com carinho, Irmã Adelita, FDC (Secretária Provincial da PRONEVES)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Festa do dia da Criança na Casa Do Pobre Me. Francisca Lechner








Banco Bradesco e parceiros fazem a festa das crianças:
O voluntariado do Bradesco agencia de Currais Novos e parceiros brindaram nesta sexta-feira (09) a tarde a criançada assistida pela Casa do Pobre Me. Francisca Lechner com uma bonita festa que teve brincadeiras, distribuição de lanche brinquedos com a garotada. O gerente Iranilson, seus colaboradores e parceiros estiveram presentes ao festejo alusivo ao Dia da Criança, que contou ainda com Robson carneiro e seu grupo musical. A presidente da Casa do Pobre Me. Francisca Lechner Irmã Ananília agradeceu o momento festivo para as crianças da Casa.

Postado por Blog do Vlaudey Liberato

sábado, 10 de outubro de 2009

Crianças Evagelizando Crianças







Crianças Evagelizando Crianças


Na cidade de Santa Cruz na Região Traíri do estado do Rio grande do Norte, reside Ir. Lucinete Jerônimo de Lima, FDC. A mesma desenvolve várias atividades como: administradora da capela de N. Sra. das Graças - CCM; membro do CPP; coordena os grupos pastorais: Infância e Adolescência Missionária, Juventude Missionária, Catequese de 1ª Eucaristia e MOVAD. No entanto, o que nos chama a atenção é o seu carisma com as crianças e juventude. É a irmã que ensina crianças a evangelizar crianças.

Em breve teremos muitas crianças na Infância Amor Divino!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Horrores da África na Sala do Sínodo


Horrores da África na Sala do Sínodo

Em um ambiente agradável, ressoam denúncias estremecedoras

Por Jesús Colina


CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 7 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Horrores da África, como o tráfico de pessoas, o abuso das multinacionais e ONGs e inclusive o drama das jovens que, ao sair das congregações religiosas, caem na prostituição, estão comovendo a Sala do Sínodo, que reúne bispos do continente.

Da vida religiosa à prostituição

Um dos prelados denunciou a situação de jovens católicas africanas que, movidas por uma curiosidade vocacional pela vida religiosa, vão à Europa para discernir seu futuro no seio de algum mosteiro ou comunidade religiosa.

Houve um caso, denunciado por um dos padres sinodais, em que uma jovem não se integrou à vida religiosa, abandonando a comunidade e ficando por conta própria em algum país europeu desconhecido, caindo depois nas redes da prostituição.

Por este motivo, explicou-se na sala, na República Democrática do Congo, a Conferência Episcopal estabeleceu que as jovens que queiram entrar em alguma comunidade religiosa só poderão fazê-lo se tal comunidade contar com uma presença e comunidade neste país.

Desta maneira, sempre se manterá um contato com a realidade do próprio país, no caso de que a jovem não continue na vida religiosa. Em outros países da África, os bispos aconselham esta prática, ainda que não a tenham assumido como obrigatória.

De qualquer forma, quando uma jovem viaja para a Europa para entrar em uma comunidade religiosa, dá-se um processo de permissões da autoridade eclesiástica para evitar, na medida do possível, esse tipo de problemas.

Do jornal eletrônico ZENIT

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

30 de Setembro aniversário do Associado Victo Rudá, AAD.

Niver de Vitor
Os Associados Amor Divino em Currais Novos voltaram a se reuniu nesta quita-feira a noite. Desta vez por um motivo especial: o aniversário do Coordenador do AAD local Victo Rudá. Houve reflexões e o tradicional parabéns com desejos de felicidades ao jovem idealista. Um dia antes ele apagou a velinha dos 23 anos. A festa começou com um almoço com as irmãs FDC do Colégio Santa Terezinha em Caicó. No dia seguinte comemorou com as irmãs FDC e Associados da comunidade Jesus Menino.

Associados com o aniversariante

Sendo presenteado por Ir. Carmem
Notícia retirada do blog de Vlauder Liberato:http://politicadoserido.blogspot.com

Ir. Ananília no Memória Viva


Ir. Ananília no Memória Viva
A Presidente-fundadora da Casa do Pobre de Currais Novos Irmã Ananília gravou na quarta-feira (30) de setembro, o programa “Memória Viva” da TV Universitária de Natal. É inestimável o trabalho que essa religiosa das Filhas do Amor Divino tem feito pelos mais carentes da cidade e até da região.
Notícia do blog de Vlauder Liberato ( Um Associado Amor Divino de Currais Novos)

domingo, 4 de outubro de 2009

ELEITA NOVA PROVINCIAL DA PRONEVES - IR. NIVALDA V. MONTENEGRO, FDC

Neste sábado dia 3 de outubro dia da festa dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, as Filhas do Amor Divino da Província Nossa Senhora Das Neves receberam a notícia que Irmã Nivalda V. Montenegro, FDC será a próxima Superiora Provincial.

Assim que a casa provincial divulgou a nota para as comunidades, irmã Nivalda recebeu várias ligações de diversas comunidades e amigos, recebendo as congratulações pela eleição. A mesma afirmou que “foi providência que essa notícia tenha saído no dia da festa dos Mártires do nosso estado (Rio Grande do Norte), pois eles são testemunho de fé e coragem para quem recebe uma missão”.

Diante de tal notícia irmã Nivalda recebeu os cumprimentos de Victo Rudá, Iraneide, Fernando e de Rosa, em nome do Movimento dos Associados Amor Divino da PRONEVES, que na ocasião estavam participando da formação mensal com Irmã Nivalda.
IR. NIVALDA QUE O AMOR CRUCIFICADO DE DEUS ESTEJA NESTA NOVA MISSÃO!
“Somos filhas deste Amor Padecente, por isto devemos empenhar Tudo para que este Amor seja reconhecido e retribuído” (Circular 23.2.1879)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Happy Birthday


+

JMJF

*** Holy Spirit - Mother Franziska, intercede! ***

Dear Victo,

May God bless you,

amd may Mother Franziska intercede for you

on your Birthday!

May Saint Therese,

whose Feast Day you share,

intercede for you, too!

Prayerfully,

Sister Carmella, FDC

USA

A SEMENTE FOI PLANTADA NA AMÉRICA!

A SEMENTE FOI PLANTADA NA AMÉRICA

No dia 2 de setembro de 1913, num brilhante amanhecer em Budapeste- Hungria, um pouco de tristeza pairava sobre o Provincialado das Filhas do Amor Divino. O tão esperado dia, um pouco temeroso, finalmente chegou: Madre Maria Valéria Morvay – Superiora Provincial e as Irmãs Madre Kostka Bauer, a Mestra de Noviças embarcaram na sua primeira viagem levando aos Estados Unidos as primeiras Filhas de Madre Francisca Lechner, trazendo seu espírito para o Novo Mundo.
A viagem missionária foi algo que a Madre Kostka sonhou por anos. Apesar de Madre Francisca ter falado sobre a América como uma nova e fértil área de trabalho apostólico, ela nada tinha feito para uma realização definitiva desta idéia durante sua vida.
Com Madre Kostka, tudo era totalmente diferente. Como Irmã jovem, ela conheceu Madre Fundadora e estava impregnada com seu espírito de fazer tudo que podia para difundir mais longe o Reino de Deus. Quando foi transferida da Áustria para a Hungria, Madre Kostka lutou para aperfeiçoar a língua húngara e começou a aprender a língua inglesa também.
Designada Mestra de Noviças em Budapeste logo na sua juventude, ela começou a sonhar sobre a América como um campo de missão e este sonho se tornou para muitas Noviças, objeto de conversas nos recreios do Noviciado, à medida que partilhava sua esperança com as “Pombas Brancas”, incutindo nelas o fervor semelhante ao seu.
Não deixando nada para depois, elas rezavam. Algumas noviças começaram a estudar a língua inglesa, confiantes de que esta seria uma necessidade para o futuro. Enquanto isso, Madre Inácia Egger, a Superiora Geral da Congregação, visitou a Província Húngara. Irmã Kostka casualmente mencionou a possibilidade de uma Aventura na América, mas lhe foi dado pouco ou nenhum encorajamento neste sentido. Em vez disso, Madre Inácia considerou a possibilidade de abrir mais o campo de apostolado indo para o ramo da enfermagem.
Enquanto isso, Irmã Kostka e suas noviças continuaram rezando pela intenção especial: Se fosse vontade de Deus, que as Filhas do Amor Divino fundassem uma missão nos Estados Unidos, que com certeza Ele encontraria o caminho para realizar este plano.
Então, no verão de 1906, o ímpeto inicial foi recebido. Sua Excia. O Bispo Joseph Schrembs da Diocese de Toledo- Ohaio, viajando pela Europa, fez uma parada na Hungria e enquanto fazia uma visita ao Convento Santa Margaret em Budapeste, fez o pedido para que alguns membros da Província viesse para a sua Diocese a fim de cuidar das necessidades espirituais das crianças de muitos imigrantes húngaros que se estabeleceram naquela área. Uma alegria geral reinou no Noviciado, quando o pedido do Bispo se tornou público. No entanto, a alegria durou pouco. Irmã Ignacia deveria ser contatada entes de mais nada e Madre Valéria não estava lá muito encorajada também. Em 1906, não havia suficientes Irmãs para os compromissos assumidos na Hungria. Tirar Irmãs para enviar aos Estados Unidos naquele período não era muito aconselhável. Mesmo assim, o pedido do Bispo seria levado em consideração. No entanto, as orações e as lições de Inglês continuaram com seriedade.
Finalmente, após sete anos, no início de 1913, Madre Ignacia notificou à Provincial Húngara que ela tinha permissão de enviar Irmãs para a América. A notícia foi publicada pela Superiora Geral e a convocação foi feita a fim de que aparecessem voluntárias para uma missão além mar, sabendo-se que isto significaria a disposição de deixar sua terra natal possivelmente para sempre.
Entre as muitas voluntárias quatro Irmãs Professas apareceram: Jacinta, Blanda, Salvatora e Margaret e duas Noviças: Edília e Pricilla (que tinha passado dois anos na América antes de entrar.) e ainda a Postulante – Maria Grassel que foi escolhida por Madre Kostka como uma decisão final. De acordo com Irmã M. Edilia Ihring, elas deveriam ser enviadas para conseguir contribuições do povo húngaro. Desejavam-se ir para o novo mundo, deveriam ganhar para pagar sua própria passagem para a América.
Madre M. Valéria e Irmã M. Kostka deveriam viajar antes a fim de estabelecer a área da missão inicial. À medida que o dia da partida se aproximava, todas as Irmãs da Província se organizavam para dizer adeus as Irmãs que iam partir primeiro. Quatro membros da Comunidade: Aurélia, Clarissa, Generosa e Dolores acompanharam as missionárias a estação e agitavam lenços em lágrimas à medida que o trem se afastava da estação, desejando bênçãos para as duas pioneiras em direção ao futuro desconhecido.
Elas chegaram em Berlim, na Alemanha, no dia seguinte onde a Senhora Mary Wildermann as esperava. Esta a levou para o convento próximo, onde participaram da Santa Missa e depois fizeram uma breve tournée pela cidade. Permaneceram uma noite no convento e foram mais uma vez conduzidas por trem até o porto de Hamburg onde embarcaram.
No dia Primeiro de outubro de 1913, Madre Valéria e Irmã Kostka embarcaram em Hamburg ocupando a cabina 586, no Convés G do luxuoso navio. Não havia mais possibilidade de retorno. Os dois primeiros dias foram maravilhosos, mas no quarto dia uma forte tempestade atingiu o navio, levando as Irmãs a sentirem-se tremendamente enjoadas. A tempestade foi seguida de uma densa névoa que levou o navio a ir abaixo consideravelmente. Enfraquecidas pelo enjôo, as Irmãs tiveram permissão de subir para respirar. A primeira decepção veio quando no dia 8 de outubro, apesar de já terem passado pela Estátua da Liberdade, os passageiros foram informados de que o navio não poderia aportar naquele dia. Finalmente, no dia 9 de outubro, o navio aportou em Hoboken, New Jersey.
Depois dos procedimentos médicos, e normais exames as duas foram acolhidas pela Mama Muller, a irmã de sangue de nossa Irmã Dora, que juntamente com o Ver. William Biskorovanyi o Pastor da Paróquia de S. João Nepomuceno em Gutembergue, New Jersey, que esperavam há várias horas.
A primeira iniciativa, após chegar na residências dos Muller foi enviar uma carta ao Sr. Bispo Schrembs, notificando a chegada das Irmãs e pedindo orientações sobre o que elas deviriam fazer. Enviaram um telegrama a cabo (tipo de telegrama mais avançado da época), para Budapeste, informando à ansiosa comunidade sobre sua segura chegada.
Enquanto esperavam a resposta, as duas Irmãs tomaram a estrada procurando outra possibilidade de Missão. Viajaram então para Bridgeport, Connecticut, onde encontraram outra húngara já estabelecida na América. O Pastor Beneditino, o Abade Odon Neurihrer ficou maravilhado ao ouvir que as Irmãs gostariam de fundar um convento em sua Paróquia e convidou-as a permanecerem por alguns dias lá, enquanto ele marcava uma entrevista com o Bispo de Harford. No dia 14 de outubro, as duas Irmãs viajaram para Harford, somente para serem recusadas a não poderem se estabelecer em parte alguma daquela diocese. Elas então retornaram a Bridgeport. Escrevendo sobre o incidente, Madre Valéria comenta: “O Bispo foi a pessoa antagonista do Pastor e sem delicadeza com os húngaros. Esta é a única explicação da recusa do Bispo. (Crônica I, P.9).
O retorno para New York no dia 15 de outubro foi marcado por um evento de desencorajadora notícia. Uma carta do Bispo Schrembs as esperava. Ansiosas abriram o envelope. À medida que abria a carta, suas esperanças foram sendo dizimadas. Sua Excia afirmava que não mais precisava do serviço das Irmãs Filhas do Amor Divino. Ele tinha encontrado três Irmãs húngaras, entre as Irmãs de Notre Dame, uma Congregação local, e estas eram suficientes para a instrução da população húngara em Toledo.
Os dias seguintes foram de desânimo para as duas. Cada porta que batiam parecia fechada para elas. Como retornar para a Hungria e relatar o acontecido? Se elas o fizessem, seria muito difícil Madre Ignácia tentar outra vez uma missão nos Estados Unidos.
O Padre Biskorovanyi foi o suporte para as duas nestas horas escuras. Primeiramente ele conseguiu que as Irmãs ficassem com as Dominicanas na West 54th Street (Na rua Oeste 54) e prometeu levar o problema para a Delegação Apostólica dos Estados Unidos em Bridgeport.
Com uma real caridade cristã, as Irmãs Dominicanas fizeram o máximo para que nossas duas Irmãs se sentissem em casa. Enquanto isso, elas participavam da Santa Missa na Paróquia dos Poloneses, onde encontraram o Revdo. John Frolich, Pastor da Comunidade Católica situada na Rua 14, onde a Igreja não mais existe.
No início o Padre Frolich não foi muito delicado e abertamente expressou seu desagrado que Padres e Irmãs eram enviados da Europa para assumir missões nas Américas. Em sua opinião eles e elas não eram necessários aqui.
Entretanto, quando as Irmãs informaram a cerca do apostolado inicial da Congregação, que era providenciar residências para jovens trabalhadoras, o Padre Frolich voltou atrás. Esta era uma frutuosa atividade apostólica, pois não havia nenhuma Congregação com este ramo de apostolado e seguramente seriam necessárias em uma grande cidade como Nova Iorque. Sabendo desta idéia, ele logo também sugeriu o estabelecimento de semi-internato para crianças de pais trabalhadores, outro apostolado muito necessário.
Entusiasmado, Padre Frolich prometeu marcar uma entrevista com o Cardeal Arcebispo de Nova Iorque- John Cardinal Farley, para pedir a permissão de fundar uma residência e também pedir esmolas na cidade.
Confiantes que Madre Francisca não as abandonaria, elas decidiram assumir este apostolado tão querido. Então, as duas Irmãs começaram a andar pelas ruas procurando uma casa que elas tivessem condições de alugar. No dia 24 de outubro de 1913, as duas se encontraram na residência Episcopal acompanhadas pelo Padre Frolich. A recepção naquele dia foi totalmente diferente daquelas de Hartford. O cardeal Farley acolheu as irmãs delicadamente e quase imediatamente presenteou-as com a permissão de se estabelecerem na Diocese de Nova Iorque e se estabelecerem na Casa de Maria para as jovens trabalhadoras (St. Mary`s Home for Working Girls).
O primeiro passo foi de muito sucesso. Agora, as duas deveriam procurar um edifício apropriado para iniciar o seu apostolado. Elas visitaram vários Padres, pedindo orientação e assistência. Sem encontrar nenhuma casa apropriada para o seu propósito. Os dias passaram rapidamente sem sucesso e as duas experimentaram pela primeira vez a grande saudade e desencorajamento. Cada uma tentava esconder da outra o seu sentimento, muitas vezes sem sucesso. Mas sua fé foi forte de mais. Se Deus as quisesse nos Estados Unidos Ele as mostraria o caminho.
No dia 28 de outubro de 1913, festa de são Judas Tadeu – Patrono da esperança, pareceu ser um dia ideal para procurar a casa. Outra vez, nada! Dois dias depois, o Padre Prout as contatou com muita alegria. Ele tinha encontrado a casa! Rapidamente os três foram investigar. Madre Valéria decidiu: “A casa não era apropriada, era muito pequena”. No último dia de outubro, elas examinaram uma casa na Rua 72. A localização era boa, o tamanho era satisfatório, mas o preço era $1.800, portanto, exorbitante. A essas alturas as duas não tinham mais nenhuma reserva. Lembrando-se da invencível confiança de Madre Francisca na Divina Providência, “que poderia e iria providenciar...” elas assaltaram os céus com orações, começando pela necessidade de fundos.
Nos primeiros dias de novembro, elas receberam uma carta do Padre Biskorovanyi, que havia pesquisado sobre a possibilidade de uma fundação em Bethlehem, na Pensilvânia. Mas esta possibilidade foi logo descartada. Elas viram que, se deviam permanecer na América, seria em New York. E então, a busca por uma casa continuou. Madre Valéria escreveu: “Meu Deus, que difíceis dias!”
Após tantas e tantas outras buscas, as duas Irmãs se conscientizaram que a casa deveria ser mesmo aquela, número 168 da Rua Oeste 72.
Lembrando-se dos membros beneficentes da nobreza Austro-Hungaro para com a Congregação desde a fundação em 1868, as duas irmãs decidiram visitar a Condessa Imre de Josika que estava residindo em Nova Iorque.naquela época, confiantes de que imediatamente ela se tornaria sua patrona e benfeitora. Em vez disso, elas foram recebidas friamente e o conde recusou-se inclusive de falar com elas. Agora elas só tinham esperança em Deus, seu único guia e esperança.
Os dias 3 e 4 de novembro elas passaram com o Padre Prout e o advogado do proprietário da rua número 72. O proprietário não parecia confiar nas Irmãs e continuou colocando mais e mais obstáculos durante as conversações. Desesperadas, as Irmãs examinaram a casa número 174 na Rua 72, mas esta era a menos apropriada para a missão. Elas retornaram ao proprietário anterior que com muita insistência concedeu um abatimento de $50,00 no aluguel da casa. Elas poderiam alugá-la pelo preço de $1.750,00. No dia 4 de novembro de 1913, o contrato foi assinado. Madre Valéria pagou uma soma de $218.74 – uma soma totalmente acima de suas possibilidades e elas teriam uma casa até o dia primeiro de janeiro. Com renovado espírito, as duas Irmãs olharam uma para a outra. Finalmente, elas teriam uma casa pelo menos por um período de tempo. Nas primeiras semanas elas poderiam ocupar apenas o primeiro andar, até que os ocupantes saíssem. Naquela tarde, as duas Irmãs, cansadas, mas muito contentes rezaram o TE DEUM no Convento das Dominicanas, onde as Irmãs se uniram às suas alegrias.
O Padre Prout veio uma vez mais em seu auxílio. Ele pediu a uma senhora de sua total confiança da sua Paróquia para assistir as Irmãs conseguindo mobília e outros equipamentos necessários para sua nova morada. Ele mesmo conseguiu um piano para o convento sem pagamento por um ano.
Com a certeza de uma moradia, Madre Valéria despachou uma carta para Budapeste, no dia 5 de novembro, convocando as voluntárias para se prepararem para a viagem aos Estados Unidos no navio que partiria no dia 2 de dezembro. A carta chegou no dia 19 de novembro e a preparação para a partida começou. As Irmãs Priscila e Edilia pronunciaram seus Votos e outra Postulante- a futura Irmã florentina foi acrescentada ao grupo.


sábado, 26 de setembro de 2009

MAIS UMA IRMÃ FALECEU NA PROVINCIA SÃO JOSÉ - USA

IRMÃ Mª JUDITH BERES

Nome:
Irmã M. Judith Beres
Data de nascimento:
30 de Maio de 1929
Entrada no Convento:
1 de setembro de 1945
Admissão ao Noviciado:
2 de Julho de 1947
Primeira Profissão:
4 de Julho de 1949
Votos Perpétuos:
16 de agosto de 1954
Data do falecimento:
23 de setembro de 2009

Irene Beres era filha do casal Anna Odor e John Beres. Nasceu em New Brunswidk – New Jersey. Filha de classe média cresceu junto com sua irmã e seus irmãos, recebendo formação católica participando da Igreja Católica de São Ladislau, fundada pelos imigrantes Húngaros. Freqüentou a Escola São Ladislau e lá conheceu as Filhas do Amor Divino que ensinava às crianças da paróquia.

Gradualmente ela sentiu-se chamada a seguir seus passos no serviço ao Senhor e aos irmãos. Fez sua candidatura e Postulantado na Casa Provincial em Staten Island. Quando recebeu o hábito, recebeu o nome de Judith e se tornou conhecida em toda sua vida por sua devoção ao Apóstolo São Judas. Após o Noviciado, ela viveu o período difícil e atarefado do pós II Guerra Mundial. As Noviças deviam ser transferidas para um estágio de apostolado e a primeira missão de Irmã Judith foi a Bridgeport- Connecticut, ensinando numa classe de segundo ano primário. No segundo ano, ela retornou para um ano de Noviciado, na Casa Provincial em Staten Island.

Depois de sua profissão, ela foi outra vez para Bridgeport, para ensinar numa classe de terceiro ano. Nesse período, ela conseguiu o diploma em Educação pela Seton Hall University. Sua vida como professora Filha do Amor Divino pode ser vista no mapa dos imigrantes Húngaros fundando Paróquias pelo oeste dos Estados Unidos.

Trabalhou na escola em Bethlehem, Pensylvania, na cidade de Manhattan do Estado de New York e em Staten Island; em Passaic em New Jersey, em Old Bridge, em Perth Amboy, em Roebling, muitas vezes repetindo os lugares que já havia passado.

Uma vez mais, ela retornou a Connecticut, para ensinar na Escola São Emery em Fairfield. No seu último ano como professora ela viveu na Residência Santa Maria em Manhattan ensinando na Escola Santo Estevão, há 10 quadras de onde morava.

Aposentada como professora, ela assumiu a contabilidade da Residência Santa Maria. Seu interesse pela herança espiritual da Congregação das Filhas do Amor Divino motivou-a a visitar o Generalato em Roma – Itália, aproveitando para visitar Edling na Alemanha, a Casa Mãe em Viena e a Hungria, o país de origem de sua família.

Durante todo este tempo ela serviu aos pacientes como motorista, levando as Irmãs para médicos. Ela foi muitas vezes solicitada para assumir as compras da Comunidade. Seus últimos dias foram em Staten Island, onde por um período foi motorista e responsável pelas compras. Pouco a pouco a idade e a doença tiraram-a dos afazeres e então ela teve de ser enviada para a Casa de Saúde. Gradualmente foi perdendo as forças até que não pode mais se alimentar. Finalmente recebemos a notícia que ela tinha sido levada pelo Senhor.
As irmãs da Província São José lembraram de Sister Judith Beres como uma irmã calma, silenciosa e boa com seu inteligente e desafiador sendo de humor. Seu temperamento estável, firme foi a fonte de consolação e fortaleza para todos que a conheceram.

Sister Caroline Bachmann, FDC

segunda-feira, 21 de setembro de 2009


RELATÓRIO DOS ACONTECIMENTOS RECENTES

Queridos e queridas,

Vou relatar aqui os acontecimentos recentes: sexta feira (dia 18) teve um longo encontro com a Diretora da Escola, que é uma leiga. Relatei para ela todas as minhas idéias e ela ficou super entusiasmada.
Ontem (dia 20) fui com Sister Caroline e Sister Rita a New York. Saímos daqui logo cedo de ônibus. Passamos uma enorme ponte estilo aquela de Natal, mas bem mais longa. Depois passamos por um túnel debaixo do rio. É um túnel muito longo que demorou a sair fora. A gente nem sente que está debaixo de um rio. Almoçamos com as Irmãs no Pensionato. Depois fomos participar de um momento de louvor, súplica e pedido de perdão na “Time Square” – uma praça no meio da longa e larga avenida que fica em frente ao lugar onde eram as torres gêmeas. A Avenida estava lotada de gente de todas as idades e de todos os recantos do país. Todos vieram rezar pela nação. Eles usavam camiseta vermelha escrito: ORAÇÃO NA PRAÇA. Muita gente usava a camiseta. As pessoas recebiam um cartão que seguravam onde dizia: Oração na Praça. Havia 264 diferentes Igrejas rezando juntas, no maior silêncio e espírito de Oração. Era um momento de Oração Ecumênica. Muitos choravam, pois ali 3 mil pessoas faleceram esmagadas pela tragédia, muitas foram sepultadas vivas debaixo dos escombros. Era um louvor carismático, mas todos se uniram num só coro. Os judeus tocavam aqueles chifres.
Voltamos de navio. Foi uma viagem fantástica pela Bahia. Passei bem pertinho da Estátua da liberdade, mas a Irmã não quis tirar minha foto quando íamos passando por ela. Ela disse que depois vai encontrar um dia para ir lá comigo.
Hoje tive encontro com os ASGs, pessoal de secretaria etc. Foi um encontro maravilhoso. Senti em cada olhar o desejo de participar. A Irmã responsável por eles estava presente e ficou acertado que cada primeira segunda feira eles terão encontros com a referida Irmã, para receber mais informações, refletir, partilhar idéias de como continuar a caminhada tendo em vista buscar novos caminhos, novas idéias.
Amanhã irei colher os E-mails de quem o tem neste grupo para enviar a Sister Carmella, porque através das mensagens desta Irmã, elas poderão ler a vida de Madre Francisca que vocês têm aí naquela biografia recentemente publicada num volume amarelo e também o livrinho sobre a personalidade de Madre Francisca que Sister Carmella vem colocando página por página nas mensagens dela, além das mensagens traduzidas por Sister Caroline. Eles e elas têm muito material se quiserem aproveitar, na própria língua.
Amanhã, a partir das 10 da manhã, irei me encontrar com os professores por cursos. Sister Caroline vai me acompanhar para poder ver como dar continuidade quando eu for embora.
Quarta feira (23) viajarei para New York com mais duas Irmãs e de lá para um centro de pastoral distante. Vou participar de um encontro sobre liderança espiritual, retornando somente sábado.
Na próxima semana continuarei meu relato de acordo com os acontecimentos.
Logo que cheguei aqui, faleceu a Irmã Estelle, justamente a Irmã que me deu toda orientação inicial de como fundar e como conduzir um grupo de Associados Amor Divino. Ela faleceu no dia que cheguei aqui. Quem quiser ler a biografia dela, está no nosso blog:http://fdc-br.blogspot.com As pessoas se queixam que não conseguem abrir. O melhor meio de abri-lo, é colocando o endereço acima no lugar do endereço do site que está usando. Press ENTER e tudo vai dar certo.

Um abração para cada um e cada uma,
Irmã Judith Farias, FDC

Minha Lista do Nunca Mais

Minha Lista do Nunca Mais

Nunca mais direi eu não posso, pois tudo posso naquele que me fortalece. (Fp.4:13)

Nunca mais direi eu não tenho, pois o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada um das minhas necessidades. (Fp 4:19)
Nunca mais direi que tenho medo, porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. (2Tm 1:7)
Nunca mais direi que tenho dúvidas ou falta de fé, porque eu tenho a medida da fé que Deus repartiu a cada um. (Rm 12:3)

Nunca mais direi que sou fraco, porque o Senhor é a fortaleza da minha vida. (Sal. 27:1) e o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e altivo. (Dn 11:32)
Nunca mais direi que satanás tem supremacia em minha vida, porque maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo. (I Jo 4:4)

Nunca mais direi que estou derrotado, porque Deus em Cristo sempre me conduz em triunfo. (2 Co 2:14)


Nunca mais direi que não tenho sabedoria, pois Cristo Jesus... se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria. (I Co 1:30)

Nunca mais direi que estou doente, pois pelas suas pisaduras fui sarado (Is 53:5) e Jesus mesmo tomou as minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças. (Mt 8:17)

Nunca mais direi que estou preocupado e frustrado, pois estou lançado sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim. (I Pe 5:7). Em Cristo estou livre de cuidados!

Nunca mais direi que estou preso, pois onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade. (2 Co 3:17) Meu corpo é o templo do Espírito Santo!

Nunca mais direi que estou condenado, pois já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. (Rm 8:1)

sábado, 19 de setembro de 2009

TRANSCENDÊNCIA RELIGIOSA


PROVÍNCIA NOSSA SENHORA DAS NEVES
ENCONTRO DOS EDUCADORES DO ENSINO RELIGIOSO DAS ESCOLAS PRONEVES

TRANSCENDÊNCIA RELIGIOSA

Ir. Aurélia Sotero Angelo FDC
Docente das cadeiras de Antropologia Teológica e Filosofia da FCNSN

1. “A transcendência religiosa é uma projeção para o infinito” (Revista de Estudos da Religião Nº 2 pp. 79-119), se constituindo numa realidade que só os seres humanos se dão conta, pois sua capacidade de pensamentos mais complexos comporta a dimensão tanto mais superior como mais profunda do ser.
2. Do ponto de vista cultural e religioso, Abraão foi o primeiro ancestral bíblico, de que se tem notícia conforme pesquisa que teve o insight de um Deus único e pessoal, isto é, teve a experiência do contato vivencial com Deus – experiência possível mediante a fé, cuja distância da compreensão racional, dificulta o seu alinhamento com a razão e a ciência. Essa figura quando explorada pela arqueologia nos faz chegar à primeira civilização de que se tem notícia sobre a terra, a sumeriana. Três grandes religiões proféticas tem Abraão como pai da fé, todavia o enredo de sua história de vida divergirão entre si. Ex.: judaísmo e cristianismo tem no filho Isaac, cuja mãe é Sara, a figura central através de quem o Senhor coroa Abraão com uma posteridade, na qual se dará a realização da promessa do Salvador. Já no Islamismo é a figura de Ismael que ganhará destaque mediante o enaltecimento da figura de Agar, a mãe escrava, que Maomé maximizará em favor da coesão das diferentes tribos árabes que, eram nômades sem vinculação entre si. Unificando-as em torno do Patriarca na linha de Ismael, Maomé consegue imprimir uma identidade comum para estes povos criando o Islã. Há muitos mitos fora do âmbito das religiões que remetem à lembrança do Abraão das religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo. Aqui, portanto, pode-se perceber quão entranhada na cultura dos povos, está a inclinação para buscar entender os mistérios. Os mistérios fascinam exatamente porque nos dizem respeito. Assim, questões, como o sentido da vida, a morte, os males, inquietam e perturbam mesmo os mais apáticos sobre o tema.
3. Quando se fala da pessoa em desenvolvimento, pensa-se imediatamente nas diversas fases da vida desde a infância. Na vida da fé não é diferente, pois que aí também há um impulso para o Alto. Todavia o humano e o espiritual não são realidades estanques. Já dizia Santo Tomás de Aquino: “A Graça supõe a natureza”, Isto é, o sobrenatural supõe o natural, de modo que realidades mais profundas e inefáveis não são inacessíveis, desde que o ponto de partida seja o estágio em que a pessoa se encontra. Portanto, também para compreender a dinâmica da transcendência da pessoa é preciso compreender a estrutura do humano sem prescindir o dado espiritual. Em outras palavras: o dado espiritual é um componente fundamental do humano, que não nos deve retirar da realidade humana psicossomática, mas o processo de humanização é exatamente a integração da dimensão antropológica tripartite: noopsicosomática. É exatamente na dimensão noética (=noo; nous; uno; princípio; espírito, mente pensante) que se encontra o privilegiado espaço do sagrado, da sede das verdades que não tem fim, o lugar da fé; o Santo dos santos; aquele lugar onde, para entrar, é necessário tirar as sandálias, ao modo da experiência de Moisés para falar com Deus.
4. Foi a partir de um modelo de compreensão antropológica, que alguns místicos desenvolveram um caminho marcado por duas bases essenciais para a dinamização do espaço do Sagrado: a Imagem e a Palavra. Ex: Agostinho: modelo antropológico tripartite (trinitário); João da Cruz: escada (subida do Monte Carmelo) – degraus para a perfeição. Teresa D’Ávila: castelos ou moradas. Teilhard Chardin: evolução para o ponto ômega (perfeição de Cristo) e introdução da noosfera (conceito original do mineralogista e geoquímico Vladimir Vernadsky), camada pensante, nas já conhecidas camadas da terra (geosfera e biosfera).
5. Se “transcendência é uma projeção para o infinito”, há que se encontrar uma linguagem própria de acesso ao lugar sensível ao mistério e ao sagrado. Uma vez compreendido este requisito, educadores, psicólogos, professores, diretores espirituais, e todos quantos são sensíveis ao humano em formação, necessitam lidar com o mundo do simbólico ao modo do Mestre de Nazaré que precedeu em excelência sem igual no maravilhoso ensinamento do Projeto do Pai. Ex: Parábolas, uso de símbolos nas curas, imagens, gestos, olhar, toque...
6. A civilização do século XXI não é diferente da civilização mais arcaica que habitou a terra porque, no fundo, é o mesmo humano em sua estrutura essencial, com as mesmas necessidades fundamentais. A diferença é que a atual encontra-se em um meio muito mais complexo e sofisticado, ainda que haja quem não seja beneficiado por tais milagres da ciência e da tecnologia. Sendo assim, podem-se indicar aqui os princípios de acesso ao coração da criança, do jovem, do adulto e do idoso de hoje:
7. A solidariedade é muito eloquente para o homem contemporâneo. Gestos de solidariedade são belos de se ver, portanto atrai e consolida a credibilidade das intenções. Isto significa que nunca é demais ao Ensino Religioso manter um programa permanente que promova o exercício da solidariedade mesmo nas mínimas proporções, atuando sobre a formação do coração através da arte de partilhar que deve ser introduzido muito cedo entre as crianças.
8. Atos de heroísmo, enquanto história pessoal de vida envolvida com causas nobres de superação das dificuldades próprias ou de outros, são atos que repercutem de modo edificante e atraem o homem contemporâneo para a luta pela sobrevivência. Vale a pena o Ensino Religioso investir na juventude a apresentação de líderes da fé ou de causas sociais, focalizando a pessoa de Jesus Cristo, de modo a sensibilizar para o protagonismo da juventude.
9. A oração é aquele momento muito mais de aquietar o coração do que de somatório de palavras. Portanto, o educador da equipe de Ensino Religioso precisa investir em si mesmo no que diz respeito ao ardor apostólico, para desenvolver métodos de promoção da oração no seu sentido mais simples e pleno. Com certeza a civilização atual é muito mais intuitiva e emocional, cuja tendência mística mais acentuada não se coaduna com textos sem alma que, muitas vezes, não brotaram do coração, mas é uma colcha de retalhos de cópias outras. Aqui, o educador é convidado a rever sua própria vida, pois sua paixão pela transcendência dos outros (alunos), implica sua própria paixão pelas coisas do alto e o cultivo da vida com Deus.
10. O silêncio é o momento do contato consigo mesmo, um itinerário que, mais cedo ou mais tarde, vai levar ao contato com o espaço sagrado de um modo cada vez mais consciente. Aqui valeria a pena o Ensino Religioso desenvolver ocasiões extrasala voltados para a juventude como oportunidade opcional de dinâmica de grupo (pequenos grupos) como uma terapia transcendental. Para tanto, seria importante a definição partilhada na equipe de educadores sobre a terapia de uma forma responsável. Nela o foco seria cultivar a quietude, a solitude, buscando a consolação, a serenidade em Deus. Assim, estariam atuando na alma para minimizar a agressividade, a euforia, a depressão, males da alma que são recorrentes nos jovens da atualidade. O Ensino religioso é convidado a olhar para a pessoa humana que é cada um de seus alunos em formação e, muitas vezes, em conflito. Olhar personalizado...
11. O homem contemporâneo, diferente do homem moderno que era muito mais racional, é sensível ao entorno, buscando com ele sintonizar. Trata-se da inclinação para a interação com o cosmos. Ótima disposição de espírito para que o Ensino religioso potencialize essa tendência são as ocasiões extrasala, tais como passeios, ambientes abertos, parques, viagens, piqueniques, esportes, jogos, recreações diversas, nas quais os conteúdos de natureza religiosa possam perpassar as vivências imediatas, tornando-as significativas. Assim fazia Karol Woitila, o saudoso papa João Paulo II, em sua longa trajetória de vida dedicada à juventude: no escotismo, no teatro, na literatura. Veja a contribuição do seu Pontificado: a criação das Jornadas Mundiais da Juventude. Por que não inserir nossos jovens em projetos maiores, comunitários, regionais, nacionais, internacionais? De que modo o Ensino Religioso está antenado com os acontecimentos do Brasil e do mundo? Como nos inserimos em Projetos do tipo: Fóruns Sociais Mundiais, Jornadas Mundiais da Juventude, “Os Objetivos do Milênio” (projeto de erradicação da pobreza e sustentabilidade do planeta assumido pela ONU), Campanhas da fraternidade, inclusive de caráter ecumênico, etc, etc e etc....
12. Os mistérios ocultos são os temas que mais fascínio exercem no homem contemporâneo. De todo não deveria ser uma preocupação, se considerarmos que esse dado se constitui exatamente na tendência natural para o sobrenatural. A verdade é que o atraente está exatamente em não perdermos a magia do mistério. Assim o Ensino Religioso nem pode, nem deve ter o domínio das respostas, nem tampouco a pretensão de se apresentar como detentora da verdade. Deve lembrar-se sempre do alerta do Senhor Jesus “o Espírito sopra onde quer”. Não se esqueça que a natureza evangelizadora do Ensino religioso é propositiva, e nunca doutrinária. Somente quando o destinatário da evangelização faz sua opção consciente, isto é, verdadeiramente atraída pelo sentido último de sua vida, é que se submete ao processo seguinte, a catequese, cuja natureza, aí sim, é doutrinária.
13. Já na evangelização Jesus Cristo é apresentado, pois ele é o conteúdo do anúncio. O espaço da sala de aula é um espaço de evangelização, portanto o educador cristão não se exima de anunciar Jesus, como proposta de vida. Com certeza Ele, Jesus Cristo, o Crucificado, por si só atrai para si, o mundo todo e todo o mundo. Esse é um dado profético que uma Instituição confessional Católica, não pode descuidar. Cuide-se, portanto, para que evitar o “psicologismo”, cuja desvinculação do sentido do transcendente não venha a confundir a natureza do Ensino Religioso, que é o lugar da evangelização, lugar de lançar as sementes, respeitando a pluralidade e as diferentes opções religiosas, sem agredir, mas também sem omitir a proposta cristã. Em outras palavras, não se queira manipular a fé cristã, evitando apresentar o Crucificado, substituindo-o por uma forma amenizante da dor, que apresenta o Cristo sem cruz. Que não haja temor em apresentar o Cristo Crucificado, cuja riqueza de sentido noopsicosomático possui resposta plena para a realidade noopsicosomática de cada um que com ele se encontra verdadeiramente.
Conclusão: Não se concebe um educador, principalmente aquele que dinamiza o Ensino Religioso, não se inteire sobre questões pertinentes a sua área. Daí a sugestão de que, faça parte da pauta de aprofundamento da equipe temas que interajam interdisciplinarmente com outras áreas da vida e do conhecimento, principalmente em se tratando de assuntos que interessam a juventude.


REFLEXÕES

1. A propósito do tema, como me percebo enquanto pessoa humana, cuja atribuição é despertar crianças e jovens para a transcendência religiosa?

2. Qual o estímulo real e ideal para o exercício desse serviço como equipe de Ensino religioso?

3. Qual a espiritualidade das FDC e de que maneira ela perpassa as linhas essenciais das atividades do Ensino Religioso nas Escolas Proneves?


4. Qual a característica marcante do Ensino Religioso Proneves?


5. Quais são as duas bases essenciais do Ensino Religioso Proneves (Imagem e Palavra):


6. Qual o suporte que essas duas imagens essenciais oferecem para o delineamento objetivo das iniciativas da equipe de Ensino Religioso nas Escolas Proneves?


7. Qual a conclusão a que chegou?



OBRAS CONSULTADAS:

BOFF, Leonardo. Do iceberg à Arca de Noé; o nascimento de uma ética planetária. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.159 p. (Os visionautas)

DALAI LAMA. Uma ética para o Novo Milênio. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.

FEILER, Bruce. Abraão; uma jornada ao coração de três religiões. Rio de Janeiro: sextante, 2003.

MARTIRANI, Giuliana. A civilização da ternura; novo estilo de vida para o terceiro milênio. São Paulo: Paulinas, 2001. 371 p. (Sociologia atual)

MÜLLER, Wunibald. Deixar-se tocar pelo sagrado. Petrópolis: Vozes, 2004.

Revista de Estudos da Religião Nº 2 / 2004 / pp. 79-119 ISSN 1677-1222 Os Universitários e a Transcendência - Visão geral, visão local Jorge Claudio Ribeiro. Disponível em http://www.pucsp.br – acessado em06/09/2009.

TEPE. Walfredo. Antropologia cristã; diálogo interdisciplinar. Rio de janeiro: Vozes, 2003.

TERRIN, Aldo Natale. Antropologia e horizontes do sagrado. São Paulo: Paulus, 2004.
WILGES, Irineu. Cultura religiosa; as religiões do mundo.


IMAGENS:

WALKING WITH CAVEMEN. Produção de Richard Dale, Narrado por Alec Baldwinn, EUA: BBC & Discovery Channel, 2003. 1 dvd documentário (30 min – 4 episódios) color, inglês.

MESOPOTÂMIA: retorno ao Éden. Produção de Joe Westbrrok, Jason Williams, Rober Gardner, Versão brasileira telecine, Barueri: Abril , 1997. 1 fita de vídeo (48 min), VHS/NTSC, cores. (Coleção Civilizações perdidas).

QUEM SOMOS NÓS? Direção de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente, Eua: PlayArte, 2004. 1 dvd documentário (108min.), color. Português/inglês.


SOBRE ORGANISMOS E CAMPANHAS SOCIAIS:

http://www.natalvoluntarios.org.br/objetivos_do_milenio/download/relatorio_seminario_odms2005.pdf

http://www.jmj2011madrid.com/

http://www.forumsocialmundial.org.br/

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Setembro o mês da Bíblia


Aqueles que leem a Bíblia progridem na vida do Evangelho

A Palavra de Deus está sempre ao alcance da mão e do coração de quem segue a Deus. E por moção do Espírito Santo, a Palavra vai transformando o coração das pessoas e moldando a comunidade cristã. É claro, supondo um coração aberto, como de discípulo diante do mestre. O profeta Jeremias fez uma experiência profunda: nas mãos de Deus sentiu-se como um vaso de barro nas mãos do oleiro.

As famílias, os grupos e as comunidades que leem a Bíblia de fato progridem na vivência do Evangelho, em unidade com a vontade de Deus e na comunhão fraterna. A Palavra meditada impulsiona as pessoas a superar o pecado e o azedume, causando certa plenitude espiritual com uma aura de paz e de alegria.
É o encantamento espiritual, a força interior, a capacidade de passar imune pelas tentações que nos rodeiam.
São Francisco de Assis, um dos grandes revolucionários da humanidade, apregoava a vida fraterna em meio ao egoísmo; a vida em Deus, mesmo em meio ao prurido da carne e do consumismo; a alegre adesão à vontade de Deus, vencendo o orgulho e a sede do poder. Quando se chega a uma fraternidade assim, logo se capta o perfume do Evangelho.
Por pedagogia, destinamos o mês de setembro a conhecer a Bíblia. Aliás, primeiro a ter a Bíblia em casa. Depois, a lê-la diariamente. Aprender a meditá-la diante de Deus, num coração orante.
A família aprende a acolher de modo afável seus membros: os pais se relacionam de modo afetivo com os filhos, como Deus, com Seu povo. Os filhos, por sua vez, acolhem os pais de modo pacífico, criando um ambiente sereno e alegre. É o encantamento da família.
É neste ambiente que germinam as vocações cristãs, que se alimentam ideais generosos e se superam obstáculos à felicidade.
Seja feliz! Conheça, leia e medite a Palavra de Deus.

Artigo do site da Canção Nova

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ir. Estelle Boytis, FDC faleceu no dia 10 de setembro de 2009, em Staten Island, New York.

B I O G R A F I A

Irmã M. Estelle Boytis, FDC

Nasceu no dia 16 de fevereiro de 1925 em Roebling, New Jersey- Estados Unidos. Foi admitida na Congregação no dia 3 de setembro de 1938 em Arrochar, Staten Island- New York.
Entrou no Noviciado no dia 28 de agosto de 1943 em Arrochar, Staten Island, New York. Fez sua Primeira Profissão no dia 28 de agosto de 1945 em Arrochar, Staten Island-New York.

Consagrou-se ao Senhor pelos Votos Perpétuos no dia 15 de agosto de 1952, em Arrochar, Staten Island – New York.
Faleceu no dia 10 de setembro de 2009, em Staten Island, New York.

Irmã M. Estelle, filha do casal Elizabeth e Steven Boytis, nasceu no dia 16 de Fevereiro de 1925 em Roebling, New Jersey, USA. No batismo recebeu o nome de Maria das Graças. Tinha uma irmã. Muito cedo reconheceu seu talento artístico e isto tornou-se a marca de sua Vida Consagrada.

Fez seus estudos básicos no St. Joseph Hill Academy, escola dirigida pelas Filhas do Amor Divino que engloba os cursos do Maternal até o último ano do High School. Graduou-se em Educação pela Seton Hall University e estudou belas artes e arte comercial na Escola de Artes em Washington School, recebendo o título de Mestra em Artes Educacionais em Newark State College.

Irmã Estelle tinha experiência como professora em todos os níveis de ensino: Junior, Elementary, High School.

Modernizou o Clube de Artes da High School no St. Joseph Hill Academy e ministrava cursos para estudantes de todas as Idades no campo de Estudo de Artes Independente.

Foi contemplada com uma bolsa de estudos para participar do Artists` International Workshop em Roma paga pela Universidade de Virginia durante o verão de 1979. Algumas destas pinturas encontram-se em exposição no St. Joseph Hill Convent.

Irmã Estelle ainda dirigiu o Workshop em Artes pago pela Arquidiocese de New York em vários Institutos de Ensino em Staten Island e outras cidades.

Ela foi reconhecida especialmente pelo Pastel Painting que ela fez do Edifício da Suprema Corte em Washington, D.C. o qual mais tarde foi reproduzido como um cartão postal.

Também realizou as pinturas em vidros das janelas da capela de Sta. Elizabeth em Carteret, New Jersey.

Depois de uma rica e abençoada carreira como professora em New Jersey, Indiana, Pensylvania e New York, Irmã Estelle foi transferida para Vila Madonna onde serviu a Comunidade tocando órgão, fazendo pesquisas e realizando exposições sobre a história da mansão e da família Rutherford. Ela contribuiu, em muitas ocasiões, com seu talento e habilidade em caligrafia. “Aposentada”, ela continuou como professora particular de estudantes; criou textos e posters.

Irmã Estelle também tocava órgão nas liturgias e compôs a melodia “Omnia Pro Deo” (Tudo por Deus em Latim)
Quando deixou a Vila Madonna, veio para Staten Island, mas logo, forçada pela enfermidade física, foi transferida para Eger Health Care Center, uma Casa para pessoas idosas e doentes. Lá ela ministrou classes em arte para os residentes, alguns dos quais descobriram, em idade avançada, que tinham talento artístico.

Algumas semanas antes de sua morte, muitos problemas de saúde apareceram. Dormia mais e mais, tornando-se aos poucos incapaz de reagir. As Irmãs passavam horas ao seu lado à medida que o fim se aproximava. No dia 10 de setembro de 2009, ela colocou sua alma nos braços do Senhor.

Biografia escrita por
Sister Caroline Bachmann, FDC
10 de setembro de 2009.

XXI Capítulo Geral dos irmãos maristas do ensino


XXI Capítulo Geral dos irmãos maristas do ensino“

Novo”ROMA, segunda-feira, 14 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Os Irmãos Maristas do Ensino (FMS) começaram seu vigésimo primeiro capítulo geral em Roma, a 8 de setembro, sob o lema “Corações novos para um mundo novo”.
Participam como capitulares 73 irmãos provenientes dos cinco continentes e que representam aos cerca de cinco mil irmãos que integram a congregação, assim como dez leigos que colaboram na missão da congregação.
Entre os temas principais aos quais se dedicarão os capitulares durante 33 dias estão: “Identidade do Irmão”; “O laicado e seu vínculo à congregação”; “Formação inicial”; “Revisão às Constituições”.
“Entre outros temas –informa a ZENIT Luis Fernando Delgado Esparza, membro da Congregação–, ao início deste acontecimento de graça o atual superior geral, irmão Sean Sammon FMS, convidou todos os irmãos e leigos do instituto a deixar-se interpelar por Cristo e Maria em vista a um verdadeiro processo de conversão de coração para responder às necessidades das crianças e dos jovens mais necessitados de nosso mundo”.
Os Irmãos Maristas são uma congregação de irmãos religiosos, fundados na França, em 1817, por São Marcelino Champagnat (6 de junho). Estão presentes em mais de 77 países nos cinco continentes, dedicados à educação cristã de crianças e jovens.
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Em foco
Família é o maior tesouro da humanidadeSegundo o arcebispo de Burgos na Jornada Mariana da FamíliaTORRECIUDAD, segunda-feira, 14 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- "A família é o maior tesouro da humanidade", afirmou o arcebispo de Burgos, Dom Francisco Gil Hellín, ao presidir a 20ª Jornada Mariana da Família no santuário de Torreciudad, um evento que reuniu no último dia 12 cerca de 15 mil pessoas procedentes de toda a Espanha.
Dom Gil Hellín destacou, durante a homilia, que "a família se manifesta e se expressa em sua própria vida, porque Deus a fez uma instituição natural e não são os governos ou os parlamentos que devem dizer o que é a família".
Em uma mensagem enviada pelo Papa Bento XVI aos participantes, o pontífice lhes exortou a dar "um incondicional ‘sim' à vida" e pediu aos esposos "disponibilidade e abnegada entrega, confiança mútua, fiel e fecunda".
Os atos começaram ao meio-dia, com uma oferenda a Nossa Senhora, realizada pelas famílias: flores, frutas, cerâmicas, fotografias, vinho, produtos do mar, camisetas e placas foram os objetos escolhidos para testemunhar sua devoção a Maria. Uma mostra de diversidade cultural foi oferecida por Adja e Sara, duas amigas da Costa do Marfim e do Peru, residentes em Lérida, que ofereceram um pandeiro e algumas partituras.
A Eucaristia ao ar livre foi solenizada pelo Coral de Pais da Associação Cantal (Zaragoza), acompanhado pela organista titular do santuário, Maite Aranzabal.
Na homilia, dirigindo-se de forma especial a cada assistente, o arcebispo de Burgos afirmou: "Redescubra cada dia esse tesouro do qual você é depositário. Deus o abençoou com esses amores: com sua esposa, com seu esposo, com seus filhos. Assim, a família será verdadeiramente o santuário da vida, será a garantia de que toda criatura que procede desta entrega em fidelidade matrimonial estará resguardada pelo berço mais forte, que é o amor conjugal e familiar".
O dia concluiu com a oração do terço na esplanada, acompanhando a imagem peregrina de Nossa Senhora de Torreciudad, e com a bênção com o Santíssimo.
Além de espanhóis, participaram grupos da França, Polônia e Itália. Muitos deles chegaram em viagens organizadas em algum dos 140 ônibus presentes no evento. Mais de 250 voluntários participaram na organização do encontro, ajudando nos estacionamentos e acessos ao santuário, na acomodação dos peregrinos, nos postos informativos e no parque infantil. E dezenas de sacerdotes atenderam, ao longo do dia, nos confessionários espalhados pelas diversas áreas do recinto.

Texto retirado Jornal Zenit, Vaticano.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Texto do blog do Professor Felipe Aquino


Nossa Senhora das Dores – 15 de setembro
Arquivado em: Nossa Senhora — Prof. Felipe Aquino at 2:49 pm on segunda-feira, setembro 14, 2009

Nossa Senhora das Dores recebe no colo o filho morto apenas tirado da cruz. Maria está de pé (stabat) aos pés da Cruz. É o momento culminante da Redenção.
Cristo sofreu a Paixão; Maria sofreu a com-paixão.

“Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa”. (Jo 19,25-27)

É junto à Cruz que a Mãe de Jesus crucificado torna-se a Mãe do Corpo místico de Cristo, a Igreja, nascido da Cruz. Nós somos nascidos enquanto cristãos, do mútuo amor sacrifical e sofredor de Jesus e Maria.

“Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma”. (Lc 2, 34-35)

“Faça-se em mim segundo a tua palavra.”
Como mãe, Maria assume implicitamente os sofrimentos de Cristo, em cada momento de sua vida.
A Pietá de Michelangelo exprime toda a dor da Mãe.

As sete dores de Maria

A devoção, que precede esta celebração litúrgica, fixou simbolicamente as sete dores de Maria narrados pelo Evangelho:
1 - a profecia do velho Simeão;
2 - a fuga para o Egito,
3 - a perda de Jesus em Jerusalém;
4 - o caminho de Jesus para o Gólgata,
5 - a crucificação e morte de Jesus;
6 - a deposição da cruz;
7 - a sepultura.

O martírio de Maria é o martírio do Redentor.
Desde o século XV encontramos as primeiras celebrações litúrgicas sobre a compaixão de Maria aos pés da cruz, colocada no tempo da Paixão ou logo após as festividades pascais.

Em 1667 a Ordem dos Servitas, inteiramente dedicada à devoção de Nossa Senhora (os sete santos Fundadores no século XIII tinham instituído a “Companhia de Maria Dolorosa”) obteve a aprovação de celebração litúrgica das sete Dores da Virgem, que durante o pontificado de Pio VII foi acolhida no calendário romano e lembrada no terceiro domingo de setembro.

Pio X fixou a data definitiva de 15 de setembro, conservada no novo calendário litúrgico, que mudou o título da festa para uma “memória”: não mais Sete Dores de Maria, mas Virgem Maria Dolorosa.