segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Santa Teresa D’Avila, Doutora da Igreja e Mestra de espiritualidade

Próximo de Jesus, Maria e São José, Santa Teresa de Ávila é estrela de primeira grandeza no Céu e intercede pela Igreja sem cessar, assim como, na terra, velava sem se descuidar do Filho de Deus a ele confiado.

Frases de Santa Teresa de Ávila expressam seus pensamentos

“Quem ama faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho.”
“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa.”
“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra.”
“Em tempos de tristeza e inquietação, não abandones nem as boas obras de oração nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará.”
“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a oração.”
“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas.”
“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo.”
“Humildade é a verdade.”
“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas.”
“Vocês pensam que Deus não fala, porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza, Ele responde.”
“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter.”
“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se Vós não me desamparardes, não faltarei eu a Vós.”

Papa anuncia Sínodo do Bispos para a região Pan-Amazônia

O Papa Francisco anunciou neste domingo, 15, antes de rezar a oração mariana do Angelus, uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônia, que acontecerá em outubro de 2019.
O Santo Padre explicou que esta reunião discutirá novos métodos para que a palavra do Evangelho chegue a esta porção do Povo de Deus comumente esquecida. 
“O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta. Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”, disse Francisco.
Há vários meses, tem-se cogitado a realização de um encontro do Papa no Vaticano com os bispos de toda a região (constituída por nove países). A meta é avaliar os desafios e buscar respostas comuns para seus mais de 30 milhões de habitantes.
Em maio deste ano, o Cardeal Cláudio Hummes, Presidente da REPAM, Rede Eclesial Pan-amazônica, em entrevista à Rádio Vaticano, ressaltou a importância de dois aspectos fundamentais: “o propriamente missionário e evangelizador naquela região, e a questão ecológica: a importância da floresta Amazônica e a ameaça que ela está sofrendo de destruição, de degradação, de desmatamento, etc”. 
A REPAM trabalha em conjunto com a Santa Sé, Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Secretariado da América Latina e Caribe de Caritas (SELACC) e a Confederação Latino-americana e Caribenha de Religiosos e Religiosas (CLAR).
Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

Canonizações: os Protomártires brasileiros e o martírio


A evangelização no Rio Grande do Norte
O Papa Francisco canonizou 30 mártires do Brasil, de Cunhaú e Uruaçu, neste domingo 15 de outubro de 2017, em Roma, Praça de São Pedro.
O Papa também canonizou Cristóbal, Antonio e Juan, mortos por ódio à fé em 1527 e 1529, e considerados os Protomártires do México e de todo o continente americano, e o sacerdote espanhol Faustino Míguez, fundador do Instituto Calasanzio, Filhas da Divina da Divina Pastora,  e o Frade Menor Capuchinho italiano Angelo d’Acri.
A evangelização no Rio Grande do Norte foi iniciada em 1597 por missionários jesuítas e sacerdotes diocesanos, originários do reino católico de Portugal. Nas décadas seguintes, a chegada dos holandeses, de religião calvinista, provocou a restrição da liberdade de culto para os católicos que, a partir daquele momento, foram perseguidos. É neste contexto que se verifica o martírio dos Beatos, em dois episódios distintos.
O primeiro acontece em 16 de julho de 1645, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, em Cunhaú. Decorria a Missa dominical celebrada pelo pároco, Padre André de Soveral, quando um grupo de soldados holandeses, com índios ao seu séquito, fez irrupção no lugar sagrado e massacrou os féis inermes.
O segundo episódio remonta a 3 de outubro do mesmo ano. Terrorizados pelo sucedido, os católicos de Natal procuraram pôr-se a salvo em abrigos improvisados, mas em vão. Feitos prisioneiros, juntamente com o seu pároco, o Padre Ambrósio Francisco Ferro, foram levados para perto de Uruaçu, onde os esperavam soldados holandeses e cerca de duzentos índios, cheios de aversão contra os católicos. Os féis e o seu pároco foram horrivelmente torturados e deixados morrer entre bárbaras mutilações.
Do numeroso grupo de féis assassinados, conseguiu-se identificar com certeza apenas trinta. São eles: P. André de Soveral e Domingos Carvalho, mortos em Cunhaú; P. Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira, Antônio Vilela, o jovem, e sua filha, José do Porto, Francisco de Bastos, Diogo Pereira, João Lostão Navarro, Antônio Vilela Cid, Estêvão Machado de Miranda e duas filhas, Vicente de Souza Pereira, Francisco Mendes Pereira, João da Silveira, Simão Correia, Antônio Ba – racho, João Martins e sete companheiros, Manuel Rodrigues Moura e sua esposa, uma filha de Francisco Dias, o jovem, mortos em Uruaçu.
Os Padres André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 companheiros leigos foram beatificados pelo Papa João Paulo II, no dia 5 de março de 2000, na Praça de São Pedro. Agora, serão os primeiros Santos mártires do Brasil.

ZENIT

O Terço é uma oração mariana ou cristológica?

Saiba se o Rosário ou Terço é uma oração é mariana ou cristológica e como compreender teologicamente essa oração.

Neste artigo, respondemos a mensagem de Paulo Glicério de C. Reis, que tem uma dúvida teológica sobre o Santo Rosário ou Terço Mariano: “Sou da Legião de Maria e do Terço dos Homens e gostaria de saber se a oração do Terço é uma oração mariana ou cristológica”.

Responder a essa questão nesses dias é muito significativo, tendo em vista que estamos nos aproximando da festa de Nossa Senhora do Rosário e do encerramento do Ano Nacional Mariano. Gostaríamos de dar uma resposta mais breve, mas, devido à complexidade do tema e da ocasião oportuna – pois estamos no mês do Rosário e neste Ano Mariano especialíssimo, no qual celebramos os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima – decidimos responder a questão em três artigos. Neste primeiro, trataremos do Rosário enquanto memorial de Jesus Cristo com a Virgem Maria e como escola mariana de aprendizado da mensagem do Evangelho.

O Rosário como recordação de Cristo com Maria

A oração do Terço tem um caráter marcadamente mariano. Na verdade, o Rosário situa-se no mais claro horizonte de um culto a Virgem Maria, Mãe de Deus, tal como delineou o Concílio Vaticano II. Este culto mariano está orientado ao centro cristológico da fé cristã, de forma que, “honrando a Mãe, melhor se conheça, ame e glorifique o Filho”[1]. Assim sendo, o caráter mariano do Rosário não nos separa, mas nos une mais intimamente a Jesus Cristo e aos mistérios de Sua encarnação, paixão, morte e ressurreição. Embora o Terço seja uma oração mariana, tem seu carácter próprio de contemplação cristológica. Por isso, podemos dizer que, na oração do Rosário, contemplamos os mistérios de Jesus Cristo na companhia da Virgem Maria.

A contemplação de Maria é, antes de tudo, memorial ou recordação. Nas Sagradas Escrituras, palavra memória é a tradução do termo hebraico zikaron, cuja raiz é zakar, que significa e, ao mesmo tempo, atualiza as obras realizadas por Deus na história da salvação da humanidade. A Bíblia é narração de acontecimentos salvíficos, que culminam em Jesus Cristo, o Verbo de Deus encarnado. Para nós, cristãos, estes acontecimentos não constituem somente um “ontem”, mas também o “hoje” da história da salvação.

A atualização dos acontecimentos salvíficos realiza-se de modo particular na Liturgia. O que Deus realizou séculos atrás não está relacionado somente com as testemunhas diretas dos acontecimentos, mas alcança, pelo Seu dom de graça, os homens de todos os tempos. De certo modo, isso também vale para qualquer outra piedosa ligação com esses acontecimentos. Fazer memória deles, em atitude de fé e de amor, significa abrir-se à graça que Cristo nos obteve com os seus mistérios de vida, morte e ressurreição.
A Liturgia, como exercício do ofício sacerdotal de Cristo e culto público, é “a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força”[2]. No entanto, convém lembrar que “a participação na sagrada Liturgia não esgota a vida espiritual. O cristão, chamado a rezar em comum, deve também entrar no seu quarto para rezar a sós ao Pai (cf. Mt 6, 6); mais, segundo ensina o Apóstolo, deve rezar sem cessar (cf. 1 Ts 5, 17)”[3]. O Rosário faz parte desse quadro diversificado da oração “incessante”. Nesse sentido, se a Liturgia, ação de Cristo e da Igreja, é ação salvífica por excelência, o Rosário, enquanto meditação sobre Cristo com Maria, é contemplação salutar dessa ação. De fato, entrar na vida do Redentor, de mistério em mistério, faz com que tudo aquilo que Ele realizou e a Liturgia atualiza seja profundamente assimilado em nós e modele a nossa existência.


Meditar o Rosário para apreender Cristo de Maria
Jesus Cristo é o Mestre por excelência, o Revelador e a Revelação, a Palavra de Deus encarnada. Sendo assim, conhecer o Evangelho não se trata somente de aprender o que Ele ensinou, mas também de “apreender Ele”, de acreditar que Jesus está presente em nosso interior. Nesse sentido, existe mestra mais experimentada do que a Virgem Maria? Se do lado de Deus o Espírito Santo é o Mestre interior que nos conduz à verdade plena de Cristo (cf. Jo 14, 26; 15, 26;16, 13), entre os seres humanos, ninguém melhor do que Ela conhece Cristo e, consequentemente, ninguém como a Mãe pode introduzir-nos no profundo conhecimento do Seu mistério.

O primeiro milagre realizado por Jesus na ordem da natureza – a transformação da água em vinho nas bodas de Caná – mostra-nos precisamente Nossa Senhora no papel de mestra, quando exorta os servos a cumprir as disposições de seu Filho (cf. Jo 2, 5). No Cenáculo, podemos imaginar que Ela tenha desempenhado a mesma função com os discípulos depois da Ascensão de Jesus, quando ficou com eles à espera do Espírito Santo (cf. At 1, 14) e os animou na primeira missão. Meditar com ela os mistérios do Rosário é como que frequentar a “escola” de Maria para apreender Cristo, penetrar nos Seus segredos, compreender a Sua mensagem.


A escola de Maria é ainda mais eficaz quando cremos que ela obtém-nos os dons do Espírito Santo com abundância e, ao mesmo tempo, propõe-nos o exemplo daquela “peregrinação da fé”[4], na qual é mestra inigualável. Diante de cada mistério do seu Filho, a Mãe de Deus nos convida, como fez na sua Anunciação, a colocar humildemente as perguntas que abrem à luz da verdade, para concluir sempre com a obediência da fé: “Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38).

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

NEVES: Ação social acontece nesta quarta-feira (11), a partir das 13h30, e mobiliza 130 voluntários

Para festejar o Dia das Crianças, o Colégio Nossa Senhora das Neves, em Natal/RN, recebe nesta quarta-feira (11) cerca de 400 alunos da rede pública de ensino para uma tarde de lazer e muita descontração. A iniciativa acontece das 13h30 às 17h e tem a participação de 130 voluntários.

A ação beneficiará estudantes do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Francisco de Assis e da Escola Estadual Cônego Monte. Juntos, participarão de banho de piscina, caça ao tesouro, sorteio de brindes, brincadeiras populares e contações de histórias.

A programação também inclui a apresentação do espetáculo ‘O cavalo transparente’, protagonizado pelos atores mirins do Grupo de Teatro Infantil do Colégio das Neves. Com decoração, sonoplastia e figurino especiais, a peça tem formato de musical e é uma releitura da obra da escritora Sílvia Orthof.

O Dia das Crianças do Neves conta com a participação de 130 voluntários da instituição que, ao longo do mês de setembro, doaram e arrecadaram tempo, brinquedos, doces e recursos financeiros junto à comunidade em geral. “O amor ao próximo é uma das filosofias pregadas pelo Neves. Por isso, será um momento muito importante e especial na vida dos meninos e meninas que prestigiarão o evento em nosso colégio”, afirma Ana Régis, coordenadora do Neves Voluntário.

A missão da Igreja é salvar almas

Anunciar o Evangelho a todos

“Enviada por Deus às nações, para ser o sacramento universal da salvação, a Igreja, em virtude das exigências íntimas da sua própria catolicidade e em obediência ao mandamento do seu fundador, procura, incansavelmente, anunciar o Evangelho a todos os homens. “Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo quanto vos mandei. E eis que Eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo.” (Mt 28,19-20) (cf. CEC p. 849)

Chamados a imitar Cristo

Como membros do corpo místico da Igreja, devemos assumir a missão como o motivo principal da nossa existência. Somos chamados, a partir do nosso batismo, a imitarmos Cristo, fazendo parte da redenção no mistério da Cruz vivido pelo Crucificado, levando a salvação a todos, como diz São Paulo aos Colossenses 1,24: “Completo o que falta às tribulações de Cristo em minha carne pelo seu Corpo, que é a Igreja.”
Salvar almas! Essa foi a missão que os santos assumiram em suas vidas, cada um conforme o carisma e vocação que eram chamados, mas com o mesmo objetivo: salvar almas! Seja na penitência, na oração, no anúncio do Evangelho ou na caridade, tudo isso é para a salvação dos filhos de Deus.

O amor é o combustível da missão

“É ao amor de Deus por todos os homens que, desde sempre, a Igreja vai buscar a obrigação e o vigor do seu ardor missionário: ‘Porque o amor de Cristo nos impele’ (2Cor 5,14). E é por acreditar no desígnio universal da salvação que a Igreja deve ser missionária.” (cf. CEC p.851)
É por amor que renovamos nossas forças e nos colocamos a caminho de outros corações, onde Jesus deseja fazer morada. Àqueles que já experimentaram desse encontro pessoal com o Senhor, também se revestem desse ardor de querer fazer Jesus conhecido a todos.
Podemos até fazer uma analogia. Os missionários são como “navios”, movidos pelo combustível do amor, que precisam chegar à terras a serem conquistadas, que são os corações humanos.
Mas a missão só é possível de ser realizada pela condução do Espírito Santo, que nos capacita. Por isso, em cada missão, peçamos o auxílio d’Ele. Somente movidos pelo Espírito de Deus chegaremos onde precisamos evangelizar!
Maria Clara OleaComunidade Canção Nova


Presidente da CNBB participa da conclusão do Ano Mariano e faz balanço

O cardeal Sérgio da Rocha, presidente da CNBB, realizou na manhã desta quarta-feira, 11, um balanço e o fechamento do Ano Mariano. O encerramento, instituído pela Conferência para preparar o jubileu dos 300 anos do encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul, em São Paulo, é parte da programação da festa de Nossa Senhora Aparecida em que o cardeal está participando.
O presidente da CNBB destacou cinco principais frutos colhidos durante a caminhada das comunidades em todo o Brasil que se mobilizaram para celebrar o tricentenário da Padroeira. O primeiro fruto teria sido a maior divulgação e conhecimento popular da história da Virgem Aparecida, que auxilia na reflexão dos sinais de Deus na vida de todos.
“Num momento de aflição, em que três pescadores necessitavam conseguir rapidamente uma pesca abundante, eles foram surpreendidos pela manifestação do amor de Deus, através de um sinal aparentemente simples e pequeno, a imagem de Nossa Senhora da Conceição, que eles guardaram piedosamente e passaram a venerar” refletiu o cardeal Rocha.
A oração e a celebração foram apontados pelo sacerdote como o segundo fruto do ano do tricentenário. “As celebrações marianas, ao longo do ano litúrgico foram mais valorizadas. O Ano Mariano tornou-se ocasião especial de ação de graças a Deus por Maria”.
O presidente da CNBB destacou também a importancia de prolongar a vivência do Ano Mariano. “Valorizando o Magnificat, rezando com coração e os lábios de Maria Imaculada, Senhora Aparecida; com o rosário, contemplando a Jesus com os olhos de Maria” sugeriu.
O terceiro fruto seria o redescobrimento do retrato de Maria nos Evangelhos e na Igreja. “Foram palestras, encontros, cursos, artigos, que muito têm ajudado a cultivar uma autêntica devoção mariana, segundo os ensinamentos da Igreja”, afirmou o cardeal. As peregrinações foram elencadas como o quarto proveito. Que segundo o sacerdote, “demonstraram a alegria dos filhos por visitar a própria Mãe”.
O fruto maior, de acordo com o cardeal, seria a continuidade da multiplicação dos ensinamento de Maria ao seguir Jesus Cristo. “Crescer na fé em Cristo, como verdadeiros discípulos missionários, participando da vida das nossas comunidades e servindo os irmãos mais sofredores”, são ensinamento apontados por Rocha.
“Assim como N. Sra. Aparecida veio ao encontro dos humildes pescadores, num momento de grande aflição, possamos sair ao encontro dos que mais sofrem para compartilhar com todos a alegria do Evangelho”, finalizou o presidente da CNBB.

Dia das Crianças: a fé dos pequenos e pequenas, presente e futuro da Igreja

A Igreja no Brasil celebra neste 12 de outubro a festa de Nossa Senhora Aparecida que este ano, em especial, comemora os 300 anos do encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul (SP). Além disso, a data marca o Dia das Crianças. Pequenos e Pequenas que são o futuro, mas também são o presente da Igreja.
Elas animam, embelezam, dão vigor e são parte viva do Corpo de Cristo. É o cuidado, a acolhida e a formação que a Igreja proporciona que vai marcar o tipo de pessoa e cristãos que essas crianças serão amanhã. Por isso, é muito importante que a Igreja cuide dos pequenos sendo as Mãos de Deus na orientação e no crescimento delas em estatura, sabedoria e graça Divina.
A iniciação das crianças na Igreja se dá pelo Batismo. Mas, é na catequese que elas são inseridas na vivência da fé e dão início a uma jornada cristã. O Papa João Paulo II dizia que as crianças são os pequenos-grandes missionários. A missão que Jesus confiou aos cristãos é a de “ir e fazer discípulos entre todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28, 19-20).
A Igreja proporciona diversas atividades, espaços iniciativas que visam a evangelização dos pequeninos como a formação da catequese e a organização de grupos como a Infância e Adolescência Missionária (IAM) que tem como finalidade suscitar o espírito missionário universal nas crianças, desenvolvendo lhes o protagonismo na solidariedade e na evangelização e, por meio delas, em todo o Povo de Deus: “Crianças ajudam e evangelizam crianças”. São crianças em favor de outras crianças.
De acordo com a secretaria nacional da Infância e Adolescência Missionária, irmã Patrícia Souza, na obra da IAM, a criança e o adolescente assumem seu protagonismo, com a sua linguagem, característica e experiência.
“Na missão, a criança e o adolescente são capazes de evangelizar outra criança e outro adolescente, dando testemunho, fazendo sacrifício daquilo que ela tem, para ajudar aos menos favorecidos. Com isso, tornam-se seus amigos por meio da oração, do sacrifício e da própria solidariedade. Estas crianças e adolescentes evangelizadoras, são sinais para outras, em meio à globalização mundial”, destaca.
A Infância e Adolescência Missionária forma grupos de crianças e pré-adolescentes com uma média de 12 participantes entre os que desejam pertencer à IAM. A estrutura principal da obra são os grupos, cujos membros tornam-se fermento missionário na família, na escola, na comunidade eclesial e no ambiente em que vivem.
Tomando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a Infância e Adolescência Missionária têm em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, Padroeiros das Missões. Ambos viveram ardentemente o carisma missionário universal, doando suas vidas pelo anúncio do Evangelho.
A psicóloga e missionária da Canção Nova, Aline Rodrigues, escreveu no artigo “Saiba a importância das crianças estarem na Igreja”, publicano no site da comunidade, que “crianças inseridas em um ambiente cristão tendem a desenvolver comportamentos mais humanizados, como compaixão, companheirismo, solidariedade, disciplina, respeito, amor fraternal, reconhecimento dos limites, clareza do certo e errado e inúmeras outras características, pois acreditam no ser humano”.
Segundo a piscóloga, os pequenos não criticam o ser humano e são capazes de amar mesmo quando são decepcionadas, o que faz toda diferença para a vida adulta.
Por CNBB

Papa lembra N. Sra. de Aparecida e N. Sra. de Fátima

Ao saudar os peregrinos de língua portuguesa presentes na Praça São Pedro, o Papa Francisco recordou os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida. O Papa interrompeu sua saudação para ouvir o cântico e a saudação dos brasileiros presentes em grande número na Audiência Geral desta quarta-feira:
“Saúdo todos os peregrinos do Brasil e de outros países de língua portuguesa, particularmente os diversos grupos de sacerdotes, religiosos e fiéis brasileiros residentes em Roma, que vieram a esta Audiência para dividir a alegria pelo jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, cuja festa se celebra amanhã. A história dos pescadores que encontraram no Rio Paraíba do Sul o corpo e depois a cabeça da imagem de Nossa Senhora, e que foram em seguida unidos, nos lembra que neste momento difícil do Brasil, a Virgem Maria é um sinal que impulsiona para a unidade construída na solidariedade e na justiça. Que Deus lhes abençoe”.
100 anos das aparições em Fátima
Ao recordar que em 13 de outubro se conclui o centenário das últimas aparições marianas em Fátima, o Papa Francisco pediu que, especialmente neste mês de outubro, se reze o Santo Rosário pela paz no mundo:
“Na próxima sexta-feira, 13 de outubro, conclui-se o centenário das últimas aparições marianas em Fátima. Com o olhar voltado a Mãe do Senhor e Rainha das Missões, convido todos, especialmente neste mês de outubro, a rezar  o Santo Rosário pela intenção da paz no mundo. Possa a oração dissuadir os ânimos mais rebeldes, para que tirem a violência de seus corações, de suas palavras e de seus gestos, e construam comunidades não-violentas, que cuidem da casa comum. Nada é impossível se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podemos ser construtores de paz”.
O Pontífice recordou que no mesmo dia recorre o Dia Internacional para a Redução dos Desastres Naturais:
“Renovo o meu premente apelo pela salvaguarda da criação, mediante uma sempre mais atenta tutela e cuidado pelo ambiente. Encorajo, neste sentido, as instituições e todos os que têm responsabilidade pública e social, a promover sempre mais uma cultura que tenha como objetivo a redução da exposição aos riscos e às calamidades naturais. As ações concretas, voltadas ao estudo e à defesa da casa comum, possam reduzir progressivamente os riscos para as populações mais vulneráveis”.
Por Redação, com Rádio Vaticano

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Hoje é feriado no RN, em comemoração aos seus padroeiros, os Mártires de Cunhaú e Uruaçu


Mártires de Cunhaú e Uruaçu ou Protomártires do Brasil, é o título dado aos 30 cristãos martirizados, no interior do Rio Grande do Norte. Foram vitimas de dois morticínios, ambos no ano de 1645, no contexto das invasões holandesas no Brasil. O primeiro na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho de Cunhaú, município de Canguaretama; outro em Uruaçu, comunidade do município de São Gonçalo do Amarante.
Foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 5 de março de 2000. E no dia 23 de março de 2017 o Papa Francisco autorizou a canonização dos 30 mártires do Rio Grande do Norte.

O primeiro engenho construído no Rio Grande do Norte foi palco de uma grande chacina, uma das mais trágicas da história do Brasil. No ano de 1645, o estado do Rio Grande do Norte era dominado pelos holandeses.
Jacob Rabbi, um alemão que atuava então a mando e serviço do governo holandês, chegou a Cunhaú no dia 15 de julho de 1645, mas já era conhecido pelos moradores, pois havia passado por lá anteriormente, sempre escoltado pelas tropas dos índios Tapuias. Nesse dia, veio com mais força. Além dos Tapuias, trazia alguns potiguares e soldados holandeses. Era Domingo, dia 16 de julho de 1645, como de costume, os fiéis reuniram-se para celebrar a Eucaristia, foram à missa na Igreja de Nossa Senhora das Candeias, mas Jacob Rabbi havia fixado um edital na porta da igreja: após a Missa, haveria ordens do governo holandês. O párocoPadre André de Soveral começa a Missa e, depois do momento da elevação do Corpo e Sangue de Cristo, as portas da Capela foram fechadas: deu-se início às cenas de violência e atrocidade. Ao verem que seriam mortos pelas tropas, os fiéis não reagiram, ao contrário, "entre mortais ânsias, confessaram-se ao sumo sacerdote pelo perdão por suas culpas", enquanto o Padre André estava "exortando-os a bem morrer, rezando apressadamente o ofício da agonia".

Em 03 de Outubro de 1645, três meses depois do massacre de Cunhaú, aconteceu outro desta vez em Uruaçú, este também a mando de Jacob Rabbi[carece de fontes].
Dizem os Cronistas que, logo após o primeiro massacre, o medo se espalhou pela Capitania e por outras capitanias, a população ficou receosa, pois tinha medo de que novos ataques acontecessem, o que não demorou muito[carece de fontes]. Foram cenas idênticas, apesar de que, neste massacre, as tropas usaram mais crueldade. Depois da elevação, fecharam as portas da igreja e os mataram ferozmente, arrancaram suas línguas para não proferirem orações católicas, braços e pernas foram decepados, crianças foram partidas ao meio, e grande parte dos corpos foi degolada. O Celebrante, Padre Ambrósio Francisco Ferro, mesmo vivo, foi muito torturado. O camponês Mateus Moreira, mesmo arrancado seu coração, exclamou: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento".

O começo do processo de Beatificação foi aberto em 15 de maio de 1988, por Dom Alair Vilar, nesta ocasião, o Arcebispo nomeou o Monsenhor Francisco de Assis Pereira, como postulador das causas de Beatificação e Canonização. No dia 05 de março de 2000, na presença de cerca de mil brasileiros na praça de São Pedro, o Papa João Paulo II, Beatificou 28 leigos e 2 sacerdotes. Na sua homilia o Santo Padre disse:

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

DIA D DE ARRECADAÇÃO RECEBE DOAÇÕES PARA DIA DAS CRIANÇAS BENEFICENTE

Para alegrar a festa de Dia das Crianças da Escola Estadual Cônego Monte e do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Francisco de Assis, agendada para o dia 11 de outubro, o Colégio das Neves, Natal/RN, realiza o Dia D de Arrecadação. 

A iniciativa acontece nesta sexta-feira (29) e é realizada pelo Centro Cívico Escolar Madre Auxiliadora Nóbrega de Almeida (CCE-MANA) e Neves Voluntário. Os itens que poderão ser doados são balas, pipocas, brinquedos ou qualquer quantia em dinheiro.

Este ano, a ação social beneficiará cerca de 350 crianças. “A ideia é tornar feliz a vida de meninos e meninas seguindo os ensinamentos da madre fundadora do Neves, a Irmã Auxiliadora Nóbrega de Almeida”, diz a coordenadora Ana Maria Régis.

Festa de SANTA TEREZINHA em Caicó/RN



CCRei faz panfletagem

Na cidade de Patos/PB, o Colégio Cristo Rei realizou nesta quinta-feira (28), a Panfletagem da #PrimaveraAmarela 






Papa em Santa Marta – Remorso: ‘acusarmos abre o caminho do perdão’

O Papa Francisco celebrou nesta quinta-feira a missa na Casa Santa Marta e exortou na homilia a não ter medo de dizer a verdade sobre a nossa vida, tomar consciência de nossos pecados, termos a coragem de nos acusarmos e confessá-los ao Senhor para que nos perdoe.
O Pontífice partiu do Evangelho do dia sobre o comportamento de Herodes em relação alguns que associavam Jesus com João Batista e a Elias, o como um profeta. Herodes não sabia “o que pensar”, mas “sentia dentro” de si alguma coisa, que “não era uma curiosidade”, era “um remorso na alma, no coração” e “procurava ver Jesus para tranquilizar-se.” Mas “Jesus não fez um circo diante dele e foi entregue a Pilatos. E Jesus pagou com a morte.”
Assim, Herodes cobriu “um crime com outro, o remorso da consciência com outro crime, como quem mata por temor. O remorso da consciência não é uma simples recordação, mas uma chaga”.
“Uma chaga -disse o Papa- que quando na vida fizemos alguns males, dói. É uma chaga escondida, não se vê; nem eu a vejo, porque me acostumo a carregá-la e depois se anestesia. Está ali, alguns a tocam, mas a ferida está dentro. Quando esta chaga faz mal, sentimos remorso. Não somente estou consciente de ter feito o mal, mas o sinto, o sinto no coração, no corpo, na alma e na vida. Disto nasce a tentação de cobri-lo, para não mais senti-lo.” E precisou que “É uma graça sentir que a consciência nos acusa, nos diz alguma coisa”.
“Nós devemos -permitam me a palavra- ‘batizar’ a chaga, isto é, dar-lhe um nome. Onde você tem a chaga?
–‘Padre como eu faço para tirá-la fora?’
–‘Antes de tudo reze: Senhor, tenha piedade de mim que sou pecador’. O Senhor escuta a sua oração. Depois examine a sua vida.
–‘Se eu não vejo como e onde está aquela dor, de onde vem, que é um sintoma, como posso fazer?’ –‘Peça a alguém para ajudá-lo a tirar a chaga; que a chaga saia e depois dar-lhe um nome’.
Eu tenho esse remorso de consciência porque eu fiz isso, concreto; concretude. E esta é a verdadeira humildade diante de Deus e Deus se comove diante da concretude”.
“A concretude expressa pelas crianças na confissão”, disse o Papa. Uma concretude de dizer o que fez para que a verdade “venha para fora”. “Assim nos curamos”:
“Aprender a ciência, a sabedoria de acusar a si mesmo. Eu me acuso, sinto a dor da chaga, faço de tudo para saber de onde vem esse sintoma e depois eu me acuso. Não tenha medo dos remorsos da consciência: eles são um sintoma de salvação. Tenha medo de cobri-los, de maquiá-los, dissimulá-los, escondê-los … isto sim, mas ser claro. E assim o Senhor nos cura”.
O sucessor de Pedro concluiu a homilia convidando a fazer uma oração para que o Senhor nos dê a graça de “termos a coragem de nos acusarmos” para caminharmos no caminho do perdão.

ZENIT

X Seminário de Bispos Referenciais da CEB’s e Leigos aprofunda 14º Intereclesial

O X Seminário dos Bispos Referenciais da Ceb’s e Leigos reúne na sede das Pontifícias Obras Missionárias, em Brasília (DF), de 26/9 até este dia 28, os pastores representantes dos 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Eles acompanham o trabalho da Ceb’s e o processo do 14º Intereclesial de Ceb’s que acontecerá em Londrina (PR), de 23 a 28 de janeiro de 2018, em 2018.
Outro ponto, na pauta dos bispos, é a programação e encaminhamentos para o Ano do Laicato, a ser vivenciado pela Igreja no Brasil no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, a 25 de novembro de 2018. O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.
O bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, organizadora do encontro, disse que na primeira parte do encontro, os bispos aprofundaram a conjuntura política brasileira. “A nossa evangelização precisa olhar para o mundo urbano, um tema ainda muito complexo”.
Dom Severino afirma que a reflexão vivenciada no encontro está abrindo a porta para novos aspectos que a evangelização e o “ser Igreja” exigem dos bispos em seus locais de atuação. “O 14º Intereclesial deve ser um momento forte para nós podermos participar de um jeito de ser igreja comprometido com a realidade”. O grande objetivo, segundo o religioso, é pensar o processo do Ano do Laicato, a programação dos seminários, semanas missionárias, os materiais a ser elaborados, entre outros.
Dom Severino defende que a participação e o protagonismo dos leigos seja o grande legado do Ano do Laicato. “Queremos que os leigos, com sua conscientização e participação, na Igreja e na sociedade, sejam sal na terra e luz no mundo”.
Os bispos são os primeiros animadores, em suas dioceses, dos padres e religiosos para que o Ano do Laicato seja um ano de muita animação, envolvimento, dinamismo, coragem e ousadia argumenta dom Severino. “Que eles incentivem nas dioceses e regionais para que o Ano do Laicato não seja apenas a execução de uma programação, mas o início de nova maneira de incentivar os leigos e leigas para que sejam fermento na massa e força do Evangelho transforme as realidades do mundo onde vivemos”, disse.

Supremo autoriza ensino religioso confessional nas escolas públicas


O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na última quarta-feira, 27, por 6 votos a 5, que o ensino religioso nas escolas públicas pode ter natureza confessional, isto é, que as aulas podem seguir os ensinamentos de uma religião específica.
O julgamento ficou empatado até o último momento, sendo decidido pelo voto da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, para quem “pode-se ter conteúdo confessional em matérias não obrigatórias nas escolas [públicas]”. Ela considerou não haver na autorização conflito com a laicidade do Estado, conforme preconiza a Constituição, uma vez que a disciplina deve ser ofertada em caráter estritamente facultativo.
O tema foi debatido por quatro sessões plenárias ao longo das últimas semanas. Ao ser aberto o julgamento desta quarta-feira, o placar era de 5 a 3 a favor do ensino confessional. Após os votos dos ministros Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o resultado ficou empatado em 5 a 5.
O decano da Corte, Celso de Mello, defendeu em seu voto que “o ensino religioso nas escolas públicas não pode nem deve ser confessional ou interconfessional, pois a não confessionalidade do ensino religioso na escola pública traduz consequência necessária do postulado inscrito na nossa vigente Constituição, da laicidade do Estado Republicano brasileiro”.
Votaram pelo ensino não confessional nas escolas públicas o relator, ministro Luís Roberto Barroso, e os ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.
Além de Cármen Lúcia, votaram a favor de permitir o modelo confessional de ensino religioso os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.
Pela tese vencedora, o ensino religioso nas escolas públicas deve ser estritamente facultativo, sendo ofertado dentro do horário normal de aula. Fica autorizada também a contratação de representantes de religiões para ministrar as aulas. O julgamento não tratou do ensino religioso em escolas particulares, que fica a critério de cada instituição.